• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Tesouro IPCA+ ou imóveis? Veja qual desses investimentos tem a melhor rentabilidade

Um destes ativos triplicou o investimento nos últimos 10 anos. Veja a comparação antes de decidir aplicar em imóveis

Por Geovani Bucci

27/05/2024 | 3:00 Atualização: 24/07/2024 | 11:23

Valorização média dos imóveis residenciais na cidade de São Paulo foi de 35% nos últimos 10 anos, segundo o Secovi-SP. (Imagem de Drazen Zigic no Freepik)
Valorização média dos imóveis residenciais na cidade de São Paulo foi de 35% nos últimos 10 anos, segundo o Secovi-SP. (Imagem de Drazen Zigic no Freepik)

O Tesouro IPCA+ tem chamado a atenção de investidores nos últimos meses. Isso porque o prêmio dos títulos ultrapassou a barreira dos 6%, uma taxa incomum que tem elevado a rentabilidade das carteiras. A relevância do ativo, porém, não é de hoje: segundo a Nord Research, os títulos do IPCA+ acumularam mais de 200% de rentabilidade nos últimos 10 anos. Mas será que essa é a melhor alternativa para quem está olhando para o longo prazo?

Leia mais:
  • Por que você pode estar perdendo dinheiro com o “IPCA+6%”
  • Tesouro IPCA + 6% pode te ajudar com R$ 500 mil para se aposentar
  • Quanto rendem R$ 1 mil, R$ 5 mil e R$ 10 mil na renda fixa com a Selic a 10,5%?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Somente na última década, os ganhos do Tesouro permitiram ao investidor triplicar o capital investido. Esse resultado confronta outros ativos na carteira com o mesmo objetivo, como é o caso daqueles que investem em imóveis.

Os retornos do título público se mantêm elevados com a resistência maior que a esperada pelos cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) e das preocupações fiscais no Brasil. Com as incertezas macroeconômicas, esses rendimentos pagam a variação da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais uma taxa prefixada de 6% de juro real.

  • Leia também: Renda fixa bomba e atinge captação histórica; o que esperar agora?

A pedido do E-Investidor, os dados agrupados pela analista Maria Luisa Nepomuceno, da Nord, apontam a rentabilidade entre 30 de abril de 2014 e 20 de maio de 2024 do título público IMAB 5+. “Essa renda fixa é atrelada aos IPCA+ de longo prazo e engloba todos os títulos públicos nesse critério”, afirma.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Investir no Tesouro IPCA+ 6% ou no mercado imobiliário?

Considerando a taxa atual, com o Tesouro IPCA+ 6%, é possível mais do que dobrar o capital investido, com ganhos reais, no ativo considerado um dos papéis mais seguros do mercado financeiro. Mas como ele se sai quando comparado aos investimentos no mercado imobiliário?

A aquisição de imóveis, também voltada para quem busca segurança e proteção contra a inflação, obteve uma rentabilidade inferior durante o mesmo período de 10 anos. Segundo o Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), a valorização média dos imóveis residenciais na cidade de São Paulo foi de aproximadamente 35%.

O grande destaque foi no ano de 2023, em que a Pesquisa de Valores de Locação Residencial aponta a maior variação porcentual positiva do período, com 9,53% de ganho (gráfico abaixo). De acordo com Ely Wertheim, presidente executivo da Secovi-SP, o mercado imobiliário passa por um momento de valorização. Houve um aumento de preço acima da inflação nos últimos cinco anos, principalmente após a pandemia. “O aumento de custos após o período pandêmico e a escassez cada vez maior de terrenos em São Paulo têm provocado essa alta”, afirma.

  • Veja: IPCA+6% é bom, mas este ativo pode dar um retorno equivalente a um IPCA+24%

Ainda assim, vale destacar que a valorização do metro quadrado dos imóveis varia, considerando que cada região tem características diferentes que afetam o mercado imobiliário. “Se uma cidade é guiada pelo agro, e o setor vai bem, pode haver mais lançamentos imobiliários, o que diminui o preço pedido dos demais imóveis, mas se o setor econômico principal da região vive crise, aquela região também vê essa valorização variar”, aponta o professor da FGV Alberto Ajzental, em entrevista ao Estadão.

