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Mercado

Medidas do BC aliviam, mas não impedem queda do Ibovespa

Tela de monitores com gráficos.
Foto: Pixabay
  • O Banco Central reduziu as reservas obrigatórias dos bancos no valor de R$ 68 bilhões
  • Depois de subir na máxima aos 67,6 mil pontos, a Bolsa migrou para o negativo, caindo 4,03%, aos 64,3 mil pontos
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(Maria Regina Silva, Estadão Conteúdo) O Ibovespa iniciou o pregão em alta, com investidores atentos às medidas anunciadas no Brasil, em especial a de que o Banco Central do País reduziu os compulsórios sobre recursos a prazo no valor de R$ 68 bilhões, e que está atento para tomar novas ações. Além disso, o mercado reagiu positivamente aos novos estímulos publicados esta manhã pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

No entanto, após subir na máxima aos 67.603,83 pontos, o Ibovespa migrou para o negativo, caindo 4,03%, aos 64.365,37 pontos, às 10h54, diante de dúvidas sobre o tamanho dos prejuízos na economia global e, claro, na doméstica. Em Nova York, as bolsas chegaram a ter perdas fortes, mas reduziram a velocidade para a faixa de 1%.

O investidor monitora os riscos políticos, após mais uma pesquisa mostrar redução na aprovação do presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o minério fechou em forte baixa na China, o que pode impedir ganhos das ações de commodities na B3, assim como as aéreas, cujo número de voos tem sido cada vez mais reduzido. Às 9h53, o Ibovespa futuro subia 2,18%, ao 67.640 pontos.

Há pouco, o Fed anunciou que comprará treasuries e títulos atrelados a hipotecas nos volumes necessários para minimizar os impactos do novo coronavírus na maior economia do planeta. A autoridade monetária também estabeleceu dois dispositivos de crédito para grandes empregadores, com o intuito de limitar perdas de emprego e renda no país. “Sem dúvida, isso é ótimo, pois a tendência é que outros bancos centrais acompanhem o Fed, como o BC brasileiro já vem atuando.

Essa medida do compulsório é uma delas, pois ajudará na liquidez, minimizando os efeitos do coronavírus”, cita o economista-chefe do ModalMais, Álvaro Bandeira, acrescentando que o mercado ainda segue na expectativa de liberação do pacote norte-americano, que não foi aprovado ontem pelo Partido Republicado. A ajuda pode ficar em torno de US$ 2 trilhões. Está prevista para hoje uma nova votação.

Quanto ao BC do Brasil, haverá concessão de empréstimos a instituições financeiras garantidos em debêntures adquiridas entre 23 de março e 30 de 2020″. Conforme a instituição, “trata-se de uma Linha Temporária Especial de Liquidez (LTEL)”.

Bandeira ainda considera bem-vinda a aprovação de R$ 55 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para reforçar o caixa das empresas e preservar dois milhões de empregos. “Mas, sem dúvida, deverão ter outras medidas por aí. Deve ser só o começo”, estima. Segundo ele, internamente, além das preocupações com a economia, as medidas para conter a propagação do coronavírus também são muito importantes. “O desafio é espremer a curva. Vemos que na China já há boas notícias, como a de que o banco chinês estima um segundo trimestre melhor”, cita.

No entanto, vale ressaltar que a China voltou a registrar novos casos de Covid-19, mas por contaminação de pessoas que vieram do exterior. Mais cedo, o Comitê de Política Monetária (Copom) informou a ata da semana passada. Conforme o economista-chefe da Necton, André Perfeito, o documento vê como contraproducente um corte mais forte da Selic neste momento.

O argumento é que, com as reformas em risco e a situação fiscal dando sinais de forte de deterioração (este último argumento é ênfase minha) o corte de juros poderia fazer desancorar mais as expectativas de inflação que hoje estão ancoradas. “A inflação – ou as expectativas de inflação – pode subir a revelia de uma perspectiva fiscal boa ou ruim: se o choque de oferta for severo não há Selic que dê jeito e mesmo a demanda fraca e a queda das commodities podem ter efeitos apenas triviais para mitigar a interrupção da oferta”, avalia.

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