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Mercado

Para Barsi, Magazine Luiza irá quebrar um dia. O que pensa o mercado?

O megainvestidor não tem boas perspectivas para o setor varejista brasileiro

Por Jenne Andrade

11/07/2022 | 9:26 Atualização: 11/07/2022 | 12:36

O bilionário Luiz Barsi é o maior investidor pessoa física da B3 (Foto: ALEX SILVA/ESTADAO)
O bilionário Luiz Barsi é o maior investidor pessoa física da B3 (Foto: ALEX SILVA/ESTADAO)

Para Luiz Barsi, maior investidor pessoa física da B3, o Magazine Luiza (MGLU3) pode ter um destino dramático: a falência. E não apenas a empresa da família Trajano, mas boa parte do e-commerce brasileiro pode ter esse mesmo fim.

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“Pelo menos 40 empresas de varejo quebraram e as próximas quebrarão. Magazine Luiza um dia vai quebrar. Não sei quando, mas vai. Eu não sou profeta, estou falando em termos de histórico. A Máquina de Vendas e Via também estão penduradas”, afirmou Barsi em entrevista ao podcast Irmãos Dias em junho, ao ser questionado sobre quando é o momento de vender uma ação.

Na avaliação do bilionário, as varejistas não têm uma operacionalização confiável, já que essas empresas são muito expostas aos ciclos econômicos e têm os resultados facilmente corroídos pela inflação – historicamente alta no País.

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Barsi ainda afirmou que a aferição do aumento dos preços está aquém da realidade, o que deixaria ainda mais complexo analisar as perspectivas para o segmento. “O governo engana você e todo mundo. Ele diz que a inflação é de 8% quando ela é 40%”, disse em outro trecho da entrevista.

Em termos práticos, ele afirma que o varejo corre sempre atrás da inflação. Ou seja, as empresas compram produtos por preços cada vez mais altos, mas não conseguem repassar o reajuste para o consumidor com a mesma rapidez. Por isso, segundo Barsi, o setor necessitará sempre de aporte de recursos.

Essa não é a primeira vez que ele faz críticas às empresas de varejo. Em entrevista à Fabio Baroni e Felipe Ruiza, da AGF (Ações Garantem o Futuro), o investidor também mencionou que quem comprou os papéis da Magazine Luiza adquiriu uma “vela de 30 anos”. A conversa aconteceu há sete meses e está registrada no canal do Youtube da comunidade.

“Para ele [o investidor do Magazine Luiza] recuperar esse investimento vai ser muito difícil. Falo isso não por causa do Magalu especificamente, mas em função do setor. O setor de comércio e varejo, eletroeletrônicos e linha branca tem um histórico (de falências) que te deixa com muito medo”, ressaltou Barsi na entrevista à AGF.

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No 1° trimestre deste ano, a companhia reportou prejuízo líquido de R$ 161,3 milhões, ante o lucro de R$ 258,6 milhões no mesmo período do ano passado. O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização), importante indicador da eficiência do negócio, caiu 51,2% no período, para R$ 339,5 milhões.

A margem líquida também decepcionou, saindo de 3,1% para uma margem negativa de 1,8%.

Para entender se essa visão de Barsi sobre o setor varejista na Bolsa encontra eco no mercado, o E-Investidor conversou com analistas da Genial, Nova Futura, O2Research, Eleven Financial, Nord, Guide e Inv.

Cenário complexo, mas com futuro positivo

De fato, o varejo brasileiro passa por um momento complexo. A atual taxa de juros em 13,25% ao ano e a inflação acumulada de 12,66% em 12 meses (maio de 2021 a maio de 2022) jogam um balde de água fria no consumo. Os juros altos encarecem o crédito, enquanto a inflação diminui o poder de compra da população.

Em outras palavras, o brasileiro está com poder aquisitivo menor e comprando menos, o que comprime as margens de lucro do varejo.

