A companhia esclareceu ainda que, a partir das informações publicamente disponíveis no site da CVM, acredita que o processo se refere a negociações sobre a venda de 15 mil ações recebidas pelo presidente da Moura Dubeux no âmbito do ILP (incentivo de longo prazo) da companhia, que teria ocorrido durante o período de vedação à negociação aplicável aos administradores (15 dias antes de publicação das informações trimestrais).
Segundo a empresa, a negociação ocorreu em razão de informação equivocada transmitida pela própria companhia ao executivo quanto à contagem do prazo do período de vedação, o que já foi comunicado à CVM.
“A companhia e o diretor presidente já prestaram esclarecimentos iniciais à CVM a respeito do ocorrido e aguardarão comunicação formal sobre a instauração do referido processo para tomarem as demais medidas aplicáveis”, disse em esclarecimento enviado à CVM.