• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Como ficam ações de Big Techs com proposta de imposto global

Facebook, Amazon e Google são algumas das empresas que estão na mira dos países que formam o G7

Por Jenne Andrade

14/06/2021 | 13:09 Atualização: 14/06/2021 | 13:09

O fundador da Amazon, Jeff Bezos. Foto: Alex Wong/AFP
O fundador da Amazon, Jeff Bezos. Foto: Alex Wong/AFP

O que a Amazon (AMZO34) e o Spotify (S1PO34) têm em comum? As duas são gigantes da tecnologia, valem milhares de dólares, estão presentes na vida de cidadãos de todos os continentes, além de possuírem escritórios em Luxemburgo, um ‘paraíso fiscal’ europeu. Na legislação de hoje, mesmo que as companhias lucrem com vendas em outras regiões do mundo, é possível declarar esses ganhos em países em que a tributação é extremamente baixa ou até mesmo nula.

Leia mais:
  • 5 BDRs para ficar de olho em 2021
  • 8 das 25 maiores empresas dos EUA não pagam dividendos. Entenda
  • ‘Vamos continuar de pé e defender uns aos outros durante este momento difícil’, diz CEO do Google
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo o jornal The Guardian, por exemplo, em 2020 a Amazon faturou € 44 bilhões com vendas na Europa, mas pagou zero de impostos graças às facilidades tributárias de Luxemburgo. A empresa respondeu que paga tudo o que é exigido nos países em que opera e que as taxas recaem sobre o lucro, e não as receitas. O Google (GOGL34) também teria usado tal ‘planejamento fiscal’ em 2019, por meio de uma holding na Irlanda, segundo a Sputinik News.

Nos últimos anos, essa foi um dos desafios dos países para taxar adequadamente as multinacionais, em especial as Big Techs, cuja receita vem grande parte de ‘ativos intangíveis’, como softwares, sites, licenças e direitos autorais. Por não terem presença física, podem ser facilmente apresentados em países com isenção fiscal.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Com a chegada da pandemia do coronavírus, a arrecadação desses impostos ‘perdidos’ tornou-se mais urgente. Entre 4 e 5 de junho, os países que formam o G7 (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) se reuniram para dar um passo em direção à reforma tributária internacional.

Um imposto global mínimo de 15%

A ideia é criar um imposto global mínimo de 15% sobre os lucros das multinacionais, que deverá ser pago aos países em que as vendas e o faturamento ocorre, em vez de no país em que as sedes ou subsidiárias estão instaladas. Os demais impostos sobre serviços digitais, que variam conforme a legislação de cada nação, serão eliminados. A tributação aconteceria em cima de empresas com pelo menos 10% de margem de lucro.

“O primeiro pilar é evitar o que muita empresa fazia, de colocar um pedaço dos ativos em um paraíso fiscal e reconhecer o lucro nesse refúgio fiscal, por mais que não operasse lá. Países como Luxemburgo, Irlanda, Ilhas Cayman, que têm taxas de impostos bem mais baixas”, afirma Arthur Siqueira, sócio e analista de investimentos da GeoCapital.

Entretanto, ainda existe um caminho longo até a taxação entrar em vigor. A proposta deve ser aprovada por outros países do G20, em uma reunião que será feita no próximo mês, além de ter que passar por alguns aperfeiçoamentos. A Amazon, que seria um dos principais alvos da reforma, ficaria isenta do imposto neste primeiro modelo apresentado, por ter margens inferiores a 10%.

A plataforma de e-commerce funciona com margens de lucro apertadas por conta dos investimentos em crescimento – mesmo supostamente pagando menos impostos que a média. Em 2020, essa métrica ficou em torno de 6%. “Parece contraintuitivo (a regra não incluir a Amazon). Isso pode criar incentivos para as companhias operarem dentro dessas margens, porque o impacto do imposto é alto”, afirma Siqueira. “Outro ponto é que já tem uma pressão para que não se inclua os bancos nessa lei.”

Publicidade

De acordo com o especialista da GeoCapital, além de tudo, será necessário obter um consenso entre os países da União Europeia para a adoção do imposto no velho mundo. E a Irlanda, um dos países que usa os baixos impostos para atrair empresas, já estaria demonstrando descontentamento.

Por outro lado, esse primeiro passo em direção à reforma tributária global está sendo apoiado pela própria Amazon, que disse à Bloomberg esperar ser incluída no escopo do imposto. Outras Big Techs, a exemplo do Facebook (FBOK34), também se manifestaram a favor. A rede social de Mark Zuckerberg já tem 75% do lucro tributável nos EUA, segundo Siqueira, o que mitigaria o impacto dessa nova legislação.

Na visão de William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue Securities, o fim dos diversos impostos sobre serviços digitais seria um ponto que beneficiaria as gigantes da tecnologia e simplificaria a tributação. “A expectativa das companhias de tecnologia é que se racionalize e equacione mais os impostos e torne mais clara as taxações sobre elas. Hoje há um escrutínio muito grande, todo mundo querendo taxar de alguma forma essas companhias”, diz.

Papéis não declinam

No dia 22 de abril, quando surgiram os primeiros rumores de que o presidente americano Joe Biden buscava o imposto maior para as Big Techs, os papéis das companhias responderam com quedas acentuadas durante aquele pregão. Contudo, após as notícias da última reunião do G7 as ações foram mais resilientes.

Os BDRs (recibos de ações estrangeiros negociados na Bolsa brasileira) de companhias como Facebook, Amazon, Google e Spotify estão com retornos de 0,65%, 6,03%, 2,86% e 5,13%, entre a segunda-feira (7) e o fechamento da última sexta-feira (11), respectivamente.

Publicidade

“Não teve uma grande volatilidade em torno da notícia”, explica Alves. “Por enquanto é só um framework, um acordo que terá que ser desenvolvido e conversado durante um longo tempo. A proposta terá que ir para o G20, depois para a OCDE, e quanto mais países, mais difícil de chegar a um acordo. O investidor não deve se apavorar e sair vendendo os papéis.”

Contudo, a questão é algo para deixar no radar, de acordo com Siqueira. “É uma mudança relevante e estrutural na legislação tributária, se ela acontecer. E tem um incentivo forte para que essa mudança aconteça, já que nos últimos meses muito dinheiro foi emitido para estimular as economias em função da pandemia, e os governos precisam arrecadar para pagar essa conta”, afirma. “Mas se você é investidor de longo prazo, você precisa estar mais preocupado com a capacidade dela de gerar lucro.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Amazon (AMZO34)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Facebook (FBOK34)
  • Google (GOGL34)
Cotações
14/01/2026 5h12 (delay 15min)
Câmbio
14/01/2026 5h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

  • 4

    “Venezuela é inviável”: ExxonMobil alerta Trump e fecha a porta para bilhões no petróleo

  • 5

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Imagem principal sobre o Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Logo E-Investidor
Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Imagem principal sobre o Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Logo E-Investidor
Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Imagem principal sobre o Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Logo E-Investidor
Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Imagem principal sobre o Minas Gerais libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Logo E-Investidor
Minas Gerais libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Imagem principal sobre o Motorista de Uber pode ter isenção do Imposto de Renda? Entenda
Logo E-Investidor
Motorista de Uber pode ter isenção do Imposto de Renda? Entenda
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo: como funciona a modalidade "Número da Sorte"?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo: como funciona a modalidade "Número da Sorte"?
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje acompanha pesquisa Quaest e relatório sobre atividade econômica do Fed
Mercado
Ibovespa hoje acompanha pesquisa Quaest e relatório sobre atividade econômica do Fed

Mercado monitora cenário político doméstico e dados de preços; nos Estados Unidos Livro Bege do Fed é destaque

14/01/2026 | 04h30 | Por Igor Markevich
Agenda de quarta-feira (14): PPI, vendas no varejo e China colocam mercados em alerta
Mercado
Agenda de quarta-feira (14): PPI, vendas no varejo e China colocam mercados em alerta

Dia concentra dados-chave de inflação e consumo nos EUA, balança comercial e crédito na China, além de discursos de bancos centrais, elevando o potencial de volatilidade

14/01/2026 | 04h30 | Por Isabela Ortiz
Ibovespa hoje: Petrobras (PETR3;PETR4) lidera ganhos; Hapvida (HAPV3) cai com troca na gestão
Mercado
Ibovespa hoje: Petrobras (PETR3;PETR4) lidera ganhos; Hapvida (HAPV3) cai com troca na gestão

Índice da B3 caiu nesta terça-feira (13), mesmo com alta do petróleo e das ações da Vale (VALE3)

13/01/2026 | 19h18 | Por Beatriz Rocha
O que pode levar a Vale a novas máximas em 2026 após ação subir 40%?
Mercado
O que pode levar a Vale a novas máximas em 2026 após ação subir 40%?

Mineradora segue atrativa pelos dividendos, pela boa geração de caixa e pelo desconto frente aos pares estrangeiros

13/01/2026 | 09h34 | Por Leo Guimarães

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador