• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Ações do setor de saúde amargam perdas. É hora de comprar ou vender?

De todas as empresas do setor listadas na Bolsa, 70% estão com ações negativas desde agosto

Por Daniel Rocha

11/10/2021 | 4:00 Atualização: 11/10/2021 | 11:40

Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Foto: Tiago Queiroz/Estadão

De todas as empresas prestadoras de serviços médicos listadas na Bolsa, 70% apresentaram resultados negativos no valor das ações no acumulado de agosto até o último dia 8 de outubro. O levantamento feito pela Economatica, a pedido do E-Investidor, mostra que a operadora de saúde Qualicorp (QUAL3) e a rede de laboratórios Dasa (DASA3) foram as únicas companhias que registraram perdas acima de 20%. Mas na avaliação de analistas, o momento é de ir às compras para garantir bons retornos no futuro.

Leia mais:
  • Novo ETF da Itaú Asset aloca investimentos em tecnologias de saúde
  • Hapvida: entenda a queda no valor das ações
  • Setor de saúde tem impulso na Bolsa com avanço da vacinação
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

As razões são as mais diversas para o cenário de baixa no setor. Segundo Heloise Sanchez, analista da Terra Investimentos, o segmento teve grande destaque no início da pandemia, mas não tem conseguiu manter a performance com o avanço do controle da crise sanitária. Sanchez destaca o caso da Qualicorp, que viu as ações chegarem ao patamar de R$ 35,78, mas na última sexta-feira (8) estavam cotadas a R$ 19,27. Entre agosto e outubro, os papéis da operadora de saúde sofreram uma derrocada de 25,4%. O resultado crava a maior perda de todo o setor.

Para Rafael Rovai, analista da Inside Research, há outro motivo que pode ter contribuído para esse resultado: a grande presença de planos de saúde corporativos. “O fato do volume de beneficiários da empresa estar fortemente correlacionado com as expectativas em relação à economia e à taxa desemprego, já que a grande maioria dos planos de saúde é corporativa”, justifica.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Mas no contexto geral, Vitor Aguiar, analista do TC Matrix, ferramenta de análise fundamentalista do TC, cita o retorno da demanda geral dos serviços médicos como a principal justificativa para o baixo desempenho dos planos de saúde na bolsa. Segundo ele, as empresas tinham o melhor perfil de cliente até o ano passado: os que pagavam o plano, mas não usufruíam dos serviços.

“Os hospitais estavam lotados de pacientes com covid-19. Quando você vende um plano de saúde, você está vendendo um serviço para todos os tipos de doença. Por isso, as pessoas pagaram e não usaram”, afirma. Já nos últimos meses, com a queda nos casos de covid-19 e o avanço da vacinação, os clientes dos planos de saúde voltaram a demandar pelos demais serviços médicos, como consultas e exames de rotina. “Com a reabertura, as “doenças gerais” voltaram à tona”, diz.

Já em relação à rede de laboratórios Dasa, Armstrong Hashimoto, sócio da Venice Investimentos, cita a redução da liquidez como um dos motivos. Segundo ele, a empresa tinha muita liquidez na bolsa, mas decidiu recomprar por suas ações em 2014 e quase fechou o capital. Essa mudança reduziu a circulação dos papéis da empresa no mercado, o que prejudicou a sua avaliação. “Há poucas avaliações positivas e poucas recomendações devido ao baixo volume negociado”, afirma.

No mês de abril, porém, a empresa decidiu fazer um novo IPO. O problema é que a oferta pública de ações não atendeu as expectativas da companhia. “Eles esperavam alavancar cerca de R$ 5 bilhões e utilizar esse recurso para outras aquisições. No fim, foram colocados cerca de três bilhões de reais”, afirma. “A empresa continua com baixa liquidez e o preço do papel sofreu uma grande derrocada após o resultado desse novo IPO”, diz Hashimoto.

