• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Por que as estatais performam melhor do que o Ibov em anos de eleição

Segundo analistas, esse comportamento ocorre devido às expectativas do mercado sobre possíveis privatizações

Por Daniel Rocha

10/01/2022 | 3:00 Atualização: 10/01/2022 | 7:50

As ações da Petrobras sofreram fortes quedas com interferências do presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Agência Petrobras/Geraldo Falcão)
As ações da Petrobras sofreram fortes quedas com interferências do presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Agência Petrobras/Geraldo Falcão)

Em ano de eleição no Brasil, o mercado financeiro já espera conflitos políticos e incertezas que podem trazer volatilidade aos ativos locais. No entanto, as empresas públicas listadas na Bolsa de Valores costumam se destacar justamente nestes períodos.

Leia mais:
  • PETR4: como funciona e o que observar na hora de investir?
  • Ações Petrobras: como a oscilação do petróleo afeta a bolsa de valores?
  • O momento é ideal para investir nas ações do Banco do Brasil?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com um levantamento feito pela Teva Indices, enviado com exclusividade ao E-Investidor, as estatais apresentam performances melhores em anos eleitorais em comparação ao principal índice da B3, o Ibovespa.

Nas últimas eleições presidenciais, que ocorreram em 2018, o índice que representa as empresas públicas teve um retorno de 40,7% no acumulado do ano. No mesmo período, o Ibovespa apresentou uma alta de 15%, quase 26 pontos percentuais a menos que as estatais.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O volume das negociações dessas companhias também costuma ser maior do que o do próprio Ibovespa. É o que mostra outro levantamento, feito pela Economatica a pedido do E-Investidor. Os dados revelam que, dos cinco últimos anos eleitorais, as estatais apresentaram um volume de negociação mais expressivo do que o do IBOV em três deles.

Neste levantamento, foram consideradas apenas as empresas estatais presentes no mercado à vista, que representa o principal ambiente de negociação da Bolsa de Valores brasileira e cujas operações são realizadas de acordo com a oferta e demanda no momento do pregão.

Há uma explicação para essa diferença. Segundo Alexandre Achui, head da mesa private de ações e sócio da BRA, o bom desempenho se deve à esperança do mercado financeiro de que, com um novo governo, as companhias sejam privatizadas.

[—#{“ESTADAO-CONTEUDO-INFOGRAFICO”:[{“ID”:”zJNX7z”,”PROVIDER”:”UVA”}]}#—]

Publicidade

A expectativa ocorre porque, de acordo com ele, as empresas costumam ser menos eficientes em termos de geração de valor aos acionistas e costumam sofrer intervenções do governo.

“Os melhores exemplos são as empresas de energia elétrica e de combustíveis, que já tiveram tarifas alteradas em governos passados”, afirma Achui. Além disso, com a entrada de uma nova gestão, o mercado também enxerga a possibilidade de mais investimentos em infraestrutura que possam beneficiar algumas companhias estatais.

“Costuma haver um aumento no investimento por parte do governo. Então, algumas companhias estatais e até empresas também ligadas à indústria de base costumam ver um aumento de demanda”, avalia Ilan Arbetman, analista de Research da Ativa Investimentos.

No entanto, mesmo com as experiências em períodos anteriores, Braulio Langer, da Toro, explica que não dá para prever se as estatais irão performar melhor nas próximas eleições. De acordo com ele, o desempenho positivo vai depender do cenário eleitoral que irá se formar. “Os anos eleitorais em que as estatais performaram melhor em comparação ao Ibovespa foram nos anos das eleições de Lula e de Bolsonaro. Cada um desses episódios carrega fatores diferentes”, avalia.

Riscos

Quem decidir investir nas empresas estatais precisa estar ciente dos riscos. De acordo com Luiz Fernando Araújo, sócio e CEO da gestora de investimentos Finacap, as empresas costumam sofrer intervenções do poder público para atender objetivos que nem sempre são os mesmos dos acionistas.

Publicidade

“Durante o segundo mandato de Lula e no primeiro mandato de Dilma, houve uma intervenção muito forte nas estatais no sentido de direcionar as companhias para atender objetivos políticos. Isso gerou uma perda de valor muito grande para as empresas”, afirma Araújo. Segundo ele, nesses períodos, o valor das ações da Petrobras, por exemplo, chegou a valer R$ 5.

No início deste ano, as ações da Petrobras também sofreram fortes quedas com as interferências do presidente Jair Bolsonaro. Em 18 de fevereiro de 2021, o chefe do Poder Executivo anunciou em live que mudanças iriam acontecer na companhia nos dias seguintes, indicando a futura substituição de Roberto Castello Branco por Joaquim Silva e Luna, atual presidente da estatal.

Na época, a declaração causou temor e contribuiu para uma queda de quase 8% nas ações da Petrobras no pregão seguinte.

Onde investir

Mesmo com os riscos de governança, os analistas enxergam oportunidades de bons investimentos para as companhias estatais. Arbetman, da Ativa Investimentos, por exemplo, recomenda a compra das ações da Eletrobras devido ao processo de privatização da estatal.

“Se o processo de capitalização avançar, a gente acha que o valor da companhia está abaixo da sua capacidade de geração de valor”, avalia Arbetman. Já para a Petrobras a recomendação é neutra, apesar de a corretora de investimentos avaliar a dinâmica do petróleo no mundo como positiva. “A gente sabe que esse é um um papel onde os riscos políticos se deflagram mais, então é preciso ter uma atenção especial”, explica o analista da Ativa Investimentos.

Publicidade

Já Langer, da Toro, enxerga a companhia como uma boa opção de investimentos devido ao aumento da demanda pelo petróleo no mundo com a flexibilização das restrições da pandemia nos últimos meses. “A Petrobras vem executando seu plano de reestruturação de forma satisfatória e a ação se encontra descontada com relação aos pares internacionais”.

O Banco do Brasil também é outra recomendação de compra da Toro. O banco, por ser uma instituição financeira tradicional, consegue ter um maior número de serviços, enquanto as fintechs oferecem majoritariamente produtos de cartão de crédito, avalia Langer. “A gente entende que os bancos possuem uma vantagem competitiva por meio da base de clientes e por ser uma marca consolidada no mercado bancário. Então, o Banco do Brasil pode ser uma boa ação a longo prazo”, justifica.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3
Cotações
15/01/2026 12h53 (delay 15min)
Câmbio
15/01/2026 12h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

  • 2

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 5

    Quem é Greg Abel, sucessor de Buffett que começou vendendo garrafas por 5 centavos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Logo E-Investidor
Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Imagem principal sobre o 2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Últimas: Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil
Mercado
Vibra (VBBR3) troca CFO: veja como o mercado avalia o novo comando financeiro da maior distribuidora de combustíveis do Brasil

Nomeação de Mauricio Teixeira surpreende analistas, mas XP destaca experiência diversificada e vê continuidade na estratégia financeira da Vibra (VBBR3)

15/01/2026 | 12h06 | Por Isabela Ortiz
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?
Mercado
FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

Fundo garantidor esclarece que Reag não emitia produtos bancários; clientes são cotistas de fundos, não credores da instituição

15/01/2026 | 11h30 | Por Isabela Ortiz
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?
Mercado
O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?

Decisão do Banco Central que retirou a CBSF (ex-Reag DTVM) do mercado reacende discussões sobre o regime de resolução, seus efeitos práticos e o papel do regulador na contenção de riscos sistêmicos

15/01/2026 | 09h58 | Por Isabela Ortiz
Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo
CONTEÚDO PATROCINADO

Distensão entre EUA e Irã impulsiona bolsas globais e derruba petróleo

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador