A Gafisa (GFSA3) recorreu da decisão judicial que determinou a suspensão de seu CNPJ, medida apontada pela B3 no início do mês. Segundo a empresa, a decisão não é definitiva e ainda aguarda análise em instâncias superiores.
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A Gafisa (GFSA3) recorreu da decisão judicial que determinou a suspensão de seu CNPJ, medida apontada pela B3 no início do mês. Segundo a empresa, a decisão não é definitiva e ainda aguarda análise em instâncias superiores.
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O questionamento da B3 ocorreu após decisão da 28ª Vara Cível de São Paulo em um processo de indenização por atraso na entrega de um imóvel. A medida prevê a suspensão do CNPJ da Gafisa e de outras empresas do grupo, com base no alegado descumprimento reiterado de ordens judiciais.
Em resposta, a companhia afirmou que a ação envolve cerca de R$ 120 mil e está relacionada a um empreendimento concluído há anos no interior paulista.
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A Gafisa sustenta que não houve recusa em cumprir determinações judiciais, mas sim a adoção de medidas para garantir o juízo, como a indicação de bens à penhora – que, segundo a empresa, foram rejeitadas pela parte autora.
A companhia acrescenta que segue exercendo seu direito de defesa e demonstra confiança em um desfecho favorável nas instâncias superiores. Ao mesmo tempo, não descarta a possibilidade de uma solução negociada para encerrar o litígio.
No comunicado, a Gafisa também ressalta que o caso não envolve acionistas nem valores mobiliários, avaliando que não há elementos que justifiquem a atuação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou da própria B3 no tema.
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