“A polarização de eleição já afeta um pouco volatilidade de câmbio. Estamos preparados para agir com qualquer volume de intervenção que seja necessário, mas não achamos que volumes preestabelecidos de intervenção no câmbio são uma boa solução”, afirmou, em participação na Conferência Anual Latino-Americana do Santander.
“Tendemos a comparar com as últimas eleições, quando o debate começou no centro e aos poucos foi se polarizando. Agora temos uma situação muito polarizada com alguns candidatos sinalizando que podem caminhar para o centro”, acrescentou.