• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

Crise climática: como estas companhias da Bolsa reduzem as suas emissões de CO2

Os eventos climáticos aumentam a cobrança das empresas por iniciativas e soluções mais sustentáveis

Por Daniel Rocha

11/10/2024 | 19:32 Atualização: 12/10/2024 | 10:51

A crise climática exige das empresas listadas na bolsa mudanças nos seus processos de produção (Foto: Stock Adobe)
A crise climática exige das empresas listadas na bolsa mudanças nos seus processos de produção (Foto: Stock Adobe)

A crise climática se intensificou nos últimos anos. Apenas em 2024, os brasileiros presenciaram chuvas torrenciais no estado do Rio Grande do Sul (RS), seca na Amazônia, ondas de calor extremo e queimadas em vários estados do País. Dado a essa urgência, as companhias brasileiras listadas na bolsa de valores buscam há alguns anos mecanismos para adaptar as suas operações à nova realidade, por meio de investimentos em novas tecnologias, à medida que os investidores e consumidores passam a cobrar mais por iniciativas menos poluentes.

Leia mais:
  • Faria Lima está de olho em um lugar fora de SP para investir
  • Apagão que para SP afeta até Beach Park de Fortaleza; investidor corre risco?
  • Energia solar: quanto é possível economizar na conta de luz em 10 anos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A multinacional brasileira Gerdau (GGBR4), por exemplo, tem uma meta ambiciosa de se tornar neutra em carbono – quando as emissões de CO2 são compensadas por medidas de compensação, como a compra de crédito de carbono – até 2050. Para alcançar esse status, a companhia pretende ampliar o uso de sucata ferrosa, como matéria-prima, para a produção de aço. Atualmente, 11 milhões de toneladas desse material são reaproveitados pela companhia, um volume que responde por 70% da matéria-prima necessária para as suas produções. Com essa iniciativa, a produtora de aço consegue evitar a emissão de 16,5 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, principal gás responsável pelo efeito estufa.

Mas a ação sozinha não será suficiente para transformar os meios de produção da empresa alinhados às suas metas ambientais. A multinacional pretende também aumentar a sua área florestal, responsável pela produção de carvão vegetal, e ampliar o consumo de energias por fontes renováveis. Além disso, a Gerdau participa de um projeto nos Estados Unidos (EUA) voltado para a pesquisa de uso de hidrogênio – combustível que pode ser produzido por fontes de energia renovável com baixa emissão de gases poluentes – em escala industrial na produção de aço.

  • Veja também: BofA calcula os impactos das mudanças climáticas nos setores da Bolsa

O projeto recebeu um investimento de US$ 10 milhões, o maior valor destinado pelo governo norte-americano como incentivo para estudos de descarbonização. A Aeris (AERI3), fabricante de pás eólicas, também busca transformar a sua linha de produção mais sustentável, mesmo atuando como um player importante no processo de transição energética. Segundo Vitor Santos, diretor de Tecnologia e Inovações da Aeris, toda a energia consumida pela companhia vem de fontes renováveis e a preocupação também se estende aos fornecedores contratados pela empresa.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Fazemos questão de contratar empresas logísticas (para o envio de matéria-prima) que tenham o controle de suas emissões de carbono. As empresas precisam comprovar que os caminhões estão regulados e não poluindo acima da média”, afirma Santos. Assim como a Gerdau, a fabricante também busca aprimorar o seu programa de reciclagem. De acordo com Santos, 33% dos resíduos gerados pela empresa foram reciclados em 2023. Já neste ano, esse porcentual subiu para 36%. “Hoje, a receita gerada pela reciclagem é maior do que os custos relacionados ao tratamento dos resíduos para serem reciclados”, frisa Santos.

O interesse das empresas pelo Complexo do Porto do Pecém

A fábrica da Aeris fica localizada no Complexo do Porto do Pecém, no município de São Gonçalo do Amarante, na Grande Fortaleza (CE). A escolha pela região se deve às vantagens geográficas para o escoamento das pás eólicas para outros estados brasileiros, especialmente na região Nordeste, e para outros países devido à parceria do Porto do Pecém com o Porto de Roterdã, principal porta de entrada para o continente europeu.

Mas em 2024 a companhia está de “olho” em uma nova oportunidade de negócio que caminha para se tornar realidade nos próximos anos: a produção em larga escala de hidrogênio verde (H2V) no Complexo do Porto do Pecém. Segundo Santos, a produção do H2V na proporção como os projetos iniciais almejam demanda de um alto consumo de energia e a Aeris pretende atender essa necessidade por meio da fabricação de novas pás para a construção de parques eólicos.

Há ainda a possibilidade de a companhia diversificar a sua fonte de receita por meio da produção de cilindros para o armazenamento de hidrogênio verde. “Estamos estudando a possibilidade de produzir cilindros do tipo 4 que resistem a altíssimas pressões. São produtos feitos de fibra de carbono similar ao que utilizamos nas pás eólicas”, explica Santos.

  • Leia mais: o que o novo presidente da Vale traz da sua passagem pela AES para a mineradora

O hidrogênio verde, também chamado como “combustível do futuro”, tem sido visto como uma das apostas de soluções de baixo carbono encontradas pelo mercado devido a sua aplicabilidade em indústrias com alto consumo energético. Quando o assunto é energia limpa, o H2V ganha relevância e as projeções apontam para uma demanda expressiva ao longo dos próximos anos.

