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Mercado

Ibovespa hoje: Assaí (ASAI3) e Azul (AZUL4) tombam; só 9 ações se salvam de queda

Investidores seguiram monitorando as tensões no Oriente Médio, enquanto preços do petróleo dispararam

Por Beatriz Rocha

03/10/2024 | 18:39 Atualização: 04/10/2024 | 13:04

Unidade do supermercado atacadista da rede Assaí (ASAI3) em São Paulo (Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO)
Unidade do supermercado atacadista da rede Assaí (ASAI3) em São Paulo (Foto: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO)

O Ibovespa hoje foi impactado pelo clima de maior aversão ao risco global e terminou a sessão em queda. Nesta quinta-feira (3) marcada pela cautela em torno das tensões entre Israel e Irã, o principal índice da B3 fechou em baixa de 1,38% aos 131.671,51 pontos, depois de oscilar entre máxima a 133.513,80 pontos e mínima a 131.176,48 pontos, com volume negociado de R$ 23 bilhões.

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Em conversa com jornalistas, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, admitiu haver uma discussão para definir se os Estados Unidos apoiarão o ataque de Israel a instalações petrolíferas do Irã. Ao ser questionado sobre “permitir” retaliações israelenses, o americano enfatizou que não atribui permissões ao país aliado, mas apenas o “aconselha”.

“Com a escalada do conflito no Oriente Médio, o mercado acionário global apresenta um grau adicional de risco a ser ponderado pelos investidores”, afirma Anderson Silva, especialista em mercado de capitais e sócio da GT Capital. “Se já não fosse suficiente o cálculo de risco e retorno baseado em variáveis como inflação, taxa de juros, valuation das empresas, lucros, entre outros, agora surge a variável ‘conflito’, capaz de abalar qualquer tese de investimento fundamentada em premissas econômicas”, afirma.

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As declarações de Biden contribuíram, no entanto, para a disparada das cotações do petróleo. Ao final do dia, na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para novembro fechou em alta de 5,14%, a US$ 73,71 o barril, enquanto o Brent para dezembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), subiu 5,03%, a US$ 77,62 o barril. Ambos alcançaram seus maiores níveis desde agosto.

O desempenho positivo da commodity contribuiu para a valorização de petroleiras do Ibovespa. O destaque ficou com a Petrorecôncavo (RECV3), que subiu 1,83% e liderou os ganhos do setor. De grande peso para o índice da B3, Os papéis ordinários da Petrobras (PETR3) avançaram 1,35%, enquanto os preferenciais (PETR4) tiveram alta de 1,23%. Já Prio (PRIO3) e Brava Energia (BRAV3) registraram ganhos de 1,11% e 1,14%, respectivamente.

No total, apenas nove ações do Ibovespa fecharam o dia em alta. Além das petroleiras, quem também se salvou da queda foram Natura (NTCO3), Yduqs (YDUQ3), Iguatemi (IGTI11) e São Martinho (SMTO3), que subiram 2,59%, 1,63%, 0,47% e 0,51%, respectivamente.

Em Nova York, S&P 500 caiu 0,17%, enquanto Dow Jones e Nasdaq tiveram perdas de 0,44% e 0,04%, respectivamente, também contaminados pelo aumento da aversão ao risco nos mercados acionários. Investidores agiram ainda com cautela antes do payroll (relatório oficial de emprego dos Estados Unidos) de setembro, que será divulgado na sexta-feira (4).

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O dólar, por sua vez, fechou em alta de 0,53% cotado a R$ 5,4735, depois de oscilar entre máxima a R$ 5,5113 e mínima a R$ 5,4518. O desconforto dos investidores à escalada do conflito entre Israel e Irã gerou uma busca pela moeda americana globalmente, afinal, a divisa é considerada um ativo seguro.

As maiores altas do Ibovespa hoje

As três ações que mais valorizaram no dia foram Natura (NTCO3), Petrorecôncavo (RECV3) e Yduqs (YDUQ3).

Natura (NTCO3): +2,59%, R$ 14,63

As ações da Natura (NTCO3) lideraram os ganhos do Ibovespa e terminaram o dia em valorização de 2,59% a R$ 14,63. A gestora de investimentos Baillie Gifford aumentou a participação acionária na empresa, alcançando 69.932.590 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, equivalentes a 5,04% do total de papéis de emissão da companhia.

A casa informou que o aumento da participação tem por objetivo o investimento na empresa, sem intenção de alterar sua composição de controle ou estrutura administrativa.

A NTCO3 sobe 4,13% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 9,8%.

Petrorecôncavo (RECV3): 1,83%, R$ 18,38

Outro destaque positivo foi a Petrorecôncavo (RECV3), que avançou 1,83% a R$ 18,38. Os papéis da empresa foram beneficiados pela valorização dos contratos futuros de petróleo no exterior, que subiram mais de 5% no dia.

A RECV3 avança 3,72% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 9,9%.

Yduqs (YDUQ3): 1,63%, R$ 9,37

Quem também se saiu bem foi a Yduqs (YDUQ3), que avançou 1,63% a R$ 9,37. Nenhuma notícia específica sobre a empresa, no entanto, foi monitorada pelos investidores no dia.

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A YDUQ3 está em alta de 1,96% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 57,45%.

As maiores quedas do Ibovespa hoje

As três ações que mais desvalorizaram no dia foram Assaí (ASAI3), Azul (AZUL4) e Carrefour (CRFB3).

Assaí (ASAI3): -5,73%, R$ 6,74

Os papéis do Assaí (ASAI3) caíram 5,73% a R$ 6,74 e lideraram as perdas do Ibovespa, ainda pressionados pela notícia de que a companhia recebeu um termo de arrolamento de ativos da Receita Federal, envolvendo um montante de R$ 1,265 bilhão. Essa medida é resultado de contingências tributárias relacionadas ao Pão de Açúcar (PCAR3).

A ASAI3 está em baixa de 9,77% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 50,18%.

Azul (AZUL4): -4,81%, R$ 5,94

Outro papel que se saiu mal no dia foi a Azul (AZUL4), que cedeu 4,81% a R$ 5,94. Os ativos da companhia aérea apagaram parte dos ganhos registrados na véspera, quando subiram 4,87% e registraram a segunda maior alta do Ibovespa.

A AZUL4 cede 4,81% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 62,9%.

Carrefour (CRFB3): -4,74%, R$ 8,64

Na lista de principais baixas do Ibovespa hoje, estiveram ainda as ações do Carrefour (CRFB3), que cederam 4,74% a R$ 8,64. Os papéis estenderam as perdas de quarta-feira (2), quando recuaram 1,95%, entre as maiores quedas do índice.

A CRFB3 recua 6,59% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 30,6%.

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*Com Estadão Conteúdo

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