O GICP11 será composto por 99% de debêntures e 1% de Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), com foco em papéis de emissores de alta qualidade (high grade) com prazos mais longos. Os setores com maior destaque na composição são Óleo e Gás (13,74%), Geração de Energia (12,32%) e Saneamento (10,78%).
Luis Iglesias, analista responsável pelo desenvolvimento do ETF, diz que essa abordagem busca equilibrar segurança e retorno, aproveitando oportunidades no segmento de crédito privado. “Dos 24 ETFs de renda fixa focados em ativos brasileiros, apenas três são voltados para crédito privado, segmento no qual temos muita experiência”, destaca Iglesias, acrescentando que a Genial já possui mais de R$ 7 bilhões em fundos de renda fixa e crédito privado.
O diretor de investimentos (CIO, na sigla em inglês) de renda fixa da Genial, Rafael Zlot, avalia que o novo ETF é uma “alternativa eficiente e diferenciada em um mercado promissor”. Ele menciona que o patrimônio líquido consolidado dos ETFs de renda fixa local cresceu mais de 320% desde 2019, segundo levantamento feito com base em informações disponíveis na B3 e Quantum Axis.