Publicidade

Veja a rentabilidade acumulada das empresas de serviços médicos:

Empresa Retorno entre agosto e outubro de 2021* Retorno nos últimos 12 meses**
Retorno no acumulado de 2021**
Alliar (AALR3) 26,04 19,33 15,14
Dasa (DASA3) -22,26 -31,38 -40,4
Fleury (FLRY3) -8,43 -21,67 -18,54
Hapvida (HAPV3) -9,48 0,66 -15,33
Ihpardini (PARD3) 13,18 -1,4 -0,97
Intermedica (GNDI3) -10 9,37 -7,77
Mater Dei (MATD3) -12,21 – –
Odontoprev (ODPV3) 11,28 18,79 2,69
Qualicorp (QUAL3) -25,4 -34,95 -40,57
Rede D Or (RDOR3) -2,16 – -0,73

*Entre 31/07 a 08/10 de 2021 / **até 8 de outubro de 2021

Fonte: Economática

 

Resultados positivos

Alliar (AALR3), Hermes Ihpardini (PARD3) e Odontoprev (ODPV3) foram as empresas que reportaram os melhores resultados do setor durante o período destacado pelo levantamento. Das três, a Alliar tem o maior destaque, com rentabilidade acumulada de 26,04% desde agosto. Na avaliação de Danielle Lopes, sócia da Nord Research, a empresa de diagnóstico médico por imagem tem um bom desempenho devido à tentativa de compra da Rede D´OR São Luiz, que animou os investidores.

“Eles (Rede D´OR São Luiz) chegaram a anunciar a oferta e logo depois entrou o empresário Nelson Tanure na disputa. Essa “briga” chamou a atenção do mercado e a ação da Alliar disparou”, afirma. Segundo ela, a empresa de diagnóstico Hermes Ihpardini também se beneficiou desse momento de negociação. “O mercado imaginou que a próxima que poderia ou receber alguma oferta de compra, ou querer entrar na transação de compra de Alliar, poderia ser PARD 3. Mesmo sendo apenas especulação, isso mexeu no preço”, diz.

Publicidade

Já sobre a Odontoprev, Lopes aponta a volatilidade do mercado como a principal justificativa. “Se você olhar como um recorte de seis meses, as ações da Odontoprev ficaram de lado. Recentemente, deu um salto, mas isso é mais volatilidade do mercado”, afirma.

Repercussões negativas

O envolvimento das empresas em acusações de irregularidades durante a pandemia também pode ter contribuído para o acúmulo negativo no valor das ações. É o caso da Hapvida, que sofreu com uma derrocada de 2% no valor dos papéis após ser citada na CPI da Covid-19, no dia 22 de setembro. Nas últimas semanas, a operadora de saúde entrou novamente no radar do mercado ao ser acusada de ter pressionado médicos a receitarem a pacientes medicamentos considerados ineficazes contra a covid-19.

Apesar da repercussão negativa para a imagem da operadora de saúde, alguns analistas não consideram esse cenário como determinante para a queda registrada no período. “Se as repercussões mexem no preço? Sinceramente, acredito que ainda não. Talvez, no futuro, caso tenha grande relevância para dentro de grandes fundos, aí sim. Eu acho que esse assunto tem relevância, mas ainda não faz preço”, afirma Lopes, da Nord.

Hashimoto, da Venice, tem a mesma percepção. Segundo o especialista, a exposição das empresas em polêmicas negativas não fazem o valor das ações saltarem, mas também não são responsáveis por fortes quedas. “Essa exposição não tem nada de positivo, mas não vimos aqui um grande impacto no valor por causa da CPI da Covid”, cita.

No caso específico da Hapvida, as recentes quedas no valor das ações se devem, na avaliação dele, às incertezas da fusão da companhia com o Grupo Notre Dame Intermédica. “As baixas mais recentes são muito por conta do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) protelar a fusão das duas companhias”, afirma.

