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Vivo (VIVT3) sobe 3% após resultados do 4T25 bem recebidos pelo mercado

Telefônica Brasil divulga números sólidos; analistas destacam Ebitda, avanço do pós-pago e novo programa de recompra de ações

Por Isabela Ortiz

23/02/2026 | 15:15 Atualização: 23/02/2026 | 18:52

Ações da Telefônica Brasil avançam após divulgação do balanço do quarto trimestre de 2025, com destaque para Ebitda, pós-pago e recompra de ações. (Foto: Adobe Stock)
Ações da Telefônica Brasil avançam após divulgação do balanço do quarto trimestre de 2025, com destaque para Ebitda, pós-pago e recompra de ações. (Foto: Adobe Stock)

As ações da Telefônica Brasil (VIVT3), dona da marca Vivo, fecharam em alta de 3,27% nesta segunda-feira (23), a R$ 42,03, no mesmo dia em que a companhia divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25). O movimento refletiu a leitura predominantemente construtiva do mercado financeiro sobre o balanço, ainda que sem grandes surpresas.

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Para o Itaú BBA, o desempenho foi consistente e amplamente esperado. “Os resultados foram sólidos, conforme previsto, e em grande parte alinhados com nossas estimativas”, escreveram os analistas. Eles ponderam, no entanto, que a valorização acumulada de cerca de 24% das ações no ano sugere que boa parte do desempenho operacional já estava incorporada aos preços. “O forte resultado já está parcialmente precificado“, acrescentaram os analistas liderados por Maria Clara Infantozzi, no relatório.

Entre os destaques operacionais, a receita líquida cresceu 7% na comparação anual, impulsionada principalmente pelo avanço na venda de equipamentos. Em termos de rentabilidade, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) avançou 8% em relação ao mesmo período de 2024, com expansão de 40 pontos-base na margem, que atingiu 42,9%. Segundo o BBA, o resultado foi favorecido pela diluição das despesas com vendas, gerais e administrativas, ainda que parcialmente compensado pelo aumento no custo dos produtos vendidos.

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O Itaú BBA também chamou atenção para efeitos não recorrentes no 4T25. A companhia reportou R$ 102 milhões provenientes da venda de ativos, abaixo dos R$ 116 milhões esperados pelos analistas, além de um impacto contábil positivo de R$ 129 milhões relacionado à FiBrasil, decorrente da reavaliação da aquisição. Desconsiderando esses efeitos, o Ebitda teria crescido 14% na comparação anual, embora a margem ajustada tenha ficado 80 pontos-base abaixo da estimativa da casa, em 40,1%.

Momento operacional da Vivo que gera resultado para o acionista

Já o Citi classificou os números como mistos. Em relatório assinado por Leandro Bastos, Renan Prata e Luís Terzariol, o banco destacou que o Ebitda veio em linha com as expectativas, mas o fluxo de caixa livre para os acionistas ficou aquém do esperado.

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Na avaliação operacional, o Citi elogiou o crescimento de 9% na receita do segmento pós-pago, com adição de 930 mil clientes e aumento da receita média por usuário (ARPU). O pré-pago, por sua vez, registrou queda de receita, mas com retração mais branda no trimestre, refletindo melhora na dinâmica de recargas. Outro ponto positivo foi o avanço do pacote Vivo Total (oferta convergente que combina serviços móveis e fixos), que já representa cerca de 43% da base de banda larga, contribuindo para maior fidelização.

Na fibra ótica, houve adição líquida de 197 mil clientes no trimestre, desempenho considerado sólido. Ainda assim, a receita média do segmento recuou 2% em 12 meses, indicando pressão competitiva. O Citi manteve recomendação “neutra” para as ações VIVT3, com preço-alvo de R$ 34, avaliando que os principais vetores já estão refletidos na cotação.

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O Safra, por sua vez, adotou tom mais construtivo e classificou os resultados como positivos e sólidos, ressaltando o “forte momento operacional” da companhia. O banco destacou a aceleração da Receita de Serviços de Telecomunicações (MSR), que cresceu 7% na comparação anual, e o avanço do Ebitda para R$ 6,7 bilhões, alta de 8%, sustentado tanto por crescimento de receita quanto por disciplina de custos.

Segundo os analistas Silvio Dória e Carolina Carneiro, a estratégia de convergência segue gerando resultados consistentes. O Vivo Total cresceu 40,9% em relação ao ano anterior, enquanto o segmento B2B (Business to Business, de empresa para empresa) apresentou expansão de 10,2% nas receitas de dados corporativos, TI e serviços digitais, movimento que reforça a transição da companhia para além da conectividade tradicional. No pré-pago, a receita caiu 3,9% em um ano, pressionada pela migração para planos controle, mas com desaceleração no ritmo de queda graças ao aumento na frequência de recargas.

Do lado financeiro, o impacto positivo de uma menor alíquota efetiva de imposto ajudou a compensar o salto nas despesas financeiras, que praticamente dobraram e somaram R$ 664 milhões no trimestre.

Recompra de ações VIVT3

Um ponto comum entre as análises foi o anúncio de um novo programa de recompra de ações, de até R$ 1 bilhão, com duração até fevereiro de 2027. Para o Itaú BBA, o foco daqui em diante deve estar na capacidade de geração de fluxo de caixa e no potencial de aumento da remuneração aos acionistas. O Citi também vê a recompra como naturalmente positiva. Já o Safra entende que a iniciativa reforça o compromisso da empresa com o retorno ao investidor.

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O Safra reforça recomendação de compra para as ações da Telefônica Brasil (VIVT3), com preço-alvo de R$ 42 para os próximos 12 meses (potencial de valorização de 3,19% em relação ao fechamento anterior) sustentado pela forte posição competitiva da companhia, robusta geração de caixa e atratividade em dividendos.

*Com informações do Broadcast

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