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Mercado

Balanços das big techs: o que o mercado espera?

Resultados de empresas de tecnologia começam a ser divulgados nesta quarta-feira (19)

Por Rebecca Crepaldi

19/07/2023 | 13:25 Atualização: 19/07/2023 | 13:25

Tesla vai divulgar balanço do segundo trimestre. Foto: Florence Lo/REUTERS
Tesla vai divulgar balanço do segundo trimestre. Foto: Florence Lo/REUTERS

A temporada de balanços das big techs norte-americanas será aberta no fim desta quarta-feira (19), com a divulgação do resultado da Tesla (TSLA34) no segundo trimestre. Nos dias seguintes, serão conhecidos os resultados de Nvidia (NVDC34), Meta (M1TA34), Amazon (AMZO34), Apple (AAPL34), Alphabet (GOGL34) e Microsoft (MSFT34) no mesmo período.

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“Para as big techs (ou, como foram apelidadas mais recentemente, as ‘sete magníficas’), as expectativas vão além dos números. Depois de subirem entre 40% e 200% no ano e impulsionarem o S&P para um desempenho acumulado de janeiro-junho de mais de 18%, os investidores vão buscar números que justifiquem a valorização desses papéis”, pontua Gabriela Joubert, estrategista-chefe do Inter.

O S&P, que reúne as 500 melhores empresas dos EUA, avançou 18,63% até esta terça-feira (18), impulsionado pelas techs. Entretanto, ao olhar somente para elas, o índice Nasdaq, que engloba somente empresas de tecnologia, se destaca. No acumulado do ano, o índice registra alta de 37,14%.

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“A alta do índice Nasdaq mostra uma resiliência maior das empresas de tecnologia frente às tradicionais. Mas isso é puxado por algumas empresas de tecnologia específicas, que são aquelas que seguem o caminho da inovação, que olham para o futuro”, ressalta Junior Borneli, fundador da Startse.

As empresas a que Borneli se refere são as sete big techs que estão apostando, principalmente, em Inteligência Artificial (IA). Além desse fator, ele ressalta que essas empresas atuam em outros mercados além dos EUA, saindo na vantagem por terem consumidores espalhados por diversas geografias.

“Todas essas empresas estão atuando fortemente com IA. Algumas delas mais próximas do cliente, como a Microsoft, com o Chat GPT, ou o Google com Bird. Já outras estão um pouco na retaguarda, como a Meta, que usa IA para suportar outras tecnologias”, afirma.

Pedro Marcatto, da B.Side Investimentos, concorda que essas empresas de tecnologia foram o grande destaque do semestre e por conta da IA. Ele também ressalta que tais companhias estão no cotidiano da maioria das pessoas, demonstrando certa perenidade de consumo e acesso.

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Os especialistas ouvidos pelo E-Investidor destacam a Microsoft como uma empresa na qual o mercado está de olho. Joubert farirma que os investidores têm apostado na companhia, que deverá ser acompanhada de perto, já que “o mercado está ansioso pelos impactos da compra do ChatGPT no balanço da companhia”.

Para Marcatto, a companhia também está muito bem-posicionada no desenvolvimento da IA, que vai além do Chat GPT, englobando lançamentos de dispositivos de realidade virtual, como o Holo Lens. “A empresa tem um portfólio muito diverso, além do software, hoje produz também hardwares, como o Surface, e atua com relevância na indústria dos games, afinal é dona da marca Xbox”, completa Marcatto.

A Microsoft também conta com participações relevantes e/ou controles de grandes marcas da internet, como Linked-In e Activision Blizzard, além dos próprios serviços digitais que fornece, que compõem o pacote Office.

Apple (AAPL34) também está no jogo

Na briga dos resultados mais esperados, Richard Camargo, analista da Empiricus Research, diz que a principal escolha da casa é a Apple. “Ela teve uma performance excelente neste ano, subindo mais de 40%. Para a gente, ela tem vias de crescimento, mesmo já sendo do tamanho que é”, destaca.

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O analista conta que a Apple tem como principal foco hoje a expansão geográfica na Índia, o que é uma boa estratégia, já que é um grande mercado pouco explorado pela empresa. Além disso, a empresa segue crescendo seu portfólio de produtos, com o lançamento recente do Vision Pro, óculos de realidade virtual. “É o novo produto da Apple desde o lançamento do iPad, se a gente considerar plataformas e não os periféricos, como os fones e o Apple Watch”.

Nvidia (NVDC34) pode ficar mais “ofuscada”

Camargo aponta que a casa tem recomendação para cinco das sete principais empresas de tecnologia, ficando de fora somente Nvidia e Tesla. Isso porque, em sua análise, a empresa já estaria com um preço elevado. “A gente entrou nessa ação em meados de 2017 e 2018, quando estava cerca de US$ 80. Nos desfizemos da ação neste ano por, aproximadamente, US$ 400. Então foi uma história de sucesso. Mas acredito que já está muito bem precificada e eu não acho mais interessante as ações nesse patamar de preço atual”.

Para quem quer investir nas big techs, Marcatto, da B.Side Investimentos, lembra que os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) podem serm uma opção, já que dão direito ao recebimento de dividendos normalmente e podem ser convertidos em stocks na corretora estrangeira do investidor.

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Camargo também acredita que valha a pena e recomenda aos investidores reforçarem posições nas ações no exterior, neste momento, por conta do dólar em torno de R$ 4,80.

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