• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

CEO da BlackRock admite possível efeito dominó nos bancos dos EUA

Larry Fink destaca, em carta anual a investidores, escalada de juros e falência do Silicon Valley Bank (SVB)

Por Iuri Gonçalves

15/03/2023 | 10:04 Atualização: 15/03/2023 | 14:32

arry Fink, o CEO da gestora norte-americana BlackRock atribui aos tempos de "dinheiro fácil" a alta de juros e possíveis desdobramentos. (Foto: Divulgação BlackRock)
arry Fink, o CEO da gestora norte-americana BlackRock atribui aos tempos de "dinheiro fácil" a alta de juros e possíveis desdobramentos. (Foto: Divulgação BlackRock)

O co-fundador da gestora de investimentos BlackRock, Larry Fink, publicou hoje a sua carta anual aos investidores. No documento, o CEO da maior gestora de ativos do mundo, com US$ 8,6 tri sob gestão, menciona o caso do Silicon Valley Bank (SVB) e alerta para potenciais problemas da crise relacionada à instituição financeira e ao aumento das taxas de juros norte-americanas.

Leia mais:
  • Falência do SVB refuta a tese de analistas sobre investir lá fora?
  • Como a quebradeira dos bancos nos EUA vai chegar no investidor brasileiro?
  • Vale comprar? As empresas globais que mais pagam dividendos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Desde a crise financeira de 2008, os mercados foram definidos por políticas fiscais e monetárias extraordinariamente agressivas. Como resultado dessas políticas, vimos a inflação em níveis jamais vistos desde os anos 1980”, aponta o CEO. Segundo Fink, o aumento das taxas de juros dos Estados Unido em decorrência disso é uma primeira consequência do que chamou de “anos de dinheiro fácil”.

  • Caso SVB acelera início da queda de juros nos EUA?

O aumento dos juros é o que o co-fundador da gestora chama de primeira peça do dominó a cair.

Fink menciona o caso do SVB como a maior falência bancária dos 15 anos. “É um clássico caso de incompatibilidade entre ativos e passivos”, diz. O gestor aponta, no entanto, que é muito cedo para saber quão generalizado é o dano. Para ele, a resposta dos reguladores foi veloz e decisiva para evitar um risco de contágio. Mas levanta a dúvida: “Será a incompatibilidade entre ativos e passivos o segundo dominó a cair?”.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Ainda não sabemos se as consequências do dinheiro fácil e mudanças regulatórias vão cascatear no setor de bancos regionais dos Estados Unidos, com mais intervenções e fechamentos por vir”, pondera o gestor.

Segundo ele, a atual crise dos bancos pode ter um impacto no mercado de capitais a longo prazo. “Conforme potencialmente se tornem mais conservadores com seu crédito, ou seus clientes se deem conta desses desequilíbrios nos balanços patrimoniais, eu prevejo que eles provavelmente se voltem em grande número para o mercado de capitais.” Entenda o que está acontecendo no Silicon Valley Bank.

“E pode haver ainda uma terceira peça a cair”, diz. Para o CEO, anos de taxas de juros mais baixas tiveram como efeito aumentar o compromisso de alguns donos de ativos com investimentos ilíquidos, em busca de retornos maiores. O risco disso é que haja, agora, uma incompatibilidade de liquidez para esses proprietários de ativos, principalmente para aqueles com carteiras alavancadas. Fink não descarta, portanto, dificuldades em manter a liquidez.

Inflação se mantém elevada

Na carta, Flink sustenta que as mudanças dramáticas no mercado financeiro e na economia global estão ocorrendo paralelamente, “todas as quais manterão a inflação elevada por mais tempo”.

O cenário político polarizado e as reações contra a globalização são destacados pelo CEO. Fink havia apontado, em carta aos acionistas escrita em 2022, que o conflito entre Rússia e Ucrânia causaria grandes mudanças na globalização em 2022. No entanto, as origens dessas questões são anteriores: o Brexit e a polarização política nos Estados Unidos são mencionados pelo gestor.

Publicidade

“Os repetidos choques dos últimos anos também remodelaram dramaticamente as cadeia de abastecimento. A pandemia destacou a necessidade dessas cadeias serem resilientes. A invasão russa à Ucrânia e a escalada das tensões geopolíticas trouxeram a segurança nacional e econômica para o centro das atenções”, escreve.

  • Segundo Fink, com governos desempenhando um papel maior nas decisões sobre a origem de produtos e alocação de recursos, o capital não necessariamente é alocado nos negócios que entregam maiores retornos. “Isso pode gerar uma segurança nacional melhor, com mais resiliência e segurança das cadeias de abastecimento. Mas a curto prazo, os efeitos são altamente inflacionários”, pontua.

Fink acredita que, em razão do tradeoff entre segurança e preço, a inflação persistirá e os bancos centrais terão mais dificuldade em controlá-la no longo prazo. “Como consequência, acredito que a inflação deve ficar perto de 3,5% ou 4% nos próximos anos.” Nesta reportagem, mostramos como a  inflação impacta os investimentos.

Na visão do gestor, os Estados Unidos podem ser uma das economias beneficiadas pelo que ele chama de “economia de fragmentação”. O país possui uma força de trabalho grande e diversa, além de recursos naturais com potencial energético e de segurança alimentar. “Políticas publicas estão ajudando a manter a fabricação de chips nos Estados Unidos e as últimas inovações em inteligências artificiais se tornaram uma nova preocupação”, pondera.

Investimentos na transição energética

O co-fundador da BlackRock aponta ainda para que os investidores façam análises de longo prazo considerando as transições para economias de baixa emissão de carbono. No momento, os grandes retornos para esse tipo de investimento são guiados por políticas fiscais e monetárias, mas com uma perspectiva mais longa, investidores precisam considerar como a transição energética, somada a outros fatores, impacta a economia, os preços dos ativos e a performance dos investimentos.

Um exemplo é o impacto dos preços de seguros para proprietários de imóveis. Devido a catástrofes naturais, esse tipo de ativo pode passar a possuir seguros inacessíveis. “De acordo com a Munich Re, seguradoras cobriram US$ 120 bilhões devido a catástrofes naturais em 2022 — um cenário que já foi inimaginável.”

“Mudanças para políticas públicas, tecnologia e preferências de consumidores criarão oportunidades de investimentos significativas. Alguns dos nossos clientes querer tomar vantagem das oportunidades criadas em áreas como investimentos em infraestrutura que beneficiarão proprietários de imóveis e a economia”, explica o representante da BlackRock.

Publicidade

Fink afirma que algumas das oportunidades de investimento mais atrativas dos próximos anos serão na área de financiamento de transição. Para ele, os próximos 1 mil unicórnios (empresas avaliadas em US$ 1 bilhão antes de abrirem seu capital) não serão ferramentas de busca ou redes sociais, mas muitas empresas inovadoras, sustentáveis e escaláveis. “Startups que ajudem o mundo na descarbonização e façam a transição energética acessível para todos consumidores”, completa.

Investimentos para aposentadoria

Na carta, Fink destaca que a incerteza econômica é uma das maiores barreiras para transformar poupadores em investidores de longo prazo. Hoje, mais da metade do capital gerido pela BlackRock é relacionado a aposentadorias.

Com a transformação na pirâmide etária dos países, condicionada pelo envelhecimento da população e a diminuição da natalidade, tem surgido uma “crise silenciosa”, como define o gestor, relacionada à expectativa de aposentadorias. “Menores expectativas de retorno de mercado, aumento dos cursos de moradia e saúde para aposentado e a transferência dos riscos de aposentadoria para os cidadãos tornaram o apoio ao aumento da longevidade mais desafiador”, explica.

  • Entenda qual tempo de contribuição é preciso para se aposentar.

Nesse cenário, Fink diz que países e empresas devem buscar um “imperativo de produtividade”. Para o CEO, países bem-sucedidos serão aqueles com maior expectativa de vida saudável, maiores taxas de participação na força de trabalho e de produtividade. “Empresas bem-sucedidas que gerem retornos duráveis aos acionistas serão capazes de encontrar trabalhadores o suficiente, engajá-los em níveis altos de produtividade e terão clientes o suficiente.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • BlackRock
  • Conteúdo E-Investidor
  • Larry Fink
  • Silicon Valley Bank (SVB)
Cotações
07/05/2026 8h34 (delay 15min)
Câmbio
07/05/2026 8h34 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ações recomendadas para maio reposicionam apostas na Bolsa; veja as escolhas de bancos e corretoras

  • 2

    Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

  • 3

    Reforma Tributária: ativos isentos devem perder atratividade para a alta renda

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em alta com dólar a R$ 4,91, petróleo em forte queda e impacto de balanços

  • 5

    Gringos impulsionam o Ibovespa, small caps ficam para trás e criam oportunidade

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 1º lote da restituição do IR 2026: quando o dinheiro será liberado?
Logo E-Investidor
1º lote da restituição do IR 2026: quando o dinheiro será liberado?
Imagem principal sobre o Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Logo E-Investidor
Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Imagem principal sobre o Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Logo E-Investidor
Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Imagem principal sobre o Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Logo E-Investidor
Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Últimas: Negócios
Berkshire Hathaway lucra US$ 10 bi antes de conferência histórica sem Warren Buffett
Negócios
Berkshire Hathaway lucra US$ 10 bi antes de conferência histórica sem Warren Buffett

Soma de caixa e aplicações em títulos do Tesouro norte-americano ultrapassou US$ 390 bilhões ao fim de março

02/05/2026 | 09h55 | Por Júlia Pestana e Fernanda Bompan
Balanços de big techs já mostram quem lucra com IA e quem ainda aposta no futuro; veja quem saiu na frente
Negócios
Balanços de big techs já mostram quem lucra com IA e quem ainda aposta no futuro; veja quem saiu na frente

Entre Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta e Apple, tecnologia já se tornou o principal motor de crescimento de receita em três delas; confira as análises dos resultados do 1T26

30/04/2026 | 12h24 | Por Isabela Ortiz
Resultados 1T26: 53% das empresas devem reportar lucro maior mesmo com cenário adverso, diz Itaú BBA
Negócios
Resultados 1T26: 53% das empresas devem reportar lucro maior mesmo com cenário adverso, diz Itaú BBA

Analistas também apontam seis companhias como destaques potenciais da temporada de balanços; veja quais

27/04/2026 | 12h06 | Por Isabela Ortiz
BB aposta em crédito sustentável sob pressão por resultado financeiro: 'Estamos construindo relações de longo prazo', diz VP
Negócios
BB aposta em crédito sustentável sob pressão por resultado financeiro: 'Estamos construindo relações de longo prazo', diz VP

Segmento já ocupa um terço de toda a carteira da estatal; José Ricardo Sasseron explica, em entrevista exclusiva, a estratégia na bioeconomia

06/04/2026 | 06h00 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador