• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Taxação de fundos: votação à vista e principais mudanças para o investidor

Proposta que está na pauta dos parlamentares já está movimentando o mercado de investimentos

Por OSNI ALVES, ESPECIAL PARA O E-INVESTIDOR

04/10/2023 | 13:59 Atualização: 04/10/2023 | 14:05

Imagem mostra dois analistas checando um portfólio; fonte: Pixabay.
Imagem mostra dois analistas checando um portfólio; fonte: Pixabay.

O projeto de lei que trata da taxação de fundos offshores e exclusivos pode ser votado nesta semana na Câmara dos Deputados, em Brasília. A expectativa é que os parlamentares apreciem a lei do Marco Legal das Garantias de Empréstimos. Do lado do mercado, o investidor se pergunta o que mudará quando estas propostas entrarem em vigor.

Leia mais:
  • Novas regras para fundos de investimentos começam hoje. O que muda?
  • A seleção de 11 corretoras para ganhar dividendos neste mês
  • “FED está estragando a festa no Brasil”, diz Paulo Gala
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O fato é que a MP dos fundos altera significativamente a regra atual ao instituir aos fundos fechados a retenção periódica de imposto de renda a cada seis meses, em maio e novembro. Ricardo Lopes, sócio e head de Wealth Solutions da Monte Bravo,  explica que, na prática, se trata de uma espécie de ‘come-cotas’. “O ponto mais polêmico ficará por conta da tributação do estoque, que pode ser questionado diante da legalidade tributária, e potencialmente gerar uma judicialização da cobrança retroativa”, afirma.

Já no que diz respeito ao investimento offshore, Lopes destaca que os principais impactados serão os investidores que utilizam entidades controladas para alocar dinheiro no exterior.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo o analista, as offshores deixariam de ter o diferimento fiscal para o momento da efetiva disponibilidade econômica para a pessoa física e passariam a ser tributadas de acordo com alíquotas progressivas que variam de 0% a 22,5% a cada ano calendário.

De maneira geral, a iniciativa visa compensar o impacto arrecadatório gerado pelas isenções promovidas por outras medidas implementadas pelo governo, como, por exemplo, o aumento da faixa de isenção do imposto de renda.

“A medida até pode promover maior equidade e eficácia no sistema tributário do Brasil, mas não sem acarretar desafios e riscos para o funcionamento do mercado de capitais Brasileiro e a possível adoção de planejamento tributário que impacte a arrecadação no médio prazo”, diz.

Ele declara que, em linhas gerais, se pode afirmar que a tributação desses investimentos, seja no âmbito nacional ou internacional, resultará em uma grande adaptação das carteiras e portfólios atuais, visando a eficiência tributária dentro das novas regras.

Fundos serão descontinuados?

Na avaliação de Beto Saadia, diretor de investimentos da Nomos, boa parte dos fundos exclusivos deverão ser descontinuados porque eles passam a não fazer mais tanto sentido do ponto de vista tributário. Assim, o investidor deverá buscar outras opções cuja tributação seja mais favorável. “Um desses alvos deve ser o fundo de previdência privada”, diz.

Publicidade

Já em relação aos fundos offshore não restam tantas opções porque, segundo Saadia, o brasileiro que investe nesta modalidade continuará fazendo o mesmo, ainda que na pessoa física, mas isso de uma forma um pouco mais onerosa.

“O que está em jogo acerca destas duas estruturas [fundos exclusivos e offshore] é pagar uma conta da qual o investidor é isento do imposto de renda”, esclarece Saadia, acrescentando que já há uma reivindicação por parte do Banco Central justamente porque o Brasil é um dos países com maior custo em recuperação de dívidas.

Expectativa de arrecadação

O governo tem uma expectativa bastante forte para a arrecadação proveniente da taxação dos fundos e o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pede celeridade. Os números são:

R$ 7,05 bilhões em 2024;
R$ 6,75 bilhões em 2025;
R$ 7,13 bilhões em 2026.

Com o Executivo fazendo pressão, o PL foi encaminhado com urgência constitucional. O Banco Central (BC), comandado por Roberto Campos Neto, também defende a iniciativa.

Publicidade

Sócio fundador da Fatorial Investimentos, Jansen Costa explica que se trata de uma iniciativa de tributar tanto o estoque quanto as empresas no exterior que estão em paraísos fiscais. “É necessário esperar a votação final porque até aqui tem muitas idas e vindas”, destaca.

Do lado do governo, o que se quer é aumentar a tributação para arrecadação de curto prazo. “Na minha opinião, os impactos são ruins e as pessoas vão ter menos interesse em manter ativos no exterior. Dessa maneira, a gente pode ter uma fuga da base tributária, ou seja, uma erosão fiscal.”

Tudo depende do objetivo do investidor

A tributarista do Maia & Anjos Advogados, Carolina Gasparino de Souza Ferreira, lembra que a medida já foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e está em vigor, contudo, precisa ser aprovada pelo Congresso para que as mudanças ocorram definitivamente no ano que vem. A afirmação dela diz respeito à taxação dos fundos exclusivos.

Já o PL nº 4.173 – que dispõe sobre a tributação da renda auferida por pessoas físicas residentes no País em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior – propõe a tributação à alíquota progressiva de 0% a 22,5% sobre o rendimento do capital aplicado no exterior, de forma que somente sofrerá incidência de imposto a partir de R$ 6 mil por ano. “O projeto ainda se encontra em suas primeiras etapas”, afirma.

A especialista também aponta que a mudança na taxação desses fundos pode fazer com que o investidor busque por outros produtos, como os isentos de Imposto de Renda, a depender do objetivo do investimento.

