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Especialistas questionam declaração de Lula sobre preço da gasolina

Ex-presidente afirmou que, se eleito, não irá manter o preço do combustível dolarizado; ações da Petrobras caem

Por Jenne Andrade

03/02/2022 | 13:54 Atualização: 03/02/2022 | 18:38

Lula defende mudança na política de preços da Petrobras. (FOTO: Dida Sampaio/Estadão)
Lula defende mudança na política de preços da Petrobras. (FOTO: Dida Sampaio/Estadão)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que, se eleito em 2022, não irá manter o preço da gasolina dolarizado. Na prática, isso significa acabar com a paridade internacional do combustível, implementada em 2016 para equilibrar as contas da Petrobras.

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“Nós não vamos manter o preço da gasolina dolarizado. É importante que o acionista receba seus dividendos quando a Petrobras der lucro, mas não posso enriquecer o acionista e empobrecer a dona de casa que vai comprar um quilo de feijão e paga mais caro por causa da gasolina”, disse Lula à Rede de Radios Paraná, em fala reproduzida no Twitter oficial do petista.

Alfredo Menezes, sócio da gestora Armor Capital, retrucou o ex-presidente na rede social. “A Venezuela, grande produtora de petróleo, tem o preço da gasolina uma das mais baixas no mundo (sic). E o povo passa fome”, ressaltou.

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A fala polêmica do petista intensificou a queda das ações da estatal (PETR4). Às 13h45, os papéis caíam 1,88%, aos R$ 31,91. “É negativo para a companhia, uma vez que afetará suas receitas, pois elas não acompanharão os preços internacionais”, explica Matheus Jaconeli, analista de investimentos da Nova Futura.

Prejuízo e aumento de impostos

Segundo os especialistas consultados pelo E-Investidor, a medida poderia trazer um grave desequilíbrio de mercado e ainda prejudicar a população e a própria União, que é dona de 51% da estatal.

“O impacto é muito ruim, porque teríamos a própria Petrobras assumindo a diferença de preço entre o produto que ela importa, que é cotado em dólar, e o que ela vende. Por vezes, a empresa precisa importar a gasolina, o produto refinado, dolarizado”, explica Vitor Miziara, sócio da Critéria Investimentos.

Miziara explica que durante muitos anos a Petrobras não seguiu os preços internacionais e foi usada como uma ferramenta política para controlar a inflação. O resultado foi um rombo bilionário nas contas da empresa e grandes prejuízos aos acionistas – vale lembrar, que o maior acionista da companhia é o governo federal.

“Isso também prejudica o comércio, porque você basicamente acaba com qualquer empresa importadora. Volta-se a ter um monopólio de gasolina muito forte, porque com certeza a Petrobras vai fazer uma venda de preço mais barata do que no mercado internacional e o importador não conseguirá trabalhar desse jeito”, afirma Miziara.

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O aumento de impostos para a população também seria uma das consequências de não respeitar a paridade. Isso porque a União teria que subsidiar parte do preço dos combustíveis.

“Alguém precisará pagar essa conta”, afirma Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos. “Já vimos esse filme. Quando há subsídio, a população tem naturalmente uma elevação de impostos para cobrir esse dinheiro. Isso já aconteceu, não é uma novidade para o Brasil, a história se repete.”

Madruga também chama a atenção para todos os trâmites que devem acontecer para que efetivamente a estatal deixasse de seguir a paridade. Uma mudança no estatuto da Petrobras teria que ser feita e o processo não aconteceria do dia para a noite. “Lula ainda é um pré-candidato, isso precisa ser ressaltado. Enquanto tal, pode falar o que quiser. Acredito que ele esteja mais jogando para o público dele do que para o País”, afirma.

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