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A conjuntura de maior dificuldade já está nos preços das empresas do setor: as ações do Magazine Luiza, principal player do segmento na Bolsa, estão em baixa acumulada de 64,5% em 2022, passando de R$ 7,22 para o patamar atual de R$ 2,56.

Comparando ao pico histórico da MGLU3 de R$ 27,34 cravado em novembro de 2020, a desvalorização é de 90,6%. Os pares Via (VIIA3) e Americanas (AMER3) seguem o mesmo caminho, mas com quedas menores, de 55% e 50%, respectivamente.

Apesar das dificuldades, Iago Souza, analista de varejo na Genial Investimentos, não vê o setor caminhando para um destino trágico. O especialista valida o raciocínio de Barsi, mas não concorda. “O varejo é muito dependente da economia. Entendo que teremos um 2022 e um começo de 2023 difíceis para a Magalu e varejistas no geral, mas precisamos olhar para dentro da caixa (fatores micro) e não só para fora da caixa (fatores macroeconômicos)”, salienta Souza. “Se olharmos só para fora, o macro nos deixa bem pouco otimistas com o setor.”

A recomendação do analista é avaliar empresa por empresa, em vez de colocar todas no mesmo pacote. Ele destaca o Magalu como uma empresa de execução de qualidade, com histórico de conseguir atravessar crises econômicas e conjunturas desfavoráveis, quando os juros estão superiores a 10%. “Varejo é algo muito dinâmico, as empresas precisam se reinventar e se adaptar às necessidades dos clientes. É isso que vejo o Magalu fazendo”, diz Souza.

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Há duas iniciativas que podem estampar essa capacidade do Magazine Luiza de se reinventar e gerar fontes de receita. O programa ‘Compre Junto Magalu’, de ofertas especiais para compras realizadas em grupo, e o ‘Caravana Magalu’, que começou este ano e tem o objetivo de recrutar vendedores digitais em diferentes regiões do Brasil.

Segundo Souza, tudo isso mostra que a companhia não está parada. “Não acho que o Magazine Luiza é um case para colocarmos na sacola e dizermos que vai acontecer o que aconteceu com todos os outros.”

A Genial tem recomendação de compra para MGLU3, com preço-alvo de R$ 6, um potencial de alta de 134% em relação ao valor atual. A indicação acontece na esteira da expectativa de recuperação da companhia no longo prazo, apesar das margens mais fracas.

Um risco possível

Já Matheus Jaconeli, analista de investimentos da Nova Futura Investimentos, acredita que as varejistas têm o risco de quebrar no longo prazo. Contudo, a fatia robusta do mercado que a companhia tem e os ajustes financeiros feitos ao longo dos anos podem mitigar essa possibilidade.

Jaconeli ressalta que a empresa possui hoje um lugar de destaque em relação aos pares, com um market share de 25% do mercado on-line no País. “A empresa cresce não somente pelo aumento de seu arcabouço tecnológico, mas também pela aquisição de empresas”, afirma o analista da Nova Futura.

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A compra da Netshoes, em 2019, e da KaBuM!, em 2021, são alguns exemplos das expansões feitas pelo Magazine Luiza por meio de aquisições. Por outro lado, a dívida da companhia ainda está em patamares elevados e subindo na esteira da deterioração do cenário macroeconômico brasileiro.

O indicador Dívida Líquida/Ebitda do Magalu está em 5,28x, segundo cálculos de Jaconeli. Isto significa que hoje seriam necessários mais de cinco anos (5,28 anos) para que a empresa pagasse todo o montante acumulado em dívidas. “A despesa com juros da empresa segue subindo, evidenciando que há impactos dos juros de tal dívida. A situação financeira ainda é delicada. Contudo, tais indicadores são melhores quando comparados com os da principal concorrente”, aponta Jaconeli.

O principal concorrente do Magalu, a Via, está em situação pior em termos de endividamento. “A companhia está até ‘barrigando dívidas’, expressão que usamos para falar do adiamento do pagamento de dívidas”, afirma Souza, da Genial. “Magalu não tem esse problema, até porque a maior parte das dívidas são de longo prazo.”

