• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como ficam os investimentos de renda fixa com a Selic a 5,25%

Em linha com o mercado, o Copom subiu os juros em 1% em uma postura mais dura no controle da inflação

Por Jenne Andrade

05/08/2021 | 3:00 Atualização: 04/08/2021 | 20:46

Banco Central do Brasil é o responsável por definir a taxa Selic, um dos principais indicadores econômicos para o rendimento de investimento de renda fixa. (Foto: Shutterstock/Jo Galvao/Reprodução)
Banco Central do Brasil é o responsável por definir a taxa Selic, um dos principais indicadores econômicos para o rendimento de investimento de renda fixa. (Foto: Shutterstock/Jo Galvao/Reprodução)

O Comitê de Política Monetária (Copom) subiu a taxa de juros Selic em 1 ponto percentual nesta quarta-feira (4), passando de 4,25% para 5,25% ao ano. O quarto ajuste de 2021 veio em linha com as expectativas dos agentes financeiros, que esperam uma atuação mais dura do Banco Central diante da disparada da inflação nos últimos 12 meses.

Leia mais:
  • Selic: Pós-fixado é melhor para o investidor, diz Fabio Gallo
  • Inflação alta faz investidores voltarem ao Tesouro Direto em 2021
  • ‘Perspectiva é que se restaure o juro real positivo do País’, diz economista
  • ‘Juro baixo tira o dinheiro dos rentistas e leva para as empresas’, diz Valora
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) já acumula alta de 8,35% desde junho de 2020. Portanto, os ativos de renda fixa atrelados à Selic ou CDI (taxa próxima a de juros) continuam perdendo para a inflação do período. Isso não significa, entretanto, que essa classe de ativos não esteja com oportunidades atrativas. Como em toda análise de investimentos, o segredo também é olhar para frente.

“O mais importante quando analisamos investimentos, seja em Bolsa ou renda fixa, é observar a dinâmica dos próximos meses. O mercado hoje tem precificado uma série de altas para as taxas de juros nas próximas reuniões do Copom”, afirma Stefan Castro, gestor de renda fixa da AF Invest. “Se olharmos a curva de juros, a taxa terminal é entre 7% e 8%.”

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

De acordo com o Boletim Focus, a expectativa é que a Selic esteja ao redor de 7% no final de 2021, enquanto a inflação estacione em 6,79% – o que daria um retorno real (juros menos inflação) praticamente nulo. Já em 2022, os juros devem continuar em 7%, para uma inflação em 3,81%, o que abre para um rendimento real positivo para as aplicações mais conservadoras.

Essa também é a visão de Fábio Fernandes, sócio-fundador da Delta Flow Investimentos. “O elefante entrou na sala e não tem mais como ignorar, a tendência é alta da Selic, que ficou tanto tempo em dois dígitos e depois chegou aos 2%. Acreditamos que para aquele investidor mais conservador, ter uma parcela maior em investimentos atrelados aos juros faz total sentido.”

Pós-fixados e crédito privado em destaque

Entre os títulos públicos, os pós-fixados (Tesouro Selic e Tesouro IPCA+) seguem como a melhor aposta para os próximos meses, seja por conta dos prêmios atrativos ou por serem mais defensivos em um cenário de volatilidade. Com as eleições presidenciais se aproximando, e o mercado ainda alerta para os riscos fiscais, as incertezas devem impactar os títulos pré-fixados, cujas taxas variam conforme as expectativas econômicas.

“Já estamos vivendo ambiente de eleições e isso faz com que os prefixados tenham uma volatilidade maior”, afirma Guarda. “Nesse cenário, o Tesouro Selic e até os títulos privados de boas empresas com uma taxa CDI+, como CDBs, são uma boa opção. Além disso, também indicamos títulos atrelados ao IPCA, como debêntures, CRIs e CRas e Tesouro IPCA.”

Os papéis atrelados ao IPCA pagam a inflação do período mais uma taxa pré-fixada, por isso costumam proteger o patrimônio em tempos de maior incerteza e disparada dos preços. Em 2021, esse foi o título mais demandado pelos investidores no Tesouro Direto. Entretanto, está mais sujeito a oscilações do que um Tesouro Selic, por exemplo.