Publicidade

“Se o objetivo for a utilização dos investimentos como veículo de sucessão patrimonial, estes continuam interessantes, mesmo com as mudanças na tributação. Já para o cenário do País, as medidas visam arrecadação e equilíbrio de contas”, frisa.

JCPs ficam de fora

O relatório do deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) sobre o projeto de lei que tributa os fundos de investimentos dos “super-ricos” – exclusivos e offshores (no exterior) – deixou de fora a mudança nos juros sobre capital próprio (JCP), um tipo de remuneração feita pelas grandes empresas aos seus acionistas.

Conforme noticiado pelo Estadão, a inclusão do JCP havia sido proposta pelo próprio deputado ao governo e a líderes partidários, mas a ideia não avançou diante da resistência de parlamentares sobre a medida, o que poderia inviabilizar a votação dos fundos de alta renda.

“O fim dos JCPs tira dinheiro do acionista e deixa empresas mais endividadas”, afirma a advogada Maria Paula Molinar, do escritório Cândido Martins, acrescentando que como as empresas se utilizavam desse recurso para obterem benefícios fiscais, sem os JCPs o endividamento das organizações deverá aumentar. “Estes proventos são uma via de mão dupla, pois o investidor recebe uma remuneração extra e as empresas pagam menos tributos. Trata-se de um artifício contábil”, destaca.

Desta forma, as empresas tendem a remunerar menos o investidor, ou excluir o pagamento, pois o JCP não é uma obrigação. “Toda essa movimentação é feita em nome de um equilíbrio fiscal que o governo tenta implementar no País”, ressalta.

Publicidade

O advogado Marcos Matsunaga, sócio do Ferraz de Camargo e Matsunaga Advogados, lembra que o JCP está inserido no debate mais amplo sobre modelo de tributação da renda corporativa que o Brasil quer adotar.

Por essa razão, segundo Matsunaga, é difícil somente revogar a sua dedução da base de cálculo do IRPJ/CSLL, sem que isso tenha repercussão em pontos mais importantes da economia como atração de investimentos para o País, fortalecimento do capital das companhias, mercado de capitais, entre outros. “A questão do JCP não envolve somente benefício tributário. O debate é mais amplo”, aponta.

Para ele, neste momento o importante é que este tema não seja analisado de maneira isolada, e sim dentro de um contexto maior com outros fatores que impactam a dinâmica das companhias e o comportamento dos investidores.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Câmara dos deputados
  • Congresso
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos
Cotações
19/01/2026 8h37 (delay 15min)
Câmbio
19/01/2026 8h37 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Até voos de helicóptero: o que os bancos ofertam em cartão para altíssima renda

  • 2

    FGC inicia pagamento de R$ 40,6 bilhões a investidores com CDBs do Banco Master; veja como receber

  • 3

    Endividamento das famílias cresce em ano eleitoral; veja como organizar o orçamento

  • 4

    O conselho de carreira de Warren Buffett para jovens profissionais seguido por Steve Jobs e Richard Branson

  • 5

    5 cursos gratuitos da B3 para você organizar as finanças e investir melhor em 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Motoristas de Uber podem pagar menos no Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Logo E-Investidor
Motoristas de Uber podem pagar menos no Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Imagem principal sobre o Motoristas de Uber podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Logo E-Investidor
Motoristas de Uber podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: teto para quem recebe mais de um salário mínimo sobe para R$ 8,4 mil
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: teto para quem recebe mais de um salário mínimo sobe para R$ 8,4 mil
Imagem principal sobre o FGC paga credores do Master e alerta para o prazo de ressarcimento; cuidado com os golpes
Logo E-Investidor
FGC paga credores do Master e alerta para o prazo de ressarcimento; cuidado com os golpes
Imagem principal sobre o Benefício Variável Familiar: como sacar o valor do benefício?
Logo E-Investidor
Benefício Variável Familiar: como sacar o valor do benefício?
Imagem principal sobre o Este benefício acrescenta R$ 50 no valor do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Este benefício acrescenta R$ 50 no valor do Bolsa Família
Imagem principal sobre o FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Logo E-Investidor
FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Imagem principal sobre o Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Logo E-Investidor
Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Últimas: Investimentos
Participação estrangeira em fundos imobiliários tem espaço para crescer, avalia Hedge Investments
Investimentos
Participação estrangeira em fundos imobiliários tem espaço para crescer, avalia Hedge Investments

Gestora investe em tradução de relatórios para inglês, conversas com provedores internacionais e maior transparência para atrair gringos

19/01/2026 | 03h00 | Por Daniel Rocha
Investidores de CDBs do Banco Master ainda relatam lentidão no aplicativo do FGC
Investimentos
Investidores de CDBs do Banco Master ainda relatam lentidão no aplicativo do FGC

O Fundo Garantidor de Crédito liberou, no sábado (17), que credores do banco realizem pedidos de ressarcimento via app

18/01/2026 | 19h45 | Por Jenne Andrade
Investiu mais de R$ 250 mil nos CDBs do Master e ficou sem a proteção do FGC? Veja o que fazer
Investimentos
Investiu mais de R$ 250 mil nos CDBs do Master e ficou sem a proteção do FGC? Veja o que fazer

Veja as orientações para quem tem dinheiro em títulos da instituição financeira acima do limite da cobertura do fundo

17/01/2026 | 10h25 | Por Daniel Rocha
FGC inicia pagamento de R$ 40,6 bilhões a investidores com CDBs do Banco Master; veja como receber
Investimentos
FGC inicia pagamento de R$ 40,6 bilhões a investidores com CDBs do Banco Master; veja como receber

A partir das 9h30 de hoje, os investidores já podem solicitar os valores por meio do aplicativo oficial do FGC; cerca de 800 mil pessoas devem ser ressarcidas

17/01/2026 | 10h06 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador