EURO R$ 5,20 -0,02% DÓLAR R$ 5,07 +0,00% MGLU3 R$ 3,57 +17,43% BBDC4 R$ 19,50 +1,09% ABEV3 R$ 15,19 +0,40% ITUB4 R$ 26,70 +1,06% PETR4 R$ 31,67 +7,06% GGBR4 R$ 26,12 +2,11% IBOVESPA 112.764,26 pts +2,78% VALE3 R$ 70,00 +1,23%
EURO R$ 5,20 -0,02% DÓLAR R$ 5,07 +0,00% MGLU3 R$ 3,57 +17,43% BBDC4 R$ 19,50 +1,09% ABEV3 R$ 15,19 +0,40% ITUB4 R$ 26,70 +1,06% PETR4 R$ 31,67 +7,06% GGBR4 R$ 26,12 +2,11% IBOVESPA 112.764,26 pts +2,78% VALE3 R$ 70,00 +1,23%
Delay: 15 min
Últimas notícias

Recorde histórico: empresas captam R$596 bi no mercado de capitais em 2021

O volume representa um crescimento de 60% em relação aos níveis de 2020

Recorde histórico: empresas captam R$596 bi no mercado de capitais em 2021
(Foto: Evanto Elements)
  • Das captações de 2021, R$ 128,1 bilhões foram com ações, incluindo via aberturas de capital (IPO, na sigla em inglês), nível também recorde. Os IPOs renderam R$ 63,6 bilhões. Outros R$ 468 bilhões foram via renda fixa e outros instrumentos, como fundos de recebíveis e certificados de recebíveis

As empresas captaram R$ 596 bilhões no mercado de capitais do Brasil em 2021, recorde histórico da série monitorada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O volume representa um crescimento de 60% em relação aos níveis de 2020, ano marcado pelo início da pandemia, e de 38% na comparação com 2019.

Das captações de 2021, R$ 128,1 bilhões foram com ações, incluindo via aberturas de capital (IPO, na sigla em inglês), nível também recorde. Os IPOs renderam R$ 63,6 bilhões. Outros R$ 468 bilhões foram via renda fixa e outros instrumentos, como fundos de recebíveis e certificados de recebíveis.

Na renda fixa, destaque para as emissões de debêntures, que bateram em R$ 253,4 bilhões, mais que o dobro dos negócios de 2020, que somaram R$ 121 bilhões. As debêntures incentivadas, voltadas para projetos de infraestrutura, movimentaram R$ 47,3 bilhões, crescimento de 70% em relação ao ano anterior e também o maior número da série histórica da Anbima. Enquanto as emissões de ações se concentraram na primeira metade do ano, com o mercado se fechando a partir de agosto, as emissões de debêntures seguiram firmes até dezembro, e com prazos longos. No último trimestre de 2021, mais de 44% das emissões desses papéis saíram com prazos acima de 7 anos, segundo a Anbima.

“Foi um ano espetacular”, disse em entrevista à imprensa há pouco o vice-presidente da Anbima, José Eduardo Laloni. “Não foi só uma classe de ativos que foi destaque, foi o mercado como um todo.” O executivo destacou ainda o alongamento dos prazos das captações no ano passado. Em média, 20% desses papéis tiveram prazos de 10 anos ou mais.

Invista com TAXA ZERO de corretagem por 3 meses. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Informe seu e-mail

Faça com que esse conteúdo ajude mais investidores. Compartilhe com os seus contatos