Wertheim reforça que esse movimento aconteceu somente em 2023 por conta dos dados serem de lançamento, ou seja, apenas imóveis colocados à venda após da pandemia captaram a disparada. Há também uma queda brusca em 2015, que coincide com a crise econômica que perdurou durante o governo Dilma Rousseff (PT). A partir daí, o mercado imobiliário passou a se recuperar gradativamente ao longo dos anos.

Publicidade

IPCA+ 6% continuará à frente dos imóveis até 2034?

Em uma simulação realizada pelo C6 Bank, com o valor de R$ 250 mil – montante simbólico considerado como investimento mínimo em imóvel na capital paulista –, a valorização anual do título seria de 9,71%. Já a rentabilidade acumulada líquida chegaria a 129,37%.  

Curiosamente, a alta anual atinge variação semelhante ao rendimento registrado em 2023 pela média dos imóveis novos em São Paulo. Para Wertheim, a tendência é de alta no mercado imobiliário, principalmente por conta do baixo estoque de unidades disponíveis. Isso faz com que haja uma pressão de preço.

De acordo com Pablo Alencar, especialista da Valor Investimentos, é importante considerar a valorização ao longo do tempo ao investir em imóveis, mantendo-se ao menos no ritmo da inflação para garantir lucros futuros. “No Espírito Santo, por exemplo, a cidade de Vitória já teve o seu boom e os preços estão maiores. Enquanto isso, uma cidade litorânea, como Vila Velha, tem valores menores que podem se valorizar com o tempo”, diz.

Publicidade

Muitas pessoas escolhem investir em imóveis em vez de ativos financeiros, como o Tesouro, por falta de conhecimento e medo, segundo o especialista. Existe uma sensação de segurança ao adquirir uma propriedade. Porém, em casos como indivíduos que vivem da renda de aluguel, deve ser levada em conta os períodos de vacância (quando não há inquilinos morando no imóvel) e até o deságio, quando a compra é feita na planta por um preço menor.

Além disso, os títulos públicos possibilitam o resgate de investimentos antecipadamente com relativa facilidade, apesar do risco de perdas dependendo das condições do momento. Por outro lado, os investimentos imobiliários exigem negociações longas que, conforme a urgência da necessidade de venda, o que pode resultar também em perda de capital investido (deságio), segundo Antônio Sanches, especialista da Rico Investimentos.

Qual o melhor investimento: Tesouro IPCA ou imóveis?

Segundo Vinícius Romano, especialista em renda fixa da Suno Research, os títulos públicos ligados à inflação obtiveram uma melhor performance nos últimos anos em resultados absolutos, mas existem ressalvas. “Diversificar é a melhor opção, tanto em classe de ativos como em setores dentro dessas classes. No caso particular dos imóveis, eu optaria pelos fundos de investimentos imobiliários (FIIs) por conta da liquidez, diversificação e gestão profissional que eles apresentam”, afirma.

Além dos FIIs, os especialistas ainda destacam outros títulos de renda fixa que também garantem diversificação e retornos isentos, cuja rentabilidade atrelada a esses ativos está próxima de 6,8% mais inflação. São eles:

  • Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI);
  • Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA);
  • debêntures.

Para Alencar, da Valor, a diferença crucial entre investir em ativos da renda fixa e diretamente em imóveis é a previsibilidade. “Quando se investe no Tesouro há uma renda pré-definida, uma ideia de quanto o investidor irá ganhar. O mesmo não ocorre com o mercado imobiliário”, diz.

  • Leia também: 11 fundos imobiliários que rendem mais que o Tesouro IPCA + 6%

Sujeita a variações influenciadas por fatores externos como macroeconomia, demanda regional e regulamentações governamentais, a valorização do imóvel ao longo do tempo pode ser menos previsível e mais suscetível a flutuações, dependendo de variáveis como localização, cenário do mercado e investimentos públicos na área.

