A Vale (VALE3) informou que a produção de minério de ferro no primeiro trimestre de 2026 somou 69,675 milhões de toneladas, avanço de 3% ante igual período de 2025.
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A Vale (VALE3) informou que a produção de minério de ferro no primeiro trimestre de 2026 somou 69,675 milhões de toneladas, avanço de 3% ante igual período de 2025.
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A empresa avalia que o desempenho foi apoiado pelo recorde de produção em S11D e Brucutu, bem como pelo contínuo amadurecimento dos projetos Capanema e VGR1.
A produção de pelotas da Vale somou 8,169 milhões de toneladas, avanço de 13,7% na comparação anual. Isso se deu devido ao melhor desempenho das unidades de pelotização de Tubarão.
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A Vale afirmou que o desempenho do primeiro trimestre foi marcado por mais um período de “forte produção e vendas, com múltiplos ativos atingindo seus maiores níveis de produção”.
“No minério de ferro, o ramp-up de novos ativos sustentou o crescimento consistente da produção, enquanto as vendas alcançaram o maior nível para um primeiro trimestre desde 2018”, afirma a empresa. A minério divulgou a prévia operacional do período após o fechamento do mercado.
A Vale informou que as vendas de minério de ferro no primeiro trimestre de 2026 somaram 68,713 milhões de toneladas, avanço de 3,9% ante igual período de 2025.
As vendas de finos somaram 59,436 milhões de toneladas, avanço de 4,9% na comparação anual.
As vendas de pelotas somaram 7,699 milhões de toneladas, aumento de 2,7% na comparação anual.
A Vale informou que o prêmio all-in no primeiro trimestre de 2026 é de US$ 6,2 por tonelada, avanço de 29,2% frente ao igual período de 2025. A companhia avalia que esse desempenho reflete a estratégia de portfólio de produtos, mix de produtos mais flexível e maiores prêmios de mercado para produtos de baixo teor de alumina.
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O preço realizado de finos somou US$ US$ 95,8 por tonelada, avanço de 5,5% na mesma base de comparação. Já o preço realizado de pelotas é de US$ 133,8 por tonelada, avanço de 5% na comparação anual.
A Vale afirmou em seu relatório de produção do primeiro trimestre de 2026 que a produção nas unidades de pelotização de Omã foi interrompida em meados de março para manutenção anual programada, enquanto as atividades de construção na planta de concentração de Sohar também foram suspensas.
No entanto, em função dos desdobramentos relacionados aos conflitos no Oriente Médio, incluindo restrições logísticas, espera-se que as unidades de Omã retomem suas operações no final do terceiro trimestre. Durante esse período, afirma a companhia, o pellet feed originalmente destinado a Omã será redirecionado para as unidades de pelotização de Tubarão (ES) e para vendas de finos, mantendo inalterado o guidance de produção de aglomerados para 2026: de 30 a 34 milhões de toneladas.
A produção de níquel da Vale no primeiro trimestre de 2026 somou 49,3 mil toneladas, alta de 12,3% ante igual período de 2025. Já as vendas somaram 44,8 mil toneladas, avanço de 15,2% na mesma base de comparação.
No trimestre encerrado em março, as vendas ficaram 4,5 mil toneladas abaixo da produção, refletindo a formação de estoques para atendimento de vendas comprometidas durante as manutenções planejadas das refinarias no segundo trimestre, explicou a companhia.
O preço realizado somou US$ 17.015 por tonelada, ganho de 5,6% ante igual período de 2025.
A Vale informou que a produção de cobre no primeiro trimestre de 2026 somou 102,3 mil toneladas, avanço de 12,5% ante igual período de 2025. A companhia avalia que o resultado foi impulsionado pela produção recorde em Salobo e Sossego, assim como o desempenho sólido das minas polimetálicas de Voisey’s Bay.
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As vendas somaram 91,2 mil toneladas, avanço de 11,4% na comparação anual.
O preço realizado somou US$ US$ 13.143 por tonelada, avanço de 47,8% ante igual período de 2025. A alta de preço, diz a Vale, foi impulsionada por preços mais altos na London Metal Exchange (LME) e efeitos positivos de ajustes finais de preço no ambiente atual do mercado.
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