Ainda de acordo com o Citi, o mercado mantém o foco no segundo semestre de 2026, quando a Natura projeta “uma expansão significativa da margem”. Ainda assim, o banco diz não estar totalmente convencido de que a empresa conseguirá superar a margem Ebitda (sigla em inglês para Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) ajustada de 14,1% do ano fiscal de 2025, que inclui indenizações de aproximadamente R$ 330 milhões.
Em relatório, aponta, porém, fatores que limitariam o risco de queda, como redução de despesas operacionais e a potencial aquisição pela Advent, que se comprometeu a comprar uma participação de 8% a 10% na companhia.
O Citi reiterou recomendação Neutra, mas de Alto Risco, e preço-alvo de R$ 12 por ação, o que sugere possibilidade de alta de 15,38% em 12 meses. O banco vê potencial de valorização, mas considera que ainda não é suficiente para recomendar compra, apesar de notar espaço para alta a um preço/lucro (P/L) de cerca de 9 vezes para 2027.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast