“Vimos a oportunidade de ativar nosso ecossistema para ampliar o acesso de mais brasileiros e brasileiras a um dos pilares da nossa democracia, a Constituição Federal. Com uma posição apartidária e agnóstica, a empresa não enxerga o Brasil em qualquer outro regime que não o democrático.”, informou em nota a companhia.
Várias empresas e organizações repudiaram as invasões e a destruição das sedes dos três Poderes. Natura, Febraban, Zetta, Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), divulgaram notas condenando os atos de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e deixaram explícito seu compromisso com a democracia.