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Investimentos

Quantas vezes por ano a Vale (VALE3) paga dividendos?

Com os números mais otimistas, investidores que não têm a mineradora na carteira começam a avaliar a oportunidade

Por Murilo Melo

28/08/2024 | 13:17 Atualização: 28/08/2024 | 13:21

Foto: Adobe Stock
Foto: Adobe Stock

A nomeação de Gustavo Pimenta para substituir Eduardo Bartolomeo como CEO da Vale (VALE3), a partir de janeiro de 2025, foi bem recebida pelos investidores na terça-feira (27). As ações da Vale subiram 3,01% no pregão deste terça (27), impulsionadas pelo anúncio da escolha de Pimenta e pela valorização do minério de ferro. Isso resultou em um aumento de R$ 8 bilhões no valor de mercado da empresa, que agora totaliza R$ 271 bilhões. Nesta quarta (28), às 13h, os papéis da Vale recuam 1,12%, a R$ 59,13. A Bradespar (BRAP4), que é acionista da Vale, também teve alta na Bolsa, com um avanço de 2,68% na terça – e opera hoje em baixa de 1,43%, a R$ 19,27.

Leia mais:
  • O que o novo presidente da Vale (VALE3) pensa sobre a estratégia de dividendos?
  • O que o novo presidente da Vale traz da sua passagem pela AES para a mineradora
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  • Leia também: O futuro da Vale no atual cenário de minério, novo CEO e Mariana

Com os números mais otimistas, investidores que não têm ações da Vale na carteira começam a avaliar a oportunidade: vale a pena apostar na mineradora? Em tese, o mercado vê como pontos positivos o sólido histórico de Pimenta junto aos investidores e à comunidade de mineração, além de acreditar numa transição tranquila, mantendo a estratégia disciplinada de alocação de capital da empresa.

Para o Goldman Sachs, a nomeação de um CEO interno reduz incertezas porque o nome de Pimenta está potencialmente alinhado com os interesses das principais partes interessadas, incluindo investidores, conselho e governo. Essa escolha também garante continuidade à estratégia já existente da mineradora. Desde 2021, Pimenta é o vice-presidente executivo de finanças e relações com investidores da Vale.

No entanto, o banco aponta que o novo CEO deve enfrentar desafios como a melhoria operacional, especialmente em áreas com esgotamento significativo e desafios regulatórios no norte, além de aumentar a eficiência de ativos subutilizados no sistema sul.

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Outro ponto de atenção, dizem os analistas, é a capacidade de Pimenta em negociar com o governo brasileiro, particularmente em discussões sobre o acordo final da Samarco, questões regulatórias e a renovação da concessão ferroviária. O Goldman Sachs mantém uma classificação de compra para a Vale, com um preço-alvo de US$ 15,9 para os próximos 12 meses.

Já o BTG Pactual vê o processo de sucessão como uma vitória para a governança da Vale, prevalecendo sobre tentativas de interferência política, o que considera um fator positivo. No entanto, apesar de reconhecer que a definição antecipada do novo CEO reduz riscos, o banco mantém uma posição neutra em relação às ações da Vale.

Segundo o BTG, a deterioração dos fundamentos da empresa e as recentes revisões negativas nos lucros justificam uma postura mais cautelosa. Além disso, a resolução do caso Samarco continua sendo um fator pendente de risco para a mineradora.

Por sua vez, analistas do Itaú BBA afirmam que é improvável que a nova gestão altere a estratégia da empresa, considerando que a Vale alcançou importantes marcos sob a liderança de Bartolomeo, como o fortalecimento das linhas de defesa em seu modelo de gestão de risco e a criação da função de “Engenheiro de Registro”.

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O BBA também lembra que a Vale estabilizou seus sistemas de produção e deve cumprir a orientação máxima de volume de produção para 2024. Em relação à alocação de capital, a empresa tem sido consistente na distribuição de dividendos e recompra de ações nos últimos anos.

Além disso, os analistas do Itaú BBA destacam que a Vale precisa renovar suas concessões ferroviárias, equilibrando pagamentos potenciais com obrigações futuras para alcançar um resultado vantajoso para todos os envolvidos. A resolução desses tópicos, na visão dos analistas, poderia reduzir o desconto de avaliação da Vale em comparação com seus pares australianos.

O BBA mantém uma classificação outperform (desempenho esperado acima da média do mercado, equivalente a compra) para os American Depositary Receipts (ADRs) da Vale, com um preço-alvo de US$ 13 para 2025.

Saiba quando a Vale paga os proventos

A Vale tem o hábito de pagar dividendos aos seus acionistas geralmente duas vezes por ano, dependendo dos resultados financeiros e da política de distribuição de lucros da empresa. Em 2024, a Vale seguiu sua prática habitual de realizar esses pagamentos em duas ocasiões: uma no primeiro semestre (em março) e outra no segundo semestre (em setembro).

Mês que vem, a companhia pagará US$ 1,6 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP), que corresponde a aproximadamente R$ 2,09 por ação e um dividend yield de cerca de 3,5%. Esse pagamento é condizente com a política de dividendos da Vale, que determina uma distribuição mínima de 30% do lucro conquistado antes da incidência de juros, depreciação, impostos e amortização (Ebitda) ajustado menos investimentos correntes.

  • Leia mais: Gustavo Pimenta: conheça o novo presidente da Vale (VALE3) que assume em 2025

A data de corte para o pagamento dos JCP da Vale neste ano foi em 2 de agosto para ações negociadas na B3 e 5 de agosto de 2024 para ADRs na Nyse. Os pagamentos, segundo a mineradora, serão efetuados na próxima quarta-feira (4) para ações da B3 e a partir de 11 de setembro de 2024 para ADRs.

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Somando-se ao pagamento de março de 2024, o dividend yield total para o ano deve chegar a cerca de 8%, dependendo de dividendos extraordinários que possam ser anunciados até o final do ano. Além disso, a Vale está executando um programa de recompra de ações, que até o momento está 22% concluído, com 33 milhões de ações recompradas.

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