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CEO do Itaú (ITUB4) dá pistas sobre dividendos extraordinários e analistas calculam valor recorde; entenda

Analistas projetam um dividendo extraodinário de até R$ 31 bilhões para a companhia

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

05/11/2025 | 14:49 Atualização: 05/11/2025 | 18:55

Dividendos extraordinários do Itaú podem chegar a R$ 31 bilhões; entenda (Foto: Itaú/Reprodução)
Dividendos extraordinários do Itaú podem chegar a R$ 31 bilhões; entenda (Foto: Itaú/Reprodução)

Após divulgar um resultado bem avaliado pelo mercado, o CEO do Itaú (ITUB4), Milton Maluhy Filho, afirmou que o principal objetivo da companhia nos próximos trimestres será investir o excedente de capital para crescer o banco. Ainda assim, ele ressaltou que, concluída essa etapa, o banco deve distribuir o capital excedente remanescente aos acionistas.

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“Tivemos uma geração de capital de 0,8 ponto porcentual na comparação entre o segundo e o terceiro trimestre de 2025. Nossa política de dividendos não mudou — ela segue em vigor. Nosso principal objetivo é alocar esse capital para expandir a companhia e fortalecer a instituição no longo prazo. Qualquer excedente acima de 11,5% de capital, ou seja, meio ponto porcentual adicional, será distribuído”, afirmou o CEO Milton Maluhy Filho, em coletiva nesta quinta-feira (5).

A fala foi proferida após o executivo ser questionado pelo E-Investidor como ficariam os dividendos extraordinários do Itaú depois que o índice de capital principal recuou 0,2 ponto porcentual na comparação com o mesmo período do ano passado. O indicador foi de 13,7% no terceiro trimestre de 2024 para 13,5% no terceiro trimestre de 2025. O índice mede quanto do capital do próprio banco é colocado em empréstimos feitos pela companhia. O mínimo regulatório está em 11%, e o Itaú busca trabalhar com o índice entre 11,5% e 12%.

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Para os analistas da Ágora Investimentos e Bradesco BBI, o Itaú deve reter o capital principal em 12,3% e distribuir o restante em proventos. Mesmo com a retenção de capital acima do estipulado pelo próprio CEO e o capital principal menor que o do mesmo período do ano passado, os analistas comentam que o pagamento pode ser recorde.

“Atualizamos nossa estimativa para o potencial dividendo extraordinário a ser pago pelo Itaú Unibanco, atingindo aproximadamente R$ 31 bilhões, considerando um crescimento de 4,5% na carteira em 2025 e uma meta de CET1 de 12,3%”, dizem Marcelo Mizrahi do Bradesco BBI e Renato Chanes da Ágora Investimentos, que assinam o relatório em conjunto.

Esse provento melhor que o estimado viria do lucro. O Itaú reportou lucro líquido de R$ 11,876 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 11,3% ante igual período de 2024. A rentabilidade do Itaú, medida pelo Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE, na sigla em inglês) ficou em 23,3%, crescimento de 0,6 ponto porcentual na comparação com o mesmo período do ano passado.

Questionado se essa rentabilidade acima de 20% seria sustentável, o executivo comentou que a barra de exigência de ROE subiu do patamar dos 20% há muito tempo. “A barra sobe todo dia aqui e a barra subiu faz tempo já. Seguimos confortáveis com esse nível de retorno que o banco vem entregando Por isso, não vejo no curto prazo nenhuma mudança de tendência da rentabilidade nos 20%”, disse Maluhy Filho.

Para os analistas do Safra os números divulgados pelo Itaú representaram uma continuação da tendência positiva de rentabilidade observada nos trimestres anteriores, embora em grande parte esperada, e com espaço para críticas pontuais em relação à margem de intermediação financeira (NIM) e às despesas operacionais (opex) dos clientes.

Dado o “forte posicionamento do mercado” em relação ao nome do banco e o histórico de “execução impecável” do mesmo, este resultado pode levar a uma leitura mais matizada. Ainda assim, a companhia conseguiu manter margens de intermediação financeira sólidas, ajustadas ao risco, e um “alto ROE de 23,3%”.

“Não surpreendentemente, o índice de capital principal (CET1) atingiu 13,5%, construindo uma base sólida para a tese de carry trade e dividendos extraordinários”, salientam os analistas do Safra.

Os analistas dizem que a revisão da margem financeira com o mercado, da faixa de R$ 1 bilhão a R$ 3 bilhões para R$ 3 bilhões a R$ 3,5 bilhões, foi dentro do esperado. Ainda assim, o Safra elevou sua projeção de lucro para o Itaú de R$ 46,5 bilhões para R$ 46,8 bilhões ao fim de 2025 após a mudança.

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Já a equipe da Genial Investimentos diz que a carteira de crédito ampliada cresceu 6,4%, alcançando R$ 1,40 trilhão, mas em ritmo mais moderado frente aos trimestres anteriores. Segundo a corretora, a expansão foi impulsionada principalmente pelo desempenho de grandes empresas (+9,4%), refletindo maior produção em companhias com faturamento entre R$ 500 milhões e R$ 4 bilhões.

Ainda assim, a Genial reforça que as Provisões para Devedores Duvidosos (PDD) somaram R$ 9,8 bilhões, avançando 14,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, permanecendo acima do crescimento da carteira de crédito.

“O aumento refletiu maiores despesas com perda esperada nos negócios de Atacado Brasil e Varejo Brasil, parcialmente compensadas pela redução das perdas esperadas na América Latina”, avaliam Eduardo Nishio, Luis Degaspari e Bernardo Noel, que assinam o relatório da Genial.

A XP Investimentos diz que a inadimplência acima de 90 dias, que ficou em 1,9% no terceiro trimestre de 2025, permanece estável ​​em relação ao trimestre anterior e recua 0,1 ponto porcentual na comparação com o mesmo período do ano passado. O número vem acompanhando a estabilidade dos inadimplência de pessoas físicas e um leve aumento de 0,1 ponto porcentual em PMEs, já esperado devido à normalização após o período de carência dos programas governamentais.

Enquanto isso, a inadimplência de 15 a 90 dias apresenta um aumento de 0,3 ponto porcentual em relação ao trimestre anterior, atingindo 2,0% “Esse desempenho está relacionado a um cliente específico, já classificado no Estágio 3 e bem provisionado, segundo o banco”, dizem os analistas.

Por fim, a XP comenta que o índice de capital principal (CET1) de 13,5% mostra a robustez da companhia, mesmo com o recuo de 0,2 ponto porcentual na comparação com o mesmo período do ano passado. “Esse desempenho está relacionado a um lucro líquido maior e a ajustes prudenciais e de patrimônio líquido, compensando os valores devolvidos aos acionistas e um leve aumento nos ativos variáveis”, afirmam.

O que esperar do Itaú em 2026?

Durante a entrevista coletiva, o executivo deu pistas sobre o que o investidor pode esperar da empresa em 2026. Segundo Maluhy Filho, o próximo ano será volátil devido ao período eleitoral e aos juros elevados. Desse modo, a economia deve desacelerar em função de uma política fiscal mais restritiva.

“Diante da incerteza, vamos operar em um nível de cautela maior. Todavia, não estamos encontrando dificuldade de encontrar oportunidades de crescer, especialmente naqueles segmentos e clientes que entendemos ser resilientes em um ciclo mais longo”, disse o CEO ao projetar um cenário conservador para a companhia.

Mesmo com esses desafios, os analistas continuam otimistas com a tese e recomendam compra. O Safra recomenda compra (outperform) com preço-alvo de R$ 46,00 para os próximos 12 meses, alta de 15% na comparação com o último fechamento. Os analistas calculam que os dividendos do Itaú devem entregar um rendimento em dividendos de 8,3% nos próximos 12 meses.

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Já os analistas da XP Investimentos também recomendam compra com preço-alvo de R$ 45,00 para o fim de 2025, alta de 12,6% na comparação com o último fechamento. Os analistas reconhecem que o futuro é desafiador, como apontou o CEO na coletiva com imprensa. Ainda assim, eles ponderam que o banco tem apresentado resultados sólidos mesmo com esse cenário.

“Continuamos vendo o Itaú como um player diferenciado, entregando resultados consistentes e previsíveis mesmo em um ciclo de maior incerteza e dispersão no sistema financeiro internacional”, disse Bernardo Guttmann e Matheus Guimarães, que assinam o relatório da XP.

A Genial também recomenda compra com preço-alvo de R$ 46,80, representando um potencial de valorização de 17,1% frente ao último fechamento. Os analistas dizem que a ação segue negociando a múltiplos atrativos, ainda abaixo da média histórica. Segundo a corretora, o Itaú é negociado a 7,4 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026.

“Para investidores com menor restrição de liquidez, destacamos as ações ordinárias ITUB3, negociando a 7,4 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2025 e 1,7 vez o Preço sobre Valor Patrimonial (P/VP) estimado para 2025 — com desconto relevante em relação às preferenciais e mesmo payout, implicando um rendimento superior em dividendos”, diz a corretora.

O Itaú (ITUB4) vem entregando resultados que agradam o mercado e pode distribuir dividendos extraordinários ainda mais robustos aos acionistas. Segundo analistas, a ação permanece entre as preferidas do setor bancário, mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador, graças à estratégia considerada mais eficiente do banco.

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