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Investimentos

Saiba como fica a rentabilidade da poupança com a Selic a 7,75%

Com o aumento da taxa básica de juros, aplicação na poupança passa a render 0,44% ao mês, ou 5,43% ao ano

Por E-Investidor

02/11/2021 | 7:00 Atualização: 01/11/2021 | 16:01

 Para quem quer fazer o famoso "pé de meia", é importante saber qual é a melhor poupança para investir. (Foto: Pixabay)
Para quem quer fazer o famoso "pé de meia", é importante saber qual é a melhor poupança para investir. (Foto: Pixabay)

(Jorge Barbosa, especial para o E-Investidor) – Após decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa básica de juros, a Selic, para 7,75% ao ano, as aplicações na caderneta de poupança passaram a ficar com retorno maior. No entanto, o ganho real nessa modalidade ainda segue negativo, pois a evolução dos rendimentos não acompanha a velocidade da inflação.

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O rendimento atual da poupança passará a ser 0,44% ao mês, ou 5,43% ao ano. Isso significa que se um investidor decidir aplicar R$ 100,00 na poupança durante um ano, ele poderá resgatar R$ 105,43 ao final da aplicação, conforme apontou o fundador e CEO do Yubb, Bernardo Pascowitch. O problema, contudo, é que a inflação de 8,96%, informada no boletim Focus, do Banco Central, faz com que o preço médio dos bens seja maior do que o valor proporcional da rentabilidade.

“Agora, a taxa Selic está abaixo da inflação, ou seja, a poupança ainda perde dinheiro para a inflação. Caso a inflação caia e, consequentemente, a taxa Selic seja mantida, então teremos a poupança rendendo nominalmente e de forma real – com o retorno acima da inflação”, afirma Pascowitch.

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O fundador e CEO do Yubb apontou ainda que, caso o cálculo dos R$ 100,00 investidos fossem feitos descontando a inflação, o retorno real seria de R$ 96,76.

O especialista Adriano Germenink, da equipe de estratégia e inteligência de mercado da Ágora Investimentos, afirmou que para o ano de 2022 a inflação poderá começar a ser controlada, mas que o cenário ainda é incerto.

“Com a inflação muito próxima de 9%, na prática, significa que a velocidade de crescimento do dinheiro guardado na poupança é menor do que a velocidade do crescimento de preços dos itens de consumo até o final do ano”, diz. Por isso, segundo Germenink, não é uma boa estratégia usar a poupança como um instrumento de proteção contra a inflação neste ano. “Para 2022, podemos ter um cenário de arrefecimento da inflação, mas que depende de outras variáveis”, pontua.

Proteção contra a inflação

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Os analistas ouvidos pelo E-Investidor apontam que uma carteira de investimentos diversificada pode ser uma opção interessante para quem deseja um retorno positivo real (descontada pela inflação) nas suas aplicações. Germenink, da Ágora Investimentos, afirmou que a alta da Selic faz com que não só a poupança, mas outras opções de renda fixa também se tornem mais atrativas com a alta dos juros.

Segundo o especialista, é  importante que o investidor se posicione com uma estratégia de diversificação dentro da renda fixa, trabalhando opções de juros pós-fixado, como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), então Fundos DI, CDBs (Certificado de Depósito Bancário), LCIs (Letra de Crédito Imobiliário), LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio), dentre outras alternativas.

“Além disso, ativos prefixados para garantir uma previsibilidade de rendimentos e também uma parcela da carteira atrelada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que na prática busca uma proteção e ainda obtém juros real, ou seja, um rendimento acima do poder corrosivo da inflação”, explicou o analista.

Germenink, contudo, alertou que a decisão de investir em títulos pré-fixados deve ser tomada com cuidado. Segundo ele, o cenário para os títulos prefixados acaba sendo nebuloso por ter variáveis políticas e econômicas que trazem impactos para a carteira do investidor. As taxas estão bastante atrativas, mas existe o risco de realizar um investimento hoje e a inflação acelerar com o tempo.

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“Recomendamos que, se o investidor quiser trabalhar com prefixados, é importante ele carregar esse investimento até o vencimento, além de considerar não só a taxa, mas também o prazo, para minimizar o desconforto das oscilações ao longo do tempo”, avalia.

Segurança

Caso o investidor esteja buscando por opções fora da poupança e que garantam uma segurança maior, Pascowitch, do Yubb, explicou que é possível optar pela compra de títulos públicos pós-fixados.

“A taxa da inflação pode superar a taxa do seu prefixado. Neste cenário, pode ocorrer do investidor prefixar em um momento errado ou com uma taxa ruim e, consequentemente, terá chances de perder dinheiro para a inflação, o que é muito ruim”, afirma.

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Portanto, o foco é optar principalmente pelos investimentos pós-fixados, que trazem uma segurança maior neste momento. “O Tesouro IPCA é bem interessante para quem deseja um investimento a longo prazo, ou o próprio Tesouro Selic, para a reserva de emergência”, recomenda.

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