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Mercado

Ibovespa em julho dá forte sinal de que investidor pode esperar virada de mesa em agosto. Veja por quê

Confira também as ações que se destacaram no mês; Embraer liderou os ganhos no início do 2º semestre

Por Daniel Rocha

31/07/2024 | 17:39 Atualização: 31/07/2024 | 18:07

O Ibovespa encerrou julho aos 127.651,81 pontos e com uma valorização de 3% no acumulado mensal, a maior alta de 2024 (Foto: Envato Elements)
O Ibovespa encerrou julho aos 127.651,81 pontos e com uma valorização de 3% no acumulado mensal, a maior alta de 2024 (Foto: Envato Elements)

O Ibovespa, principal índice da Bolsa, encerrou julho aos 127.651,81 pontos após registrar uma valorização de 3% no acumulado mensal, sendo a maior alta de 2024. O desempenho reflete, principalmente, o retorno gradual dos investidores estrangeiros ao Brasil diante da expectativa para o início do corte de juros nos Estados Unidos. Caso essa projeção se concretize, os títulos públicos norte-americanos devem perder a sua atratividade e, em contrapartida, podem aumentar o apetite a risco dos gringos, que devem migrar para os mercados emergentes em busca de retornos ainda melhores.

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Segundo os dados mais recentes da B3, pela primeira vez em 2024 a captação líquida (a diferença entre entrada e saída) do capital estrangeiro encerrou o mês com um saldo positivo de R$ 7,4 bilhões. Embora seja insuficiente para reverter a saída de R$ 31,4 bilhões no acumulado do ano, o fluxo de julho sinaliza que esse movimento pode ganhar força em agosto à medida que o mercado financeiro global tiverem uma maior clareza de quando o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) irá realizar o primeiro corte dos juros nos EUA.

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Na última reunião, realizada nesta quarta-feira (31), a autoridade monetária americana decidiu manter os juros no intervalo de 5% a 5,25%, mas informou que a possibilidade de corte de juros em setembro entrará em discussão caso a inflação recue conforme as projeções. Paralelo a isso, o desconto (preços negociados abaixo do valor ideal) das ações da Bolsa de Valores transforma o Brasil em um dos destinos do capital dos investidores estrangeiros, o que pode garantir um desempenho ainda mais positivo em agosto.

“A ideia é que esse fluxo aumente conforme o ciclo de queda de juros dos EUA inicie de fato. Mas o Ibovespa poderia ter sido mais beneficiado. Vimos que, ao longo do mês, uma parte da valorização se desfez com o risco fiscal”, diz Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos. Isso acontece porque o mercado financeiro enxerga um aumento da inflação nos próximos anos diante do desequilíbrio das contas públicas em função do aumento dos gastos e do esgotamento político nas pautas de arrecadação via criação de novos impostos.

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Esse cenário ficou mais evidente em abril, quando a equipe econômica alterou as metas fiscais de 2024, 2025 e 2026. Desde então, o mercado cobra do Poder Executivo medidas de corte de gastos para reduzir as projeções de inflação e cumprir as regras do novo arcabouço fiscal. A pressão ao longo dos últimos três meses fez com que o governo recuasse e apresentasse na reta final de julho o congestionamento de R$ 15 bilhões para garantir o cumprimento da meta fiscal de 2024.

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Os detalhes da contenção de gastos foram anunciados na última terça-feira (30). Já a pasta das Cidades sofreu um congelamento de R$ 2,134 bilhões, enquanto o de Transporte e de Educação tiveram bloqueios de R$ 1,512 bilhão e de R$ 1,284 bilhão, respectivamente.  Apesar da iniciativa ter sido avaliada como positiva pelo mercado, os investidores ainda esperam novas sinalizações de redução dos gastos para que as metas fiscais nos próximos anos sejam respeitadas pelo governo. A ausência de iniciativas com esse objetivo, além de interromper o ciclo de queda de juros no Brasil, ajudou a estimular o debate entre os agentes econômicos sobre a necessidade de uma retomada do aperto monetário no Brasil no curto prazo.

  • Leia também: “O momento sugere retomar alta dos juros no Brasil”, diz XP Asset

“O mercado começou a revisar a Selic mais para cima. Mas se tivermos alguma sinalização de comprometimento fiscal, podemos ter uma valorização das ações e redução da curva de juros futuros no Brasil”, diz Ricardo França, analista da Ágora Investimentos. Ou seja, a queda da Bolsa está mais relacionada ao “fator Brasil” do que pelo cenário de juros em patamares elevados no exterior e será determinante para reverter a desvalorização de 5% no acumulado do ano.

O que esperar do Ibovespa em agosto?

Os ganhos de 3% no acumulado de julho corresponderam ao melhor desempenho do principal índice da B3 em 2024, segundo os dados da Economatica. E dado às projeções para a trajetória dos juros dos EUA, as chances do Ibovespa dar continuidade ao movimento de valorização aumentam com a retomada do interesse dos investidores estrangeiros em aportar recursos nos mercados emergentes, como o do Brasil. Os resultados corporativos referentes ao segundo trimestre também devem direcionar os rumos do Ibovespa em agosto e garantir um fôlego a mais.

Veja a performance do Ibovespa em 2024

Mês Retorno do Ibovespa
Janeiro -4,79%
Fevereiro 0,99%
Março -0,71%
Abril -1,70%
Maio -3,04%
Junho 1,48%
Julho 3%*
Fonte: Economatica/*Dados do Broadcast

“Até o fim da primeira quinzena de agosto, haverá um reajuste das percepções do mercado sobre o potencial de crescimento e geração de valor das empresas. A depender do resultado, pode adicionar uma volatilidade mais forte para a Bolsa de Valores”, diz Laís Martins, sócia da Fundamenta Investimentos. O balanço da Petrobras (PETR3; PETR4), previsto para ser divulgado no dia 8 de agosto, é um dos mais aguardados pelo mercado.

