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Mercado

BC reduz reserva obrigatória dos bancos e dólar passa a cair

Foto: Pixabay

(Silvana Rocha, Estadão Conteúdo) O dólar começou a sessão com leve alta, mas passou a cair em seguida em meio ao recuo de toda a curva de juros após a redução do compulsório sobre recursos a prazo, de 25% para 17%, anunciada pouco antes da abertura dos mercados pelo Banco Central. Com isso, a expectativa é de que sejam liberados às instituições financeiras R$68 bilhões a partir do dia 30 de março.

Entrevista agora do presidente do BC, Roberto Campos Neto, está sendo monitorada em todos os mercados. Ele disse que “é importante manter condições monetárias estimulativas, sem prejudicar inflação”. Também é precificado por investidores expectativas de novo corte da Selic no Copom de maio, após o BC ter reforçado na ata da reunião da semana passada, divulgada hoje cedo, que está pronto para agir conforme novos dados.

O economista da Haitong, Flávio Serrano, afirma manter expectativa de corte de 0,50 ponto no Copom de maio. A Selic foi reduzida em 0,50 ponto, para 3,75% na quarta-feira passada. O mercado repercute ainda a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de autorizar o BC a dar empréstimos a instituições financeiras garantidos em debêntures e de autorizar os bancos a captarem por meio de depósitos a prazo com garantia especial (DPGE).

Na abertura, o dólar subiu frente o real, acompanhando a valorização ante outras moedas emergentes ligadas a commodities devido à tensão com a pandemia do coronavírus. Mas rapidamente o sinal se inverteu para baixo, influenciado pela melhora no exterior após o Federal Reserve anunciar novos estímulos econômicos em meio à pandemia de coronavírus. Às 9h26, o dólar à vista caía 0,11%, a R$ 5,0224. O dólar futuro para abril recuava 0,80%, a R$ 5,0250.

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