Recomendações

Mesmo com os resultados negativos para a maioria das empresas, os analistas avaliam o momento como ideal para ir às compras. É o caso da avaliação de Aguiar, do TC. Segundo o analista, o valor das ações segue barato e tende a ter uma apreciação a médio e longo prazos. “É natural do ser humano ter um certo pessimismo, mas o investidor precisa mudar essa mentalidade e entender que a hora de comprar é esse momento”, afirma.

Publicidade

Já Lopes, da Nord, recomenda aos investidores a compra das ações da Hermes Ihpardini e da Rede D´OR São Luiz. “A Rede D´OR, por exemplo, é uma das empresas que mais crescem no setor. Eles fazem muitas aquisições e fazem muito bem. Os players que vieram depois tentaram imitar”, aponta. A Rede D´OR também é uma das recomendações da Terra Investimentos, que está com um preço-alvo de R$ 84. A outra aposta da casa é a Fleury, com preço-alvo de R$ 30.

Rovai, da Inside Research, também recomenda a compra das ações do setor. De acordo com o analista, há uma perspectiva de retomada do setor no longo prazo. “O nível de churn (taxa de rotatividade) deve voltar aos patamares históricos com a retomada da economia e do número de empregos. Estamos otimistas quanto ao investimento que vem sendo feito na digitalização e em canais de vendas”, afirma.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3
Cotações
08/01/2026 10h55 (delay 15min)
Câmbio
08/01/2026 10h55 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Aposta de US$ 30 mil vira mais de US$ 400 mil após captura de Maduro e levanta suspeitas de insider trading

  • 2

    Carteiras recomendadas para janeiro de 2026

  • 3

    Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

  • 4

    Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor

  • 5

    Pé-de-Meia 2026: veja o calendário de pagamentos para estudantes que concluíram o ensino médio

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Tem direito ao saldo retido do FGTS e não recebeu? Veja o que fazer
Logo E-Investidor
Tem direito ao saldo retido do FGTS e não recebeu? Veja o que fazer
Imagem principal sobre o Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Logo E-Investidor
Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Imagem principal sobre o Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Logo E-Investidor
Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Imagem principal sobre o Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Imagem principal sobre o CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Logo E-Investidor
CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Imagem principal sobre o Como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz?
Imagem principal sobre o Como vai funcionar a emissão digital do Documento Único de Arrecadação no IPVA do Espírito Santo?
Logo E-Investidor
Como vai funcionar a emissão digital do Documento Único de Arrecadação no IPVA do Espírito Santo?
Últimas: Mercado
Cotas da China derrubam ações de frigoríficos, mas reação do mercado foi exagerada; entenda por quê
Mercado
Cotas da China derrubam ações de frigoríficos, mas reação do mercado foi exagerada; entenda por quê

Imposição de tarifa adicional de 55% de Pequim para carne bovina importada atingiu em cheio JBS, Minerva e Marfrig; veja recomendações e preços-alvo

08/01/2026 | 10h30 | Por Leo Guimarães
Bolsas globais caem com ajuste de risco, dados de emprego nos EUA e tensão envolvendo Venezuela
CONTEÚDO PATROCINADO

Bolsas globais caem com ajuste de risco, dados de emprego nos EUA e tensão envolvendo Venezuela

Patrocinado por
Ágora Investimentos
CDBs do Banco Master: a peça que está impedindo o FGC de pagar os investidores
Mercado
CDBs do Banco Master: a peça que está impedindo o FGC de pagar os investidores

Fundo Garantidor de Crédito irá ressarcir até R$ 250 mil investidos em CDBs do Master, incluindo os juros devidos até a data da liquidação

08/01/2026 | 05h30 | Por Jenne Andrade
Ibovespa hoje oscila com crise do Master, tensões entre EUA e Venezuela e produção industrial no radar
Mercado
Ibovespa hoje oscila com crise do Master, tensões entre EUA e Venezuela e produção industrial no radar

O tom negativo no exterior penaliza a Bolsa hoje, embora a alta do petróleo seja favorável. Veja como o Ibov reage hoje (8)

08/01/2026 | 04h30 | Por Camilly Rosaboni

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador