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Mercado

Nubank (ROXO34) desbanca Petrobras (PETR4) como empresa mais valiosa do Brasil: vale a pena investir?

Especialistas divergem sobre o que fazer com as ações da companhia; entenda

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

29/10/2025 | 19:28 Atualização: 29/10/2025 | 19:28

Nubank
(Foto: Adobe Stock)
Nubank (Foto: Adobe Stock)

O Nubank (ROXO34) ultrapassou a Petrobras (PETR4) e tornou-se a empresa mais valiosa do Brasil ao fim do pregão desta terça-feira (28). A companhia atingiu o valor de mercado de US$ 76 bilhões, equivalentes a R$ 412,7 bilhões pelo dólar à vista negociado na B3. Enquanto isso, a Petrobras estava avaliada em R$ 401 bilhões na B3, sob o peso da volatilidade recente dos preços do petróleo. Analistas ouvidos pelo E-Investidor se dividem sobre o que fazer com o papel, pois a ação pode sofrer alguma correção no médio prazo.

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Felipe Sant’Anna, especialista em investimentos do grupo Axia Investing, diz que a companhia chegou a esse preço impulsionada pela Bolsa americana, em máximas históricas com os ativos locais inflados. “A Nvidia, por exemplo, está batendo um valor de mercado de US$ 5 trilhões. O valor de mercado do Nubank se beneficia dessa alta generalizada dos ativos”, explica Sant’Anna.

No mês passado, o Nubank já havia ultrapassado o Itaú Unibanco, hoje com valor de mercado em R$ 391 bilhões. Em nível mundial, a instituição financeira e já destronou nomes tradicionais como o americano BNY Mellon (US$ 75,64 bilhões), o britânico Barclays (US$ 75,04 bilhões), o alemão Deutsche Bank (US$ 66,49 bilhões). Mais abaixo, o Bradesco soma US$ 33,02 bilhões e o Santander Brasil, US$ 41,09 bilhões.

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Artur Horta, analista da The Link Investimentos, diz que o modelo de negócios da companhia custa cerca de 30% do banco tradicional. O especialista afirma que a empresa fornece os serviços bancários com muita eficiência, fazendo a empresa ter uma lucratividade elevada com uma grande velocidade de crescimento.

“O lucro do Nubank cresce na faixa de 40% ao ano, o que significa que a cada 2 anos e meio o ele dobra. Essa velocidade enche os olhos do mercado”, afirma Horta.

O que esperar do Nubank após novo recorde?

Para os analistas da XP Investimentos, a companhia continua com seu movimento ousado em outros mercados. Lembram que a empresa solicitou uma licença bancária nacional para operar nos Estados Unidos. Os especialistas dizem que a medida não era totalmente inesperada e está alinhada com a estratégia do banco.

“Enfatizamos que, embora o mercado bancário norte-americano seja muito grande, ainda é bastante fragmentado. Em março de 2025 havia 4.462 bancos registrados no país. Portanto, vemos a solicitação da licença como mais um passo rumo a uma estratégia de expansão global para um banco que baseia sua narrativa em uma tese de crescimento”, disseram os analistas da XP.

Já o BTG diz que a escala do Nubank (mais de 110 milhões de clientes em 3 países) exige design global, não somente adaptação local. Os produtos devem ser escaláveis ​​e consistentes em todos os mercados. Ainda assim, eles comentam que esse crescimento global acelerado auxilia a companhia a se transformar e operar dentro de cada país conforme a necessidade local.

“A infraestrutura global compartilhada permite que o Nubank lance novos mercados mais rapidamente e com funcionalidades mais robustas desde o primeiro dia”, explicam Eduardo Rosman, Ricardo Buchpiguel e Thiago Paura, que assinam o relatório do BTG.

Em meio a essa expansão e tese, os analistas estão otimistas com o balanço da companhia do terceiro trimestre de 2025. O UBS BB estima que o Nubank pode lucrar US$ 689 milhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 24,5% ante o mesmo período do ano passado, reforçando a tese de investimentos da empresa.

“Vemos boas tendências operacionais, especialmente no crescimento de empréstimos e da receita bruta, que será impulsionada pelo uso de inteligência artificial para a concessão de crédito por meio da Hyperplane, startup de inteligência artificial”, disseram Thiago Batista, Olavo Arthuzo e Beatriz Shinye, que assinam o relatório do UBS BB.

O que fazer com as ações do Nubank agora?

Os analistas se dividem sobre o que o investidor deve fazer neste momento. A XP Investimentos tem recomendação neutra para o Nubank com preço-alvo de US$ 11,30 para os próximos 12 meses, baixa de 29,06% na comparação com o fechamento de terça-feira (28), quando a ação encerrou o pregão a US$ 15,93.

“Embora os resultados reforcem a capacidade da empresa em monetizar e expandir as operações eficientemente, acreditamos que as ações já precificam o crescimento acelerado em outros setores, resultando em uma relação risco-retorno desfavorável nos níveis atuais”, explicam Bernardo Guttmann e Matheus Guimarães, que assinam o relatório da XP.

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O UBS BB também tem recomendação neutra com preço-alvo de US$ 16 para os próximos 12 meses, crescimento de 0,43% na comparação com o fechamento de terça-feira. Já o BTG Pactual recomenda compra, com preço-alvo de US$ 18 para os próximos 12 meses, alta de 13% na comparação com o último fechamento.

Milene Dellatore, especialista em investimentos, day trader e diretora da MIDE Mesa Proprietária, sugere que o investidor deve mantê-la na carteira e não fazer novas aquisições. “Já quem não possui exposição no ativo e deseja tê-lo na carteira pode fazer pequenas aquisições em períodos distintos para evitar uma correção de preços na carteira”, conclui Dellatore ao avaliar a ação do Nubank (ROXO34).

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