• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Quem ganha com a união entre futebol, tokens e fãs

Tokenização de artigos de futebol para fãs é prato cheio para clubes brasileiros

Por Fabricio Tota

11/03/2022 | 8:05 Atualização: 11/03/2022 | 8:05

Receba esta Coluna no seu e-mail
Times de futebol lançam tokens para atrair fans ao investimento | Foto: Envato
Times de futebol lançam tokens para atrair fans ao investimento | Foto: Envato

As bolas de futebol são redondas, mesmo nos pés de quem não é craque. Já os tokens não têm formas geométricas. No entanto, são as quatro linhas no gramado que estão unindo esses dois universos.

Leia mais:
  • NFTs de impacto social: arte e tecnologia a serviço de causas urgentes
  • 2022: o ano da regulação do mercado de cripto
  • Criptomoedas, bitcoin e NFTs: o novo assunto do churrasco
Cotações
12/02/2026 10h32 (delay 15min)
Câmbio
12/02/2026 10h32 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A criptoeconomia está começando a dar os primeiros passos no futebol brasileiro. De um lado, temos uma nova economia emergente e disruptiva. Do outro, uma das maiores paixões nacionais, o futebol, com nossos cinco títulos mundiais e uma legião de craques aclamados mundo afora.

Apesar de tantos títulos e jogadores geniais, todos conhecem as dificuldades dos clubes brasileiros. A primeira delas é o alto endividamento, que vem de décadas. Outro problema é a crise econômica brasileira, que coincidentemente se acentuou à época da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. É uma bola de neve. O desemprego leva à queda na renda das pessoas, o que impacta diretamente o faturamento dos clubes. Não bastasse, com a desvalorização do real, nossos times não conseguem competir com os rivais europeus e seus euros.

Publicidade

O cenário já não era bom, e então aí veio a pandemia.

Experiências

Quando falamos de futebol e token, o exemplo que vem logo à cabeça é o do fan token. Trata-se de um veículo de engajamento puro. No ano passado, vimos alguns clubes grandes lançando os seus fan tokens. Depois da emissão, esses ativos são listados em plataformas de cripto. Muitos causaram uma corrida tanto no dia da emissão quanto no início da negociação no mercado secundário.

Um desses casos é o do Sport Club Corinthians Paulista. Tive a oportunidade de participar de todo o processo. Todos os 850 mil fan tokens, emitidos pela Socios.com no dia 1º de setembro do ano passado, foram vendidos na primeira semana. No dia 9 de setembro, nós demos início à negociação secundária do fan token do Timão listando-o no Mercado Bitcoin. A negociação respondeu por 25% do volume de negociação da plataforma naquele dia, fazendo o Bitcoin e outros criptoativos mais conhecidos comerem poeira.

Ainda tem muito time grande sem um token, assim como times do interior ou médios que poderiam aproveitar esse engajamento. Torcidas apaixonadas são um prato cheio para esse tipo de iniciativa.

Outras duas experiências interessantes que tivemos foram com tokens associados ao mecanismo de solidariedade. Esse mecanismo, criado pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) duas décadas atrás, permite que clubes formadores recebam até 5% de vendas subsequentes dos direitos federativos de um jogador que passou pelo clube durante seu período de formação, que vai dos 12 aos 23 anos. É assim com o Club de Regatas Vasco da Gama em relação ao Philippe Coutinho, por exemplo.

Publicidade

Coutinho foi negociado há alguns anos, mas não teve seus direitos federativos negociados pelo Vasco, mas sim por outros clubes. Entretanto, como o clube carioca formou esse atleta, ele tem direito de receber o percentual proporcional do período em que o atleta esteve nas fileiras do clube.

Assim, em momentos diferentes, criamos tokens associados a uma cesta de jogadores formados por Vasco e Santos. Para os times, carentes de fontes de receita, é bom porque conseguem adiantar uma receita futura. Já os torcedores ajudam os clubes, ao mesmo tempo que podem ter algum lucro, caso um ou mais jogadores da cesta tenham seus direitos negociados.