Na segunda-feira (29), a petroleira divulgou o seu relatório de produção e vendas que deu sinais do que esperar do balanço corporativo da estatal. Como mostramos nesta reportagem, os analistas acreditam que a companhia pode entregar um lucro em linha com as expectativas do mercado após reportar uma alta de 2,4% na produção de barris diários (boed) de óleo em relação ao mesmo período de 2023.

  • Confira ainda: Se o Brasil fizer a lição de casa, a Bolsa subirá como pólvora, diz Franklin Templeton

Já em relação aos dividendos, a espera é que os valores continuem atrativos para os investidores ao passo de possibilitar em uma valorização do papel da Petrobras. Os cálculos da Ativa Investimento, por exemplo, apontam um pagamento de proventos em torno de R$ 1,05 por ação referente ao balanço corporativo. Caso haja uma continuidade desse ritmo de pagamento até o fim do ano, o dividend yield (rendimento de dividendos) anualizado deve chegar a 11,2%. A XP, por sua vez, estima uma distribuição total de US$$ 2,7 bilhões em dividendos.

Os balanços dos bancos, como Itaú Unibanco (ITUB3; ITUB4), de seguradoras, como BB Seguridade (BBSE3), também estão entre os mais aguardados pelos investidores e com o maior potencial de influenciar no direcionamento da Bolsa. A agenda em Brasília também deve ter seu papel nos rumos do Ibovespa nos próximos dias. Se houver uma sinalização de compromisso com a agenda fiscal além dos R$ 15 bilhões contingenciados, o mercado deve acompanhar uma recuperação mais acentuada do IBOV.

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Caso contrário, apenas os juros dos EUA e os resultados operacionais das companhias serão responsáveis por trazer fôlego para o índice. A boa notícia é que as cotações das ações das empresas brasileiras já incluem a precificação do risco fiscal do Brasil e uma possível retomada do ciclo de aperto monetário no País. “O mercado de juros futuros já precifica uma alta de até 100 pontos-base (equivalente a 1 ponto porcentual) neste ano. Então, boa parte dos preços dos ativos incorpora esse cenário de incerteza”, diz Akamine. Isso significa que caberá ao investidor analisar daqui para frente os riscos de uma alta além de 1 ponto porcentual da Selic.

Quais foram as ações da Bolsa que mais subiram em julho?

As ações da Embraer (EMBR3) apresentaram a maior valorização de julho entre as empresas do Ibovespa ao registrar um avanço de 21,19% no acumulado mensal. O bom desempenho tem relação à forte valorização visto que a companhia se beneficia ao vender as aeronaves na moeda norte-americano e também pelo o atual momento das suas operações.

Segundo o BTG Pactual, a Embraer apresenta uma melhoria em todas as divisões da empresa (Comercial, Aviação Executiva, Defesa e Serviços), combinado com uma perspectiva de alta dos lucros e papel negociado abaixo do valor considerado justo. Dado a essas qualidades, Gustabo Bertotti, economista-chefe da Fami Capital, acredita que o mercado enxerga a Embraer como uma empresa bastante sólida. “O ponto principal dela é uma previsibilidade de receita para esse ano e o ano que vem, o mercado dela está aquecido”, diz Bertotti.

  • Embraer ataca mercado de US$ 111 bi e conquista bancos com ‘carro voador’ para 2026. Vale investir?

As ações da Weg (WEGE3) também ganharam visibilidade na bolsa com um avanço de 20,22% após a companhia entregar um lucro líquido de R$ 1,44 bilhão referente ao segundo trimestre. O volume é 5,4% maior em relação ao apurado durante o mesmo período do ano passado. Os bons números ajudaram a empresa a alcançar pela primeira vez a cotação dos R$ 50. Segundo a Ativa Investimentos, a consolidação das operações da Regal Rexnord, empresa de motores industriais comprada no fim de 2023, ajudaram a impulsionar o operacional da Weg, o que ajudou o Retorno sobre o Capital Investido (ROIC) chegar a 37,4%.

“Enxergamos com bons olhos os avanços na rentabilidade, mesmo com custos mais elevados. No geral, gostamos de resultado, mas ainda enxergamos seu valuation elevado”, informou a Ativa Investimentos em relatório. Já os papeis da Sabesp (SBSP3) registraram uma alta de 18,3% em meio a repercussão do mercado com a conclusão do processo de privatização da estatal. Para a XP, a nova fase da Sabesp aumenta as expectativa entre os investidores para uma melhora operacional nos próximos trimestres.

“Nessa nova realidade, esperamos melhores entregas operacionais da ‘nova’ Sabesp, que deve fechar sua lacuna com os pares privados”, afirmou a corretora, em relatório. As ações de Vivara (VIVA3) e Vamos (VAMO3) também foram destaques no Ibovespa no último mês. As duas empresas conseguiram entregar uma valorização acima de 14,85% e de 14,00%%, respectivamente, no acumulado de julho. Confira o ranking:

As cinco maiores altas do Ibovespa em julho

Ação Retorno
Embraer (EMBR3) 21,19%
Weg (WEGE3) 20,22%
Sabesp (SBSP3) 17,70%
Vivara (VIVA3) 14,85%
Vamos (VAMO3) 14,00%
Fonte: Broadcast

Com informações do Broadcast

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