Publicidade

“O ideal é que o Tesouro IPCA seja carregado até o vencimento, só assim é garantida a remuneração contratada no ato da aplicação”, explica João Beck, economista e sócio da BRA. “Vendendo antes o título antes do vencimento, o investidor se sujeita a surpresas negativas, mas eventualmente positivas também.”

Para Castro, da AF Invest, uma boa maneira de acessar esses investimentos é através de fundos de investimento pós-fixados ligados ao Tesouro ou fundos de crédito privado. Essas aplicações devem ter retornos atrativos e com volatilidade baixa.

“Temos hoje títulos pós-fixados para 2026 pagando o IPCA+4,10%, então falamos de um retorno real acima de 4%, enquanto no mundo temos visto juros abaixo de 1%. Temos um ambiente bem atrativo para renda fixa.”

A Ágora Investimentos recomenda também a diversificação dentro da renda fixa, combinando títulos e prazos de investimentos. Segundo a corretora, investidores conservadores precisam ter 100% dos recursos nesses ativos, enquanto os de perfil de risco moderado, dinâmico e arrojado devem alocar, respectivamente, 52,5%, 26,5% e 17,5% em renda fixa.

Publicidade

“Essa diversificação vai permitir que o investidor dilua o risco de volatilidade dos ativos da carteira, até porque o Banco Central realiza ajustes periódicos nos juros. Então ter um pedaço em renda fixa é muito importante para uma carteira saudável”, afirma Adriano Germenink, especialista de estratégia da Ágora.

Bolsa perderá atratividade?

Apesar de a renda fixa ficar mais atrativa nesse novo ciclo de alta da Selic, os ativos de risco não devem perder tração. Nos últimos 24 anos, o Brasil passou por longos períodos de juros de dois dígitos. Ou seja, mesmo que a taxa suba para 7% até o fim do ano, conforme esperado pelo mercado, ainda assim estaria em um nível bem mais baixo do que a média histórica.

A alta da Selic também pode favorecer os fundos de investimento multimercado, que têm como benchmark o CDI. De acordo com André Kitahara, gestor da estratégia macro na MZK Investimentos, esses produtos tendem a se destacar especialmente em ambiente de incertezas.

“Esses fundos podem ganhar dinheiro com o dólar e a Bolsa caindo ou subindo, por exemplo”, diz Kitahara. “Mesmo neste cenário eles costumam entregar uma rentabilidade acima do CDI. Quanto maior o CDI, maior costuma ser a rentabilidade do cliente.”

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos de crédito privado
  • Fundos de investimento
  • Inflação
  • Renda fixa
  • Taxa Selic
  • Tesouro Direto
Cotações
14/01/2026 11h39 (delay 15min)
Câmbio
14/01/2026 11h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    “Venezuela é inviável”: ExxonMobil alerta Trump e fecha a porta para bilhões no petróleo

  • 5

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Imagem principal sobre o Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Logo E-Investidor
Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Últimas: Investimentos
IRIM11 anuncia maior dividendo desde julho 2025; veja quem tem direito
Investimentos
IRIM11 anuncia maior dividendo desde julho 2025; veja quem tem direito

Distribuição ocorre na segunda-feira (19) e corresponde aos resultados financeiros do FII em dezembro

14/01/2026 | 09h06 | Por Daniel Rocha
Caso Master expõe riscos dos CDBs, coloca o FGC sob pressão inédita e dá lição ao investidor
Investimentos
Caso Master expõe riscos dos CDBs, coloca o FGC sob pressão inédita e dá lição ao investidor

Episódio, cercado de inseguranças, pode levar ao maior resgate da história do Fundo Garantidor de Créditos

14/01/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI
Investimentos
Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

Valores não são corrigidos desde novembro, data da liquidação do banco; se o FGC não pagar em janeiro, quem comprou um ativo de 120% do CDI vai receber cerca de 97% do benchmark

13/01/2026 | 13h51 | Por Luíza Lanza
Minério a US$ 110 por tonelada é euforia? Genial vê alta passageira e alerta investidores
Investimentos
Minério a US$ 110 por tonelada é euforia? Genial vê alta passageira e alerta investidores

Recente valorização da commodity reflete fatores técnicos e cíclicos, enquanto os fundamentos, especialmente na China, seguem frágeis e limitam a sustentação dos preços, diz corretora

13/01/2026 | 12h11 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador