Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,18%, a 10.122,73 pontos, após renovar máxima histórica a 10.158,41 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,11%, a 24.896,94 pontos, depois de se aproximar da marca inédita de 25 mil pontos durante a sessão.
Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,32%, a 8.237,43 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,53%, a 8.514,37 pontos. Em Madri, o Ibex 35 avançava 0,19%, a 17.647,10 pontos, e caminhava para renovar fechamento recorde, às 14h30 (de Brasília), após bater máxima a 17.739,60 pontos. Exceção, o FTSE MIB caiu 0,2% em Milão, a 45.753,43 pontos. As cotações são preliminares.
Na noite de ontem, Trump reforçou que os EUA não estão em guerra com a Venezuela, mas sim com quem vende guerras. Além da Venezuela, o republicano voltou a subir o tom sobre ao território autônomo groenlandês, que pertence à Dinamarca. Em resposta, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, defendeu que uma possível ofensiva americana ao território seria o fim da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Diante do cenário, o subíndice do setor aeroespacial e de defesa (+0,5%) estendeu ganhos da véspera, impulsionando alta de 0,6% do Stoxx 600 – que renovou máxima histórica a 606,28 pontos e caminhava para nível inédito de fechamento. A italiana Leonardo teve alta de 0,4% e a britânica Rolls-Royce subiu 1,18%.
O mercado também acompanha os desdobramentos da reunião dos líderes da “Coalizão dos Dispostos” para discutir a questão da Ucrânia nesta terça-feira. Na ponta macroeconômica, os PMIs de serviços da zona do euro e do Reino Unido frustraram expectativas.
Dentre outros destaques no mercado acionário, o grupo de entregas polonês InPost disparou 27% em Amsterdã, após ter recebido uma oferta de aquisição de um comprador não identificado. Já a dinamarquesa Novo Nordisk subiu 5% com o lançamento de seu medicamento para emagrecimento Wegovy nos EUA. Ainda, o subíndice de recursos básicos ganhou 1,92%, em meio ao rali de metais básicos e preciosos.