Em dezembro de 2021, a Via anunciou operações de alongamento do prazo das dívidas que venceriam neste mês de julho. No último dia 30 de junho, o conselho de administração da companhia aprovou a emissão de novas debêntures no valor de R$ 500 milhões com datas de vencimento para 2027 e 2029.

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O destino dos recursos será para pagamento de gastos, custos e despesas imobiliárias futuras de expansão, reforma, pagamento de aluguéis, aquisição e construção, entre outros.

Mesmo com uma situação financeira melhor que os pares, Jaconeli, da Nova Futura, ainda vê os ativos de Magalu caros. A casa mantém recomendação neutra para MGLU3 em função do cenário macro desfavorável e a situação financeira não tão confortável.

O indicador Preço/Lucro da companhia, que mede quanto tempo o investidor levaria para receber de volta o valor investido na empresa, está em 98,83x (ou seja, mais de 98 anos para o investidor ter o retorno do capital investido pelo preço pago hoje pelas ações).

“Apesar de haver possiblidade de alta dos papéis, quando olhamos os múltiplos da companhia, ainda são bem esticados”, diz Jaconeli. “A companhia está cara, tanto quando comparada ao mercado em geral, quanto aos pares do setor.”

Visões opostas

Na visão de Mario Goulart, analista CNPI da O2Research, Barsi levanta uma questão relevante sobre a dinâmica de compra e venda de produtos no varejo, que acaba fazendo com que as empresas andem sempre um passo atrás da inflação. Entretanto, para ele, o megainvestidor exagera ao falar sobre a quebra da empresa.

“Não podemos ser tão radicais, caso contrário, não tinha varejo”, diz Goulart. “O ponto dele é muito válido, é um risco. Não sei se é o caso de dizer que com certeza vai falir um dia, mas essas companhias vão estar mais pressionadas (por conta dos juros e inflação).”

O especialista da 02Research vê com preocupação o nível de endividamento do Magazine Luiza, assim como as perspectivas macroeconômicas, por isso recomenda que o investidor fique de fora do papel.

Goulart ressalta que Magalu tem bons gestores de olho nos números, nos fatores macro, concorrência e tendências do varejo. Entretanto, o indicado é aguardar os próximos resultados. Se vierem melhores, esse pode ser o momento de voltar a investir na varejista.

“Tem que ser muito experiente e ousado para tentar ganhar dinheiro com uma empresa que está em um momento ruim. Isso é um negócio que deixamos para quem é muito qualificado. Para o investidor comum, é melhor ficar de fora. Empresa que está perdendo dinheiro, a gente fica fora”, diz o analista.

Felipe Demolein e Guilherme Domingues, analistas da Eleven Financial, não acreditam em uma insolvência da empresa. A casa possui recomendação de compra para MGLU3, com preço-alvo de R$ 7 – um potencial de alta de 173% em relação ao fechamento da quinta-feira (7).

Apesar de possuir uma dívida total de R$ 10,4 bilhões, frente a um caixa de R$ 1,9 bilhão, a companhia tem pelo menos R$ 6,5 bilhões de recebíveis de cartão de crédito (dinheiro a receber). Esse montante que o Magazine Luiza ainda vai embolsar proporciona uma boa folga para o caixa.

A diferença entre os débitos de curto e longo prazo também é relevante. Segundo Demolein e Domingues, da dívida total, os vencimentos de curto prazo somam R$ 500 milhões (4,8% do total). A relação entre o caixa sobre a dívida de curto prazo está em 4x, ou seja, o dinheiro que a varejista tem em caixa é quatro vezes maior que a dívida de curto prazo.

“Reconhecemos que a companhia passa por um momento desafiador, mas sua estrutura de capital é confortável”, afirmam Demolein e Domingues. “Vemos um momento de curto prazo mais desafiador para a empresa, mas não vemos quaisquer riscos de liquidez e solvência.”

