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Ata: Copom reforça fim do ciclo de altas, mas diz seguir vigilante e pronto a reagir

Ata da reunião do Banco Central indica política monetária contracionista prolongada, mas sugere que o atual nível de juros pode ser suficiente para controlar a inflação

Por Isabela Ortiz

24/06/2025 | 10:06 Atualização: 24/06/2025 | 10:38

Copom eleva Selic a 15% e sinaliza possível pausa no ciclo de alta de juros (Foto: Adobe Stock)
Copom eleva Selic a 15% e sinaliza possível pausa no ciclo de alta de juros (Foto: Adobe Stock)

O Comitê de Política Monetária (Copom) repetiu, na ata da sua última reunião, que “antecipa uma interrupção no ciclo de alta de juros”, com o objetivo de avaliar se o nível corrente da Selic – mantido por período “bastante prolongado” – é suficiente para fazer a inflação convergir à meta. Na última quarta-feira (18), o colegiado aumentou a taxa em 0,25 ponto porcentual, de 14,75% para 15,0% ao ano.

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“Em se confirmando o cenário esperado, o comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta de juros para examinar os impactos acumulados do ajuste já realizado, ainda por serem observados, e então avaliar se o nível corrente da taxa de juros, considerando a sua manutenção por período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta”, diz a ata publicada nesta terça-feira (24), repetindo um trecho do comunicado.

Ontem, na segunda-feira (23), as medianas do Sistema Expectativas de Mercado, que embasam o relatório Focus, já passaram a indicar que a taxa Selic deve permanecer estável, em 15%, até o fim deste ano. Até a semana anterior, as projeções do mercado apontavam para estabilidade do juros em 14,75%. A maioria dos economistas esperava que o Copom não aumentasse a taxa básica na última decisão, embora a precificação do mercado favorecesse uma alta de 0,25 ponto.

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O Copom também reforçou que “se manterá vigilante”, e que “não hesitará em prosseguir no ciclo de ajuste caso julgue apropriado.” Segundo o colegiado, o cenário econômico – marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho – demanda uma política monetária “significativamente contracionista”, por período “bastante prolongado”, para assegurar a convergência da inflação à meta.

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O comitê repetiu ainda as projeções de inflação que já haviam sido divulgadas no comunicado: de 4,9% para o fim de 2025 e de 3,6% para o fim de 2026, este último sendo o horizonte relevante da política monetária. A estimativa para o ano que vem está acima do centro da meta, de 3%, e leva em conta altas de 3,4% para os preços livres e de 4,1% para os administrados.

A projeção para 2025 está acima do teto da meta, de 4,50%, e considera altas de 5,2% e 3,8% para livres e administrados, nesta ordem.

Todas as projeções do BC partem do cenário de referência, com trajetória de juros extraída do relatório Focus e bandeira verde de energia elétrica em dezembro de 2025 e 2026. A taxa de câmbio começa em R$ 5,60 e evolui conforme a paridade do poder de compra (PPC). Os preços do petróleo seguem aproximadamente a curva futura por seis meses e, depois, sobem 2% ao ano.

Para Tatiana Pinheiro, economista-chefe da Galapagos Capital, a ata “manteve o tom duro do comunicado, com a avaliação de cenário externo desafiador”, principalmente devido à mescla de incertezas tarifárias e conflito armado no Oriente Médio. “Além disso, enfatizou a estratégia de manter a política monetária apertada por bastante tempo e sinalizou, na nossa avaliação, que a barra para ajuste dos juros para baixo está na reancoragem das expectativas de inflação, ou seja, está alta”, afirmou Pinheiro.

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