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Bolsas de NY fecham em alta, após perdas recentes

O S&P 500 teve alta de 1,83% e o Dow Jones subiu 2,00%, enquanto o Nasdaq avançou 1,61%

Por Estadão Conteúdo

23/05/2022 | 17:59 Atualização: 23/05/2022 | 17:53

A palavra Wall Street na fachada de prédio em Nova York (Foto: Shannon Stapleton/Reuters)
A palavra Wall Street na fachada de prédio em Nova York (Foto: Shannon Stapleton/Reuters)

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, após consecutivas perdas recentes que chegaram a levar o S&P 500 para bear market na sessão passada. O forte avanço bancos contribuiu para os ganhos, com notícia positiva do JPMorgan.

Leia mais:
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Operadores seguem monitorando sinalizações do Federal Reserve (Fed) e os temores sobre crescimento econômico nos Estados Unidos. No fechamento, o Dow Jones subiu 1,98%, a 31.880,24 pontos, o S&P 500 teve alta de 1,86%, a 3.973,75 pontos, e o Nasdaq avançou 1,59%, a 11.535,27 pontos.

O JPMorgan teve o melhor desempenho do Dow Jones hoje, com alta de 6,19%, depois de ter informado que ainda espera atingir a meta de 17% neste ano para seus retornos sobre ações ordinárias. No mesmo setor, Citi (+6,07%), Bank of America (+5,94%), Goldman Sachs (+3,20%), Morgan Stanley (+3,70%) e Wells Fargo (+5,16%) acompanharam o movimento. Papéis importantes ligados à tecnologia, como Apple (+4,01%), Microsoft (+3,20%), Alphabet (+2,37%) e Meta (+1,39%) também registraram ganhos.

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O presidente dos EUA, Joe Biden, disse que irá debater em breve com a secretária do Tesouro americano, Janet Yellen, a possibilidade de retirar algumas das tarifas impostas sobre produtos chineses durante o governo Trump. Para o analista da Oanda Edward Moya, é com base nessa notícia que prevalece o otimismo em Wall Street, com expectativas de uma desescalada na guerra comercial entre EUA e China.

“Muitos estão racionalizando a recuperação de hoje com a lógica de que muito mais baixas só seriam justificadas se uma recessão ocorresse no início do próximo ano, e isso não será determinado por mais alguns meses”, afirma. O Bank of America cortou, nesta segunda-feira, a projeção para o crescimento dos EUA, de 2,7% para 2,6% em 2022 Já o BMO Capital Markets observa que, embora ações sejam “propensas a falsos positivos como um indicador de recessão”, dados macroeconômicos têm um atraso entre o período de coleta e divulgação de resultados. Além disso, qualquer alteração de política monetária terá um impacto “atrasado” na economia real.

O presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, demonstrou ter esperanças de que os mercados financeiros terão resposta rápida às altas de juros básicos pelo Fed. Em Davos, um relatório com a avaliação de 47 economistas-chefes de bancos e empresas de vários países divulgado no Fórum Econômico Mundial mostrou que os EUA estão entre os países com expectativa de inflação mais alta do mundo, depois da América Latina. Entre indicadores, o Fed de Chicago informou que houve alta de 0,47 em abril no índice de atividade nacional, abaixo da expectativa de analistas.

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