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Outubro de eleições: o que o investidor não deve fazer na Bolsa

A reta final do ano começa desafiadora para o Ibovespa. Veja como não perder dinheiro

Por Jenne Andrade

30/09/2022 | 10:11 Atualização: 30/09/2022 | 14:16

Setembro começou positivo para o Ibovespa, mas logo o sinal inverteu. Até a última quinta (29), o índice acumulava uma baixa de 1,7% no mês. Por trás das desvalorizações, estão os temores de recessão nos EUA e Europa, regiões que sofrem com inflação e perspectiva de juros mais altos. Agora, fora as questões externas, os investidores brasileiros encaram também o temido outubro eleitoral.

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Neste domingo (2), ocorre o primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil. Na liderança, com 48% das intenções de voto, segundo a pesquisa do Ipec divulgada no dia 26 de setembro, está o ex-chefe do Executivo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Jair Bolsonaro (PL), atual presidente, ocupa o segundo lugar na corrida. O militar da reserva tem 31% das intenções de voto, de acordo com o instituto. Independentemente do cenário que saia das urnas, o resultado eleitoral deve causar estresse ao mercado financeiro.

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“Historicamente, o período das eleições gera mais volatilidade. Isso serve para bolsa, câmbio, curva de juros e impacta os preços no curto prazo”, afirma Ricardo França, analista da Ágora Investimentos.

Caio Tonet, sócio-fundador e head de renda variável da W1 Capital, também alerta para as oscilações nos preços provocadas por Brasília. “Toda eleição tem uma volatilidade a mais, principalmente nessa situação, em que ainda não está claro se haverá um segundo turno”, diz o especialista. “Os três meses pós-pleito também são voláteis, dado que o mercado ainda tentará entender o que esperar dos próximos quatro anos.”

Para não perder dinheiro em outubro

Para fugir das armadilhas eleitorais, o principal conselho para o investidor é evitar mudanças drásticas no portfólio ao longo do mês. Além disso, é necessário respeitar o perfil de risco, isto é, não alterar a estratégia do portfólio só por conta de um momento atípico para a bolsa brasileira.

França, da Ágora, recomenda investimento em empresas que consigam bons resultados mesmo em diferentes ciclos econômicos, bem geridas e pouco endividadas. Isto porque a bolsa brasileira está descontada, segundo ele, então existem boas oportunidades em quase todos os setores, como varejo, telecomunicações e energia.

Os ativos mais sensíveis ao período eleitoral são as estatais. Mesmo assim, França não descarta o investimento em empresas públicas. “Se vale a pena ou não, vai muito do investidor. Hoje temos estatais que estão em um momento operacional muito bom, pagando bons dividendos, mas são papéis voláteis em época eleitoral”, diz o analista da Ágora.

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Pedro Tiezzi, analista de investimentos da SVN, afirma que o investidor não deve tentar realizar nenhum tipo de “trade eleitoral”. Ou seja, investir em determinados papéis que possam ganhar ou perder de acordo com a definição do próximo governo nas urnas.

“Cenários eleitorais tendem a ser binários. Ou seja, estatisticamente, são imprevisíveis e com resultados super distintos. Logo, deixa de ser uma estratégia de investimento e passa a ter mais uma cara de aposta”, diz Tiezzi. De acordo com o analista, a volatilidade que o mercado adquire nesses momentos eleitorais podem deixar o investidor com prejuízos.

“As eleições têm pouca relevância na formação de preço de longo prazo. Desta forma, recomendamos evitar tradings intensos visando o curto prazo, e aproveitar a volatilidade para montar posições de longo prazo que estejam pontualmente em preços baixos”, diz Tiezzi.

Recessão pelo mundo

O investidor também deve continuar de olho no avanço da inflação e dos juros nos EUA e na Europa em outubro. O consenso é de que o aperto monetário iniciado no exterior pode causar uma recessão nas principais economias do mundo. (Leia mais sobre isso nesta reportagem)

Luccas Fiorelli, sócio da HCI Invest e planejador pela Planejar (Associação Brasileira do Planejamento Financeiro), ressalta que o cenário externo pode pesar mais no Ibovespa do que as próprias eleições.

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“Em relação à corrida eleitoral, o mercado tem adotado uma postura neutra em relação aos principais candidatos. Tanto Lula quanto Bolsonaro são conhecidos”, afirma Fiorelli.

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