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Mercado

Judicialização das eleições americanas é o pior cenário para o mercado

Trump ameaçou ir à Suprema Corte pedir a paralisação da apuração dos votos

Por Jenne Andrade

04/11/2020 | 20:28 Atualização: 05/11/2020 | 8:19

Donald Trump durante evento de campanha em Miami. (Brendan Smialowski/ AFP)
Donald Trump durante evento de campanha em Miami. (Brendan Smialowski/ AFP)

Na disputa entre Donald Trump e Joe Biden, o mercado está do lado do desfecho mais rápido possível da corrida eleitoral. Com a indefinição sobre quem será o presidente da maior economia do mundo se arrastando, em uma disputa apertada entre republicanos e democratas, as Bolsas de Valores seguem ‘no escuro’.

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A incerteza pela demora na conclusão das eleições era uma possibilidade já estudada pelo mercado financeiro. Contudo, o pior ainda pode estar por vir com uma eventual judicialização do resultado, o que elevaria ainda mais o nível de estresse.

“O pior para o mercado seria um dos dois candidatos sair vencedor e o outro contestar na Justiça, já que o processo pode durar semanas ou até meses. Isso levaria a uma indefinição do resultado [ainda mais] prolongada. E, como sabemos, os mercados não gostam de indefinições”, explica Roberto Indech, estrategista-chefe da Clear Corretora.

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Pelo que se desenha, há chances de o mercado viver esse pesadelo. Na manhã desta quarta-feira (04), antes do fim da contagem de votos em diversos estados, o atual presidente dos EUA declarou que havia ‘vencido’ as eleições e que iria à Suprema Corte para paralisar as contagens de votos e evitar uma suposta fraude, mesmo sem provas de que tenham ocorrido irregularidades.

Não é a primeira vez que o republicano dá a entender que, se perdesse, levaria a briga a uma instância judicial. Em comício realizado na Carolina do Norte, na última segunda-feira (02), Trump disse a apoiadores que teria advogados preparados para travar uma batalha judicial assim que a eleição acabasse.

Para Ricardo Jacomassi, sócio da TCP Partners, o resultado direto de uma judicialização seria a instabilidade na Bolsa nas próximas semanas, principalmente no mercado de moedas.

“Nesse cenário, esperamos que o dólar caminhe para uma trajetória mais volátil, e isso envolve risco”, explica o especialista. “Por isso, não seria aconselhável operar moedas nesse período”, diz.

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Além de prolongar a ansiedade dos mercados, pautas urgentes seriam deixadas de lado para dar palco a um longo processo judicial. “Temos demandas geopolíticas e de saúde muito importantes, principalmente com relação aos acordos com a China e às políticas de enfrentamento à covid-19”, afirma Jacomassi. “Sem definição do presidente, tudo isso fica em espera.”

Com a possível eleição do democrata, o mercado espera um alívio dos conflitos com a China. Além disso, Biden tem uma postura mais preocupada com questão sociais e ambientais, o que faz a atenção dos especialistas se voltar para a situação fiscal dos EUA. A vitória de Biden também poderia significar aumento de impostos para os mais ricos e grandes empresas e regulamentação das bigtechs.

“Vemos os mercados subindo forte hoje [quarta-feira, 4], porque, mesmo que Biden saia vencedor, ele não teria o Senado ao seu lado. Isso impossibilitaria uma elevação de impostos, prometida por ele”, explica Indech.

Já sob Trump, o embate com o país asiático deve perdurar, mas com um cenário de menos impostos para empresas e de favorecimento de alguns acordos com o Brasil.

Empresas consolidadas são porto seguro

Mesmo que uma disputa judicial se inicie e adicione volatilidade aos mercados, as empresas consolidadas continuam sendo um porto seguro para o investidor.

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“As grandes companhias, como os bancos e as empresas do setor de energia, já surfaram nesses cenários de risco no passado. Não seria o momento de vender essas ações”, diz Jacomassi.

Também é necessário atenção com os Brazilian Depositary Receipts (BDRs), papéis negociados na B3 que funcionam como espelho de ativos do exterior.

“Caso Joe Biden saia vencedor, o resultado pode ter uma repercussão negativa para os BDRs de tecnologia, já que eles podem ser prejudicados por uma possível regulação prometida pelo novo presidente”, explica Indech.

Apple (AAPL34), Google (GOGL34) e Amazon (AMZO34), por exemplo, são empresas de tecnologia com opções de BDRs disponíveis ao investidor brasileiro.

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