Com o Vasco, os detentores do token receberam uma remuneração por causa de uma cláusula de desempenho do Philippe Coutinho com o Barcelona. Imagine, uma cláusula de desempenho disparou o pagamento de uma remuneração para o torcedor-investidor que comprou o token. Algo que só é possível graças à tecnologia blockchain – e à engenharia financeira do produto.

Cereja do bolo

Quando olhamos para a gama de soluções oferecidas pela blockchain e o que o futebol brasileiro já utilizou, podemos dizer que o mundo da bola ainda está dentro da barriga da mãe em relação ao mundo cripto.

Enxergo inúmeras possibilidades, que vão desde o uso de tokens como ferramentas de crowdfunding para a compra dos direitos federativos de um atleta ou para a reforma de um estádio até a tokenização de receitas de vendas de ingressos.

Publicidade

E esses exemplos servem para a gente abordar outra característica dos criptoativos: o fracionamento. Já vimos muitos clubes receberem a ajuda de torcedores milionários para assinar contrato com um determinado reforço. Essa ajuda pode ser a fundo perdido ou simplesmente por meio de um empréstimo. No caso de financiamento, isso contribuiu para que inúmeros times chegassem a uma dívida impagável.

Seja a fundo perdido ou por meio de empréstimo, os dois casos não me parecem ser profissionais. Não foi gerada uma receita de fato para cobrir o custo. Em teoria, dependendo do reforço, há aumento da receita de venda de ingressos e patrocínio. Em tese! Para piorar, é uma operação que depende de o time ter um torcedor milionário e disposto a enfiar a mão no bolso.

Essa é uma operação em que a tecnologia da blockchain caberia como uma luva: emissão de tokens representando uma fração dos direitos federativos de um atleta por valores de R$ 10, R$ 20 cada. Quem tem mais recursos, pode comprar mais frações. Os times ainda têm a possibilidade de associar experiências de marketing. E, no caso da venda dos direitos, os donos do token seriam remunerados proporcionalmente.

E claro, os tokens sempre têm um mercado secundário à disposição, com a cotação variando conforme o desempenho do jogador.

Publicidade

O resumo da ópera é que os tokens podem ajudar a bola a ficar ainda mais redonda.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bitcoin
  • Conteúdo E-Investidor
  • Criptomoedas
  • Futebol

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 3

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

  • 4

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 5

    Ibovespa hoje cai e perde os 186 mil pontos com IPCA, Haddad e dados dos EUA no foco

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabricio Tota em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como são os pagamentos para trabalhadores da União?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como são os pagamentos para trabalhadores da União?
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como são os pagamento pela Caixa Econômica Federal?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como são os pagamento pela Caixa Econômica Federal?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: entenda a isenção no contracheque
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: entenda a isenção no contracheque
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Últimas: Colunas
Queda estrutural da inflação vai precisar de alguns anos de atingimento da nova meta
Marcelo Toledo
Queda estrutural da inflação vai precisar de alguns anos de atingimento da nova meta

Queda do IPCA abre espaço para cortes na Selic, mas desafios estruturais seguem no radar

11/02/2026 | 16h25 | Por Marcelo Toledo
Thiago de Aragão: O ponto cego do mercado de títulos do Tesouro dos EUA
Thiago de Aragão
Thiago de Aragão: O ponto cego do mercado de títulos do Tesouro dos EUA

A operação de basis sustenta a liquidez dos Treasuries, mas alavancagem elevada e novas regras podem virar risco sistêmico

11/02/2026 | 14h23 | Por Thiago de Aragão
Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste
Katherine Rivas
Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste

Banco empilha resultados fortes, lidera em rentabilidade e mostra por que ainda está anos à frente da concorrência

10/02/2026 | 18h08 | Por Katherine Rivas
Aos traumatizados do Master, há alternativa – e não é outro CDB
Luciana Seabra
Aos traumatizados do Master, há alternativa – e não é outro CDB

Caso do Banco Master expõe riscos ignorados em CDBs e reforça a importância de entender crédito privado antes de investir

10/02/2026 | 14h43 | Por Luciana Seabra

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador