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Petróleo dispara acima de US$ 109 e amplia pressão sobre juros na Super Quarta; petroleiras acompanham

Com guerra no Oriente Médio e acordo do Iraque no radar, commodity segue volátil e pressiona decisões de juros no Brasil e nos EUA

Por Igor Markevich

18/03/2026 | 9:57 Atualização: 18/03/2026 | 11:04

Petróleo oscila acima de US$ 100 em meio à guerra no Oriente Médio e acordo do Iraque, influenciando expectativas para juros do Fed e do Copom. (Imagem: Adobe Stock)
Petróleo oscila acima de US$ 100 em meio à guerra no Oriente Médio e acordo do Iraque, influenciando expectativas para juros do Fed e do Copom. (Imagem: Adobe Stock)

O petróleo hoje começa a quarta-feira (18) com movimentos chamativos, ainda sensível ao noticiário geopolítico e a ajustes técnicos após a forte alta recente. Por volta das 11h (de Brasília), o Brent para maio avançava a US$ 109,16, alta de 5,52%, enquanto o WTI subia a US$ 97,98, com ganho de 2,56%.

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Mais cedo, por volta das 5h, os contratos chegaram a cair após o acordo do Iraque para exportação via Curdistão até o porto de Ceyhan, na Turquia, o que trouxe alívio pontual à oferta. O recuo, porém, foi limitado por restrições no Estreito de Ormuz e pela escalada da guerra no Oriente Médio, que mantém elevado o prêmio de risco.

Na Bolsa, petroleiras acompanham o ritmo da commodity e sustentam ganhos relevantes no meio da manhã. Também por volta das 11h, a Petrobras (PETR3; PETR4) avançava, com as ordinárias a R$ 51,39 (+1,30%) e as preferenciais a R$ 46,77 (+0,84%).

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Entre as que completam a imagem do setor, a Brava (BRAV3) subia 2,39%, a R$ 18,45, enquanto PRIO (PRIO3) ganhava 2,34%, a R$ 64,16, e a PetroReconcavo (RECV3) avançava 1,17%, a R$ 13,81. O movimento indica que, apesar da volatilidade externa e da cautela vista nos ADRs, o investidor local ainda responde de forma direta à valorização do barril.

Geopolítica limita alívio

Após saltar mais de 4% na véspera, o mercado ensaiou uma correção técnica, mas encontrou suporte nas tensões. Ataques à infraestrutura energética seguem no radar, com ofensivas do Irã e de Israel, além de episódios envolvendo campos no Iraque e nos Emirados Árabes Unidos.

O acordo iraquiano funciona como contrapeso, mas de alcance limitado. Com gargalos logísticos persistentes em rotas-chave, o mercado oscila entre sinais de recomposição de oferta e temores de interrupções.

Super Quarta recalibra juros

Na Super Quarta, quando Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e Banco Central do Brasil anunciam decisões de juros, o petróleo volta ao centro do debate. A trajetória recente da commodity pesa sobre as expectativas e influencia o espaço para a política monetária.

Nos EUA, a expectativa é de manutenção dos juros entre 3,50% e 3,75%, com o foco na sinalização de cortes. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) chega pressionado: o plano inicial de corte de 0,50 ponto perdeu força, e o consenso migrou para 0,25 ponto, com risco até de pausa.

Com o barril acima de US$ 100, o choque de energia reforça a cautela. O mercado já revisa o ciclo de afrouxamento, com projeções de Selic mais altas e menor espaço para cortes.

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A possibilidade de greve de caminhoneiros adiciona calor e reforça o viés inflacionário. Apesar de algum alívio pontual, que sustentou futuros de Nova York, o pano de fundo segue instável. O petróleo volta ao centro das decisões macro e segue ditando o tom da volatilidade.

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