Sem grandes riscos no curto e médio prazos

Victor Bueno, analista da Nord Research, também não vê riscos de falência – pelo menos não no curto e médio prazos. Isto porque a empresa está investindo justamente nos pilares fundamentais para sustentar o crescimento do negócio para os próximos anos.

Esses pilares seriam a expansão acelerada do marketplace, entrada em novas categorias, o SuperApp Magalu, entrega mais rápida dos produtos e o ‘Magalu as a Service’ (venda de serviços financeiros, logísticos e de marketing para os vendedores).

“A empresa tem uma dependência do varejo físico, mas possui um digital muito forte. Mesmo que os resultados líquidos não estejam vindo da maneira que a companhia gostaria, as receitas estão crescendo por conta de todas as medidas que o Magazine Luiza vem tomando”, afirma Bueno. “Há muitos diferenciais em relação aos concorrentes.”

Ainda assim, o analista vê o momento como delicado para os papéis e não recomenda a compra de Magalu.

Rodrigo Crespi, analista da Guide Investimentos, aponta que a empresa está em processo de recuperação da rentabilidade. Para os próximos resultados, é esperado uma redução do prejuízo apresentado no 1° trimestre.

“Não acho impossível que um dia ela quebre, mas não vejo isso acontecendo no médio prazo. No ponto de vista de vantagens competitivas ela é superior aos pares”, afirma. A recomendação da Guide é de compra para MGLU3.

Para João Abdouni, analista de investimento da Inv, a afirmação de Barsi como muito vaga e não acredita que a Magazine Luiza possa quebrar em uma janela de tempo próxima. A varejista, inclusive, estaria ‘razoavelmente’ bem capitalizada.

Além disso, possui credibilidade junto ao mercado para emitir dívida e fazer follow ons (novas ofertas de ações). A Inv acredita que após a derrocada no ano, a ação está em um ponto de entrada interessante. Pensando que nos próximos anos o juro do Brasil tende a arrefecer, os ativos da varejista podem recuperar o fôlego.

“A empresa tem mais de 50 anos e até hoje continua operando”, afirma Abdouni. “As boas empresas tendem a sobreviver, mesmo em setores difíceis. Empresas boas podem fechar as portas se o negócio não for mais útil, mas não acredito que seja o caso do varejo.”

Outras recomendações

Os papéis do Magazine Luiza passaram por extremos desde o início da pandemia da covid-19. Durante o período de isolamento social, a MGLU3 valorizou 109,8% em 2020, com o aumento da demanda por compras on-line.

Quando o aperto monetário foi iniciado pelo Banco Central, as ações viveram exatamente o oposto, com desvalorizações agressivas. Os ativos já devolveram todo o ganho obtido ao longo de 2020 e as recomendações para os papéis seguem dividindo analistas.

O BTG Pactual, por exemplo, possui indicação de compra para MGLU3, com preço-alvo de R$ 16, bem mais agressivo do que o projetado pela Genial. Considerando a perspectiva do banco de investimentos, os papéis podem valorizar até 525% nos próximos meses.

“O e-commerce continua sendo uma tese estrutural positiva, mas com grande ruído de curto prazo, ao qual o MGLU está altamente exposto. A recuperação nas vendas de lojas físicas também deve ser fundamental para um re-rating (recuperação no mercado de ações)”, afirmou o BTG, em relatório.

Por outro lado, a Alkim Research possui recomendação neutra para os ativos, com preço-alvo de R$ 4. “Os desafios estruturais (inflação, juros, concorrência etc.) ainda estão presentes e o preço e volatilidade atualmente observada nas ações #MGLU3 não permitem um potencial significativo diante de nosso preço-justo”, diz a casa de análises.

Procurados pela reportagem, Luiz Barsi e Magazine Luiza não se pronunciaram sobre o assunto.

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