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Comportamento

Como influenciadores de finanças repercutiram a invasão bolsonarista

Ataque ganhou atenção nas redes sociais; com mais ou menos ênfase, movimento foi condenado

Por Luíza Lanza

09/01/2023 | 17:41 Atualização: 09/01/2023 | 17:51

Maioria dos influenciadores condenou ataques em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Maioria dos influenciadores condenou ataques em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As redes sociais ajudaram a aproximar o público do mundo dos investimentos. Por lá, milhões de usuários trocam experiências de mercado, aprendem sobre títulos e estratégias de alocação e tentam entender os acontecimentos que “fazem preço” na bolsa de valores. É a FinTwit brasileira, como é chamada a comunidade que reúne investidores, especialistas e principalmente influencers financeiros no Twitter e demais redes sociais.

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De acordo com a terceira edição do relatório FInfluence – Quem fala de investimentos nas redes sociais, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), os 255 perfis da FinTwit somavam 94,1 milhões de seguidores em junho de 2022.

Leia também: Por que a CVM está na cola dos influenciadores da ‘Fintwit’?

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E é por meio desstes perfis que muitos investidores acompanham as notícias, se informam e tentar entender o impacto no mercado dos principais acontecimentos do País. Principalmente os mais complexos, como o episódio deste domingo (8), quando a Praça dos Três Poderes, em Brasília, foi invadida por radicais, golpistas e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Eles entraram e depredaram o Congresso, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Planalto, um movimento anti-democrático que vinha sendo inflado desde que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou as eleições.

A invasão em Brasília virou a pauta do dia nos noticiários e, claro, nas redes sociais. Pressionando o dólar e o Ibovespa nesta segunda-feira (9), o assunto também ganhou a atenção dos influenciadores do mercado – uns mais, outros menos.

Nathália Arcuri, por exemplo, foi enfática ao dizer que foram atos “terroristas” e que o mercado “escolheu ignorar o risco político e a bomba relógio que eram as manifestações”. O tom da fundadora do Me Poupe! foi o mais duro adotado entre os principais influencers de finanças do País. Outros compartilharam memes, como Charles Mendlowicz do Economista Sincero; enquanto perfis como Ports Trader, sequer mencionaram o assunto.

O E-Investidor conferiu como os 9 perfis mais influentes, segundo a Anbima, repercutiram a notícia no Twitter, a rede social mais utilizada para falar de finanças. Em alguns casos, de influenciadores que não tem ou utilizam pouco a rede social de Elon Musk, checamos as postagens do Instagram. As postagens foram reunidas até às 14h30.

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Confira:

1º Economista Sincero: principal influenciador de finanças segundo a Anbima, Charles Mendlowicz compartilhou diversas notícias sobre o desenrolar das manifestações em Brasília. E até alguns memes. Em um, brincou com a forma como o investidor estrangeiro estaria acompanhando o episódio.

pic.twitter.com/NcSDOVNrtz

— Economista Sincero (@mendlowicz) January 8, 2023

2º. Fernando Ulrich: em seu perfil, o head de educação da Liberta Investimentos classificou como “deploráveis os atos de vandalismo, depredação e violência” em Brasília, destacando que além de “criminosos e antidemocráticos”, seriam “contraproducentes” porque devem fortalecer o presidente Lula.

Deploráveis os atos de vandalismo, depredação e violência hoje em Brasília.

Além de criminosos e antidemocráticos, são contraproducentes.

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Fortalecerão Lula e aqueles que buscam silenciar a dissidência verdadeiramente democrática.

Um dia trágico para o Brasil.

— Fernando Ulrich (@fernandoulrich) January 9, 2023

3º. Thiago Reis: pelo Twitter, o fundador da Suno compartilhou uma postagem de um deputado estadual de Santa Catarina, que diz que o Brasil está dividido. Reis também respondeu a um seguidor, que dizia que Lula estaria rindo já que “os manifestantes caíram na isca” e poderá utilizar os atos antidemocráticos como pretexto para “fazer o que quiser”. Reis disse: “a começar com um belo aumento de impostos”.

A começar com um belo aumento de impostos…

— Tiago Guitián Reis (@Tiagogreis) January 9, 2023

O novo governo ainda não debateu nenhuma proposta para modificar ou aumentar a tributação brasileira; nesta coluna do Estadão, a análise é que, depois da instabilidade causada pelos atos em Brasília, o ministro Fernando Haddad terá ainda mais dificuldade para isso.

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4º. Bruno Perini: a última postagem do influenciador no Twitter é de dezembro. Pelo Instagram, disse que “Pessoas dentro de uma turba são dominadas pela psicologia das massas. É como se parassem de pensar como indivíduos racionais. Eu não sei qual era o objetivo desse pessoal, mas tenho certeza que nada de bom virá dessa invasão.”

5º. Thiago Nigro: pelo Twitter, a única postagem do criador do canal “O Primo Rico” foi simples: “caraca” às 17h23 do domingo, quando a invasão começava a acontecer.

Caraca..

— Thiago Nigro (@ThiagoNigro) January 8, 2023

6º. Ports Trader: o influenciador não tem perfil ativo no Twitter. Pelo Instagram, não publicou nada a respeito do episódio.

7º. Riqueza em Dias: a influenciadora Carol Dias, criadora do canal Riqueza em Dias, publicou pelo Instagram algumas “caixinhas de perguntas”, em que questionava aos seguidores suas opiniões sobre o episódio. Dias colocou algumas enquetes, onde era possível responder com “sim” ou “não” a dois questionamentos: se era correto bolsonaristas convocarem o ato sem o aval da Segurança Pública do DF, e se os policiais tinham culpa. Essa pergunta era ilustrada com uma manchete que dizia que as forças de segurança do DF tinham abandonado a barreira para comprar água de coco, enquanto manifestantes invadiam o STF.

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8º. Nathália Arcuri: a criadora do Me Poupe! fez algumas postagens em seu Twitter, o tom mais crítico entre os influenciadores, criticando os atos que classificou como “terroristas”. Arcuri disse que a democracia brasileira “se provou à prova da insanidade”, disse que não era nenhuma surpresa e pontuou ainda que “o governador do DF é corresponsável pelos ataques antidemocráticos e o Mercado escolheu ignorar o risco político e a bomba relógio que eram as manifestações”.

Explicando: Democracia venceu. O Governador do DF é corresponsável pelos ataques antidemocráticos e o Mercado escolheu ignorar o risco político e a bomba-relógio que eram as manifestações. Não esqueça que o mercado é feito de pessoas e pessoas são emocionais e falíveis. https://t.co/4Q7KbnxcD1

— Nathalia Arcuri (@NathaliaArcuri) January 9, 2023

9º. Felippe Hermes: pelo Twitter, o influenciador compartilhou algumas notícias sobre as invasões, além de um vídeo em que radicais agrediam um policial e o cavalo em que o agente estava montado. Na postagem, comentou: “terrorismo doméstico”.

Terrorismo doméstico

— Felippe Hermes (@Felippe_Hermes) January 8, 2023

Observação: O quarto maior influenciador de investimentos da lista da Anbima é Rafael Balboa, que teve seu perfil do Twitter retirado do ar em outubro. Por isso, não foi incluído na matéria.

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