Para Antônio Sanches, da Rico, alguns pontos devem ser levados em conta no momento de decidir qual aplicação financeira fazer. O primeiro é a já citada previsibilidade de retorno. “É essencial avaliar o risco associado, garantindo que o imóvel está localizado em uma área valorizada e em crescimento.”

Publicidade

Também dependerá do capital inicial disponível, pois investimentos em imóveis exigem um comprometimento financeiro inicial mais alto, enquanto no Tesouro Direto, esse valor pode ser mais flexível. Sem mencionar as próprias metas financeiras, que sempre serão úteis na hora de ajustar o rumo mais adequado até o objetivo final.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos imobiliários
  • Investimentos
  • mercado imobiliário
  • Renda fixa
  • Tesouro Direto
  • Tesouro IPCA
  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais
Cotações
21/05/2026 22h27 (delay 15min)
Câmbio
21/05/2026 22h27 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Recuperação judicial da Estrela afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida da empresa

  • 2

    Guia definitivo do Tesouro Direto: compare Tesouro Reserva, Selic, IPCA+ e Prefixado para escolher o melhor título

  • 3

    Ações de bancos tombam após rali e chegam perto das mínimas do ano; veja oportunidades

  • 4

    Itaúsa cansou de andar atrás do Itaú – e agora o mercado percebe uma vantagem

  • 5

    Dólar perto de R$ 5 vira problema e muda o jogo para gigantes da Bolsa; veja vencedores e perdedores

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 13º salário do INSS antecipado: 6 segurados que devem receber o benefício em 2026
Logo E-Investidor
13º salário do INSS antecipado: 6 segurados que devem receber o benefício em 2026
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: passo a passo simples para renegociar dívidas
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: passo a passo simples para renegociar dívidas
Imagem principal sobre o Mega-Sena: vendas exclusivas para o sorteio especial de 30 anos estão abertas
Logo E-Investidor
Mega-Sena: vendas exclusivas para o sorteio especial de 30 anos estão abertas
Imagem principal sobre o Projeto quer proibir radares de trânsito escondidos: entenda as novas regras da proposta
Logo E-Investidor
Projeto quer proibir radares de trânsito escondidos: entenda as novas regras da proposta
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: como era antes e o que passa a valer agora?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: como era antes e o que passa a valer agora?
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode renegociar dívidas atrasadas?
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode renegociar dívidas atrasadas?
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: veja como débitos vencidos há mais de 90 dias podem ser renegociados
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: veja como débitos vencidos há mais de 90 dias podem ser renegociados
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: participantes devem respeitar o limite para o novo crédito disponibilizado
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: participantes devem respeitar o limite para o novo crédito disponibilizado
Últimas: Investimentos
Recuperação judicial da Estrela afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida da empresa
Investimentos
Recuperação judicial da Estrela afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida da empresa

É a recuperação judicial recente que mais concentra Fundos de Direitos Creditórios, que cresceram fortemente nos últimos anos

21/05/2026 | 16h25 | Por Marília Almeida
Nvidia mostra que surfa sozinha a onda da IA; veja se ainda faz sentido investir na ação
Investimentos
Nvidia mostra que surfa sozinha a onda da IA; veja se ainda faz sentido investir na ação

Balanço acima das expectativas reforça liderança na era da inteligência artificial; analistas veem crescimento forte, mas alertam para riscos e volatilidade

21/05/2026 | 11h10 | Por Isabela Ortiz
Títulos do Tesouro dos EUA atingem maior patamar em anos: é hora de trocar ações por renda fixa?
Investimentos
Títulos do Tesouro dos EUA atingem maior patamar em anos: é hora de trocar ações por renda fixa?

Cálculos convincentes da Research Affiliates mostram que o “tedioso e seguro” pode ser a escolha mais inteligente nos próximos anos

21/05/2026 | 11h08 | Por Shawn Tully
FIIs são melhores que REITs? Veja qual vale mais a pena para renda e crescimento
Investimentos
FIIs são melhores que REITs? Veja qual vale mais a pena para renda e crescimento

Fundos imobiliários brasileiros são ideais para renda mensal, enquanto modelo norte-americano entrega crescimento. Veja outras vantagens e desvantagens antes de investir

21/05/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador