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Mercado

Petróleo hoje dispara e encosta em US$ 120 com guerra no Oriente Médio

Escalada militar eleva risco de oferta, sustenta rali do petróleo e dá lugar a ajuste com a entrada dos mercados

Por Igor Markevich

19/03/2026 | 9:56 Atualização: 19/03/2026 | 11:11

Petróleo hoje sobe com força após escalada da guerra no Oriente Médio; Brent toca US$ 119 e mercado precifica risco crescente de interrupção na oferta global e pressão inflacionária. (Imagem: Adobe Stock)
Petróleo hoje sobe com força após escalada da guerra no Oriente Médio; Brent toca US$ 119 e mercado precifica risco crescente de interrupção na oferta global e pressão inflacionária. (Imagem: Adobe Stock)

O petróleo hoje abriu em alta firme, impulsionado pela intensificação do conflito no Oriente Médio e em meio a um quadro tensionado, com risco direto sobre a oferta global de energia.

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O avanço nos contratos ganhou tração ainda na madrugada desta quinta-feira (19), quando o barril do Brent saltou mais de 6%, negociado a US$ 113,95. Ao longo das horas seguintes, com a entrada dos mercados europeus e o aumento da liquidez global, chegou a ultrapassar US$ 119, no auge do estresse associado ao risco de interrupção no fornecimento da commodity.

Já às 11h (de Brasília), os preços ainda sustentavam ganhos relevantes, ainda que abaixo das máximas. O Brent subia cerca de 4,22%, na faixa de US$ 111,91, enquanto o WTI avançava aproximadamente 1,34%, próximo de US$ 96,74.

Reação das petroleiras

O rali se espalhou pela B3, com as petroleiras reagindo em bloco.

Por volta das 11h, a Prio (PRIO3) liderava os ganhos, com alta de 3,32%, a R$ 68,22, enquanto a Brava Energia (BRAV3) avançava 0,71%, a R$ 18,39. Já a Petrobras (PETR3; PETR4) operava com valorização mais contida, com a ação ordinária (PETR3) subindo 0,97%, a R$ 52,13, e a preferencial (PETR4) avançando 0,21%, a R$ 47,10.

Na ponta oposta, a PetroRecôncavo (RECV3) recuava 2,77%, a R$ 13,36, após a companhia reportar queda de 8% na receita com venda de petróleo em 2025, pressionada por fatores macro e maiores descontos contratuais, apesar do avanço de 5% na receita com gás natural.

Mercado precifica “prêmio de guerra”

A leitura do mercado é de que o conflito entrou em uma fase mais sensível. O aumento de ataques direcionados a ativos energéticos e a embarcações na região reforça o temor de disrupções prolongadas na oferta.

O risco é rapidamente incorporado aos preços. Em um mercado já ajustado, o “ouro negro” passa a carregar um prêmio adicional, refletindo não apenas o cenário atual, mas a possibilidade de agravamento.

  • Você viu? Fed mantém juros nos EUA e reconhece incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio

Ainda assim, parte do mercado passou a incorporar possíveis respostas do lado da oferta. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o país pode recorrer novamente à liberação de reservas estratégicas de petróleo para conter a alta dos preços.

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Segundo ele, Washington também avalia flexibilizar restrições sobre o petróleo iraniano já estocado no mar, em uma tentativa de ampliar a oferta no curto prazo. A sinalização ajudou a moderar parte dos ganhos ao longo da manhã.

Juros e inflação entram na conta

Os rendimentos dos Treasuries, títulos do tesouro norte-americano, sobem após o banco central estadunidense, Federal Reserve (Fed) manter a taxa básica na faixa de 3,50% a 3,75% e reforçar uma sinalização mais cautelosa. A autoridade monetária indicou que ainda não vê espaço para cortes de juros no curto prazo, o que levou o mercado a empurrar para 2027 o início esperado do afrouxamento monetário.

O recado teve efeito direto na curva. Com juros mais altos por mais tempo, o dólar ganha tração global e os ativos de risco operam sob maior pressão, em um ambiente já tensionado pela escalada no Oriente Médio.

  • Saiba mais: Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) já iniciou o ciclo de cortes, mas adotou um tom cuidadoso na comunicação mais recente. A indicação é de que o ritmo e a extensão do afrouxamento dependerão dos próximos dados, especialmente diante da piora do cenário externo.

Ainda assim, a Selic em patamar elevado preserva o diferencial de juros, o que ajuda a sustentar fluxo para ativos locais. Soma-se a isso o efeito do petróleo hoje mais caro, que melhora os termos de troca e funciona como amortecedor para o real, ainda que insuficiente para neutralizar a pressão vinda do ambiente global.

Com informações da Broadcast

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