Na ótica dos investidores, a temática pode representar retornos financeiros atrativos à medida em que as projeções das companhias produtoras desse combustível apontam para um crescimento de receita no longo prazo. De acordo com uma pesquisa da McKinsey & Company, consultoria empresarial norte-americana, o H2V deve criar uma oportunidade de investimento de US$ 200 bilhões no mercado brasileiro em 20 anos (2020 – 2040).

Publicidade

O Complexo do Porto do Pecém busca ser protagonista neste novo mercado com a criação de um hub de produção de hidrogênio verde na sua Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A iniciativa despertou o interesse de várias companhias para produzir H2V em larga escala. Até o momento, seis pré-contratos foram assinados pelas seguintes empresas: AES Brasil (AESB3), Casa dos Ventos, da gigante francesa Total (TTE), Fortescue (FMG), Cactus Energia Verde, Voltalia (VLTSA) e FRV.

“O custo da geração de energia elétrica no Brasil é extremamente competitivo e temos a vantagem de termos o Porto de Roterdã como acionista (responsável por 30% da participação do complexo). A Europa é o principal mercado para a compra desses produtos verdes”, afirma Fábio Grandchamp, vice-presidente de Operações do Complexo do Pecém, sobre as atratividades do Hub do Pecém para o mercado internacional.

O início da produção em larga escala deve ocorrer em 2028 por meio de duas propostas que já se encontram em estágios avançados. “Estamos falando de um investimento inicial de US$ 50 milhões a US$ 100 milhões”, enfatiza Grandchamp. Os recursos são destinados para o desenvolvimento projeto responsável pela viabilidade do negócio. Após essa etapa, as empresas irão construir as usinas de hidrogênio verde que devem demandar cada iniciativa aportes de até US$ 5 bilhões. A expectativa é que seja produzido 1 milhão de toneladas por ano em 2030 de H2V. O volume será o suficiente para atender 25% da demanda de importação do Porto de Roterdã.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Aeris
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • ESG
  • Gerdau (GGBR)
  • Investidores
  • meio ambiente
Cotações
19/05/2026 18h22 (delay 15min)
Câmbio
19/05/2026 18h22 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos

  • 2

    46 fundos multimercados ignoram crise da categoria e rendem até 388% do CDI

  • 3

    Fundos multimercados de gestores “estrelas” perdem protagonismo nos últimos três anos

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com petróleo a US$ 112 e baixa da Vale (VALE3); dólar cai a R$ 4,99

  • 5

    Guia definitivo do Tesouro Direto: compare Tesouro Reserva, Selic, IPCA+ e Prefixado para escolher o melhor título

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis, mas em uma situação específica
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis, mas em uma situação específica
Imagem principal sobre o Idosos precisam receber BPC para conseguir desconto na conta de água? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos precisam receber BPC para conseguir desconto na conta de água? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o 5 dicas de ouro para idosos não caírem em golpes financeiros e perder dinheiro
Logo E-Investidor
5 dicas de ouro para idosos não caírem em golpes financeiros e perder dinheiro
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: o que é o Tesouro Selic e quais alunos podem investir o dinheiro ganho para render?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: o que é o Tesouro Selic e quais alunos podem investir o dinheiro ganho para render?
Imagem principal sobre o Quais idosos têm direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Quais idosos têm direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem investir em outro título do Tesouro Direto, além do Tesouro Selic? Entenda
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem investir em outro título do Tesouro Direto, além do Tesouro Selic? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: entenda como renegociar dívidas com conta de gás
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: entenda como renegociar dívidas com conta de gás
Imagem principal sobre o Idosos devem ter esta idade para receber desconto na conta de água
Logo E-Investidor
Idosos devem ter esta idade para receber desconto na conta de água
Últimas: Negócios
B3 anuncia Christian George Egan como novo diretor-presidente da companhia
Negócios
B3 anuncia Christian George Egan como novo diretor-presidente da companhia

Atual presidente, Gilson Finkelsztain, deixará a empresa no final de junho para assumir a presidência do Santander Brasil

19/05/2026 | 10h31 | Por Beth Moreira
Nubank divulga balanço do 1T26 nesta quinta: o que o mercado vai medir além do lucro?
Negócios
Nubank divulga balanço do 1T26 nesta quinta: o que o mercado vai medir além do lucro?

Analistas apontam os indicadores que vão definir se o crescimento do banco digital veio com qualidade ou com risco

14/05/2026 | 09h00 | Por Murilo Melo
Itaú lança cartão para altíssima renda da Mastercard com até 7 pontos por dólar
Negócios
Itaú lança cartão para altíssima renda da Mastercard com até 7 pontos por dólar

Cartão oferece benefícios em hotéis e restaurantes da rede Fasano, experiências gastronômicas Michelin e seguro-viagem com cobertura de US$ 1 milhão

12/05/2026 | 16h27 | Por Beatriz Rocha
Dividendos da Petrobras em 2026: o que o investidor pode esperar do balanço do 1T26 hoje
Negócios
Dividendos da Petrobras em 2026: o que o investidor pode esperar do balanço do 1T26 hoje

Alta do petróleo oferece gordura que poderia elevar proventos. É nisso que o mercado está de olho

11/05/2026 | 08h45 | Por Leo Guimarães

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador