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Radar da Imprensa

Renda fixa ou variável: onde investir para ter uma renda a longo prazo?

Especialistas destacam a importância da diversificação para garantir estabilidade financeira no futuro

Por Jéssica Anjos

01/07/2024 | 10:12 Atualização: 01/07/2024 | 10:12

Renda variável: conheça 5 opções para investir e ter uma renda a longo prazo
Foto: Adobe Stock
Renda variável: conheça 5 opções para investir e ter uma renda a longo prazo Foto: Adobe Stock

No atual cenário econômico, muitos investidores se questionam sobre onde investir para garantir uma renda estável e crescente a longo prazo. Entre as opções mais populares, estão a renda fixa e a renda variável.

Leia mais:
  • ‘Não é vergonha ir para a renda fixa’, diz presidente do Bradesco
  • Quanto rendem aplicações em LCIs ou LCAs
  • Fundos de renda fixa: como selecionar os melhores?
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As opções são variadas, abrangendo desde a segurança dos investimentos em renda fixa até o potencial de valorização da renda variável. Mas qual delas é a melhor?

Para quem busca segurança e previsibilidade, a renda fixa é a escolha ideal. Nessa modalidade, o investidor sabe exatamente quanto receberá ao final do investimento, pois a rentabilidade é pré definida no momento da aplicação.

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Títulos públicos, como o Tesouro Direto, são os investimentos mais tradicionais da renda fixa. Outras opções de renda fixa incluem CDBs, LCIs e LCAs, que oferecem taxas de juros e prazos de vencimento variados.

Já a renda variável, oferece a oportunidade de obter retornos maiores no longo prazo, mas com um risco maior. Isso porque o valor dos investimentos nessa modalidade oscila de acordo com as variações do mercado. Ou seja, o investidor pode ter lucros ou prejuízos, dependendo da performance das empresas ou dos ativos em que investe.

Ações, fundos de investimento, BDRs, criptomoedas e fundos imobiliários são alguns dos principais exemplos de investimentos em renda variável.

“As ações oferecem a oportunidade de participar dos lucros e crescimento das empresas, o que pode resultar em retornos maiores”, explicou a educadora financeira Tatiane Viana, professora da Eu me banco, ao E-Investidor.

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Nesta reportagem, mostramos que esse diferencial ocorre porque, enquanto os investidores de renda fixa que realizam resgates periódicos tendem a manter seu patrimônio estável, os que optam pela renda variável podem se beneficiar não apenas dos dividendos recebidos, mas também da valorização das ações ao longo do tempo.

No entanto, é crucial observar que o cenário atual aponta para uma redução na rentabilidade do Tesouro Selic. Segundo o Boletim Focus, a expectativa é que a Selic esteja em 10,25% no final de 2024 e 9,25% no final de 2025.

Para lidar com essas variações e garantir uma carteira de investimentos segura, a diversificação é essencial.

“Distribua seus recursos entre diferentes tipos de ativos (ações, títulos, fundos imobiliários, ETFs) e setores (tecnologia, financeiros, energia) considere também a diversificação geográfica, investindo em mercados internacionais. Dessa forma, você garante uma renda passiva estável”, reforça a especialista.

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Josias Bento, especialista em mercado de capitais e sócio da GT Capital, também compartilha suas recomendações para garantir uma renda passiva consistente. Segundo ele, as melhores opções incluem Fundos Imobiliários, títulos de crédito privado incentivados – como Debêntures, CRI e CRA – títulos públicos, como NTN-B (IPCA + com juros semestrais), além das próprias ações.

A tabela a seguir, elaborada pelo especialista em finanças pessoais, mostra quanto é necessário investir em cada tipo de ativo para obter um retorno mensal de R$ 5 mil. Veja:

Colaborou: Gabrielly Bento.

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