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Mercado

Ibovespa bate máxima do ano com temporada de balanços e desdobramentos da guerra tarifária; dólar cai a R$ 5,69

Bolsas de NY fecham em alta. Relação entre EUA e China na disputa tarifária ficou no radar dos investidores, assim como os balanços

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade,  Rariane Costa e  Beatriz Rocha 

24/04/2025 | 0:11 Atualização: 24/04/2025 | 17:49

Os destaques do mercado financeiro. (Foto: Adobe Stock)
Os destaques do mercado financeiro. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa atingiu a máxima do ano nesta quinta-feira (24), fechando o dia em alta de 1,79%, aos 134.580,43 pontos, com o mercado atento aos desdobramentos da guerra comercial e os primeiros resultados da temporada de balanços. No mercado internacional, os principais índices de Nova York subiram mesmo após o governo chinês negar que esteja costurando um acordo tarifário com os Estados Unidos.

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Em Nova York, o S&P 500 teve alta de 2,03%, enquanto o Dow Jones cresceu 1,23% e o Nasdaq avançou 2,74%. Ontem, o The Wall Street Journal publicou que o governo americano está considerando reduzir as tarifas de Trump de 145% impostas a produtos chineses para uma faixa de 50% a 65%, na tentativa de apaziguar as tensões comerciais com Pequim. Um dia antes, a Casa Branca havia falado em progresso em negociações tarifárias entre China e EUA.

O governo americano também está considerando uma abordagem escalonada semelhante à proposta pelo comitê da Câmara sobre a China no final do ano passado: impostos de 35% para itens que os EUA não consideram uma ameaça à segurança nacional e pelo menos 100% para itens considerados estratégicos para os interesses dos EUA, disseram as fontes do The Wall Street Journal. O projeto de lei propunha a implementação gradual dessas taxas ao longo de cinco anos.

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Na quinta-feira (24), após o encerramento dos negócios nos mercados chineses, porta-vozes ministeriais negaram que a China esteja envolvida em discussões sobre tarifas com Washington. “A China e os EUA não realizaram consultas ou negociações sobre a questão tarifária, muito menos chegaram a um acordo”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira, classificando notícias sobre negociações entre EUA e China como “fake news”.

A mesma mensagem foi transmitida pelo Ministério do Comércio da China, que afirmou não ter mantido negociações comerciais com os EUA e pediu ao governo Trump que suspenda as tarifas unilaterais. “Quaisquer alegações sobre o progresso de negociações econômicas e comerciais entre China e EUA são infundadas e não têm base factual”, disse He Yadong, porta-voz do Ministério do Comércio, em coletiva de imprensa semanal.

A China está aberta ao diálogo com base no respeito mútuo, acrescentou He. “Se os EUA realmente quiserem resolver o problema, devem levar a sério as vozes racionais da comunidade internacional e dos setores nacionais e eliminar todas as medidas tarifárias unilaterais contra a China”. Em meio a esse cenário, o dólar hoje fechou a sessão em queda de 0,49% a R$ 5,6912.

Temporada de balanços chama a atenção do mercado

No Brasil, a temporada de balanços também influenciou o tom do mercado. A Usiminas (USIM5) reportou lucro líquido de R$ 336,9 milhões no primeiro trimestre de 2025, salto de 845% na comparação com o primeiro trimestre de 2024. O número ficou 60,4% acima do consenso estimado pelo BTG Pactual, que esperava um lucro líquido de R$ 210 milhões no período. As ações da siderúrgica recuaram 4,28%, a R$ 5,81. A queda dos ativos acontece após a empresa estimar um cenário desafiador e incerto para os próximos trimestres.

Ontem, a Hypera (HYPE3) apresentou prejuízo líquido das operações continuadas de R$ 138,8 milhões no entre janeiro e março de 2025, revertendo o lucro líquido de R$ 391,5 milhões visto no mesmo período do ano anterior. Os ativos da empresa dispararam 12,27%, a R$ 23,60. O mercado também aguarda os números da Vale (VALE3), que deve divulgar um lucro líquido de pelo menos US$ 1 bilhão, segundo analistas consultados pelo E-Investidor. As ações da mineradora subiram 1,56% a R$ 55,31.

Bolsas europeias fecham em alta com guerra tarifária e balanços

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira com olhos para a guerra comercial à medida que investidores voltam a acompanhar balanços corporativos e indicadores da região.

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Em Paris, o CAC 40 avançou 0,27%, aos 7.502,78 pontos. O DAX, em Frankfurt, teve alta de 0,47%, aos 22.064,51 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,05%, para 8.407,44 pontos. O Ibex 35, de Madri, teve baixa de 0,22%, aos 13.179,70 pontos, enquanto o FTSE MIB, em Milão, avançou 0,96%, para 36.808,69 pontos. Já o PSI 20, de Lisboa, registrou valorização de 0,61%, aos 6.878,47 pontos.

A ação do banco francês BNP Paribas caiu 2,15% após a empresa divulgar lucro e receita em linhas com as expectativas. Ainda no mercado francês, a gigante do mercado de luxo Kering — controladora das grifes Gucci e Yves Saint Laurent — cedeu 0,97% depois de registrar queda maior do que se previa na receita. Na Alemanha, o índice Ifo mostrou uma inesperada melhora do sentimento das empresas em abril, um dia após leituras fracas de PMIs da zona do euro e do Reino Unido.

Mercado asiático tem fechamento misto com guerra comercial

O mercado asiático fechou de forma mista nesta quinta-feira atento aos desdobramentos da guerra tarifária. O índice de referência japonês, Nikkei, fechou em alta de 0,49% em Tóquio, a 35.039,15 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi teve modesta perda de 0,13% em Seul, a 2.522,33 pontos.

O tom negativo também foi registrado em Hong Kong, onde o Hang Seng caiu 0,74%, a 21.909,76 pontos. Já em Taiwan, a baixa foi de 0,82% do Taiex, a 19.478,81 pontos. Na China continental, o Xangai Composto registrou alta marginal de 0,03% a 3.297,29 pontos. Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul pelo segundo dia consecutivo, com o S&P/ASX 200 avançando 0,60% a 7.968,20 pontos. Para mais informações sobre o acordo tarifário entre os Estados Unidos e a China, acompanhe o E-Investidor.

Ouro sobe com incertezas globais

Os preços do ouro voltaram a subir nesta quinta-feira, após dois dias de queda, diante das tensões comerciais persistentes e à instabilidade geopolítica global, segundo Christopher Tahir, da Exness.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do ouro para junho subiu 1,65%, fechando a US$ 3.348,6 por onça-troy. Ao longo do dia, o metal chegou a atingir a máxima de US$ 3.377,0.

Petróleo fecha em alta na sessão

Os contratos futuros de petróleo fecharam esta quarta-feira em alta, recuperando parte da forte liquidação de ontem. A fraqueza do dólar também favoreceu a valorização da commodity, enquanto os investidores aguardaram novas notícias sobre a disputa comercial entre China e Estados Unidos e uma possível aceleração da produção pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).

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Na Nymex, o contrato de petróleo WTI para junho subiu 0,84%, fechando a US$ 62,79 o barril. O Brent para julho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 0,72%, para US$ 65,65 o barril. O

*Com informações do Broadcast

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