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Investimentos

XP dobra taxa de fundo de ouro e Indê recomenda resgate

Banco argumenta maior eficiência tributária, mas custo pode ser mais alto para o investidor

Por Marília Almeida

12/03/2026 | 11:09 Atualização: 12/03/2026 | 11:09

A XP dobrou a taxa do fundo Trend Ouro de 0,5% a 0,7% para 1,05% ao passar a direcionar mais de 95% do patrimônio para o GOLD11, ETF de ouro listado na B3 e também gerido pela própria casa. Com a mudança, a estrutura passou a ter três camadas de taxas: 0,50% do fundo Trend Ouro, 0,30% do GOLD11 e 0,25% do IAU, fundo de ouro negociado nos EUA e administrado pela Blackrock.

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Segundo relatório da casa de análises Indê, que estudou a alteração, o aumento de custos não foi explicitado aos investidores durante a assembleia que aprovou a nova estrutura. Na convocação, a gestora destacou as vantagens operacionais da mudança, mas não mencionou que o produto ficaria mais caro.

Banco argumenta eficiência tributária

Antes da alteração, o fundo buscava replicar a variação do ouro por meio de uma estrutura mais complexa, usando derivativos e operações de “swap” com bancos para acessar o mercado internacional. Com o novo modelo, o fundo passa basicamente a funcionar como um veículo de acesso ao ETF da própria XP, simplificando a gestão.

A justificativa da gestora para manter e até ampliar os custos é o ganho de eficiência tributária. Ao investir mais de 95% em um ETF, o fundo deixa de sofrer a incidência do come-cotas, a antecipação semestral de imposto de renda que ocorre em fundos tradicionais. Nesse modelo, o investidor paga 15% de imposto apenas no resgate, e não mais ao longo do investimento.

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Mas estudo feito pela Indê mostra que a mudança nem sempre compensa. Para avaliar se o benefício tributário compensa o aumento da taxa de administração, o estudo analisou o comportamento do ouro entre 1997 e 2025. Foram simuladas 5.995 janelas móveis de cinco anos, comparando dois cenários:

  • Estrutura antiga: taxa de 0,5% ao ano com come-cotas
  • Estrutura nova: taxa de 1,05% ao ano sem come-cotas

O resultado mostrou que, em 58% das simulações, o modelo antigo gerou retorno líquido maior para o investidor.

Isso ocorre porque a taxa de administração é cobrada independentemente do desempenho do ativo, enquanto o imposto incide apenas sobre ganhos. Em períodos longos de retorno baixo do ouro, o peso da taxa tende a ser maior que o impacto tributário.

“Em tempos ruins pro ouro, de queda ou até pouco ganho, o efeito do imposto é menor, já que é cobrado sobre rentabilidade. E exatamente nesses momentos, em que você já está tendo prejuízo, a taxa mais alta cobrada pela XP vai ser um grande peso”, diz Luciana Seabra, diretora da Indê.

Um exemplo da simulação mostra que um investimento de R$ 1.000 entre novembro de 2020 e novembro de 2025 resultaria em: R$ 1.956 na estrutura antiga e R$ 1.913 na nova estrutura. No período, o ouro subiu 114%, o que indica que a nova configuração pode perder desempenho mesmo em ciclos positivos para o metal.

Recomendação muda e ETF entra na carteira

Diante da alteração, o relatório da Indê passa a recomendar o resgate dos fundos Trend Ouro e Trend Ouro Dólar.

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Como alternativa, os investidores podem buscar outros fundos de ouro disponíveis no mercado; ou investir diretamente no GOLD11, negociado em bolsa.

O ETF, que tem custo total de 0,55% ao ano, passou a integrar a carteira recomendada do estudo após melhora na aderência ao preço do ouro. O produto tem mais de 100 mil cotistas, gira cerca de R$ 30 milhões por dia e investe no ETF americano IAU, que possui ouro físico como lastro.

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