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Mercado

Ouro atinge maior nível desde 2011, com novo pessimismo sobre recuperação

Risco de pausa na recuperação econômica ajuda a manter alta a busca pela segurança do metal precioso

Barras de ouro, ativos de proteção, hedge
Foto: Pixabay
  • Metal superou a marca dos US$ 1.800 a onça-troy, em meio à onda de casos crescentes de coronavírus no mundo e as dúvidas sobre a saúde da economia global
  • Risco de pausa na recuperação econômica, mostrada em indicadores recentes das principais economias globais, ajuda a manter alta a busca pela segurança do metal precioso
  • Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, o ouro para agosto encerrou em alta de 0,91%, a US$ 1.809,90 a onça-troy

(Estadão Conteúdo) – Os contratos futuros de ouro fecharam a terça-feira no nível mais alto desde setembro de 2011, com o metal superando a marca dos US$ 1.800 a onça-troy, em meio à onda de casos crescentes de coronavírus no mundo e as dúvidas sobre a saúde da economia global.

O risco de uma pausa na recuperação econômica, mostrada em indicadores recentes das principais economias globais, ajuda a manter alta a busca pela segurança do metal precioso.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, o ouro para agosto encerrou em alta de 0,91%, a US$ 1.809,90 a onça-troy.

O fato de o número de novos casos de covid-19 ainda estar subindo nos Estados Unidos, com novos recordes em 16 estados nesta segunda-feira, ainda não parece estar desempenhando um papel importante no mercado acionário.

No entanto, “o ouro continua resistindo” afirma Carsten Fritsch, economista do Commerzbank. Mesma lógica é seguida por outros analistas.


“Não há dúvida de que os traders estão despejando dinheiro em ETFs de ouro fundos negociados em bolsa porque a demanda por ouro se fortaleceu devido a preocupações com vírus”, avalia Naeem Aslam, analista de mercado da AvaTrade.

Ele alerta, no entanto, que a disseminação da pandemia na Índia, que agora possui o terceiro maior número de casos no mundo, é motivo de preocupação para queda nas compras de ouro, já que o país é o maior consumidor do metal precioso.

“É um caso clássico do mercado, que permite obter lucros antecipados, compensar alguns de curto prazo mais fracos”, afirma Jeff Wright, vice-presidente executivo da GoldMining Inc.

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