Em Nova York, os futuros avançam moderadamente, com destaque para o Nasdaq, enquanto na Europa o desempenho é misto e, na Ásia, o fechamento foi majoritariamente em alta.
No câmbio, o dólar apresenta leve valorização e os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, operam próximos da estabilidade.
Entre as commodities, o petróleo interrompe a sequência de ganhos recentes e opera estável, enquanto o minério de ferro avançou 0,31% em Dalian, a US$ 120,70 por tonelada.
No Brasil, o pano de fundo externo combinado à acomodação do petróleo pode contribuir para uma leitura mais benigna da curva de juros, ainda sensível à dinâmica inflacionária recente. A agenda doméstica concentra atenções nas vendas do varejo, em um momento de reavaliação das expectativas para a política monetária.
No pré-mercado, as ADRs da JBS recuavam em torno de 2% após divulgação de resultados fracos e abaixo do esperado, reforçando um tom mais seletivo entre os ativos. Investidores também acompanham agenda do Banco Central, incluindo falas de seus dirigentes e reuniões com agência de rating – uma agência de classificação de risco.