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Colunista

Navegando em águas incertas: onde investir em tempos de crise

A crise na Ucrânia acelera e acentua este movimento, além de trazer enorme volatilidade de curto-prazo

Por Dan Kawa

23/03/2022 | 7:31 Atualização: 23/03/2022 | 7:31

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Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Tenho refletido bastante sobre como se posicionar em um ambiente de elevada incerteza econômica e maior volatilidade dos ativos de risco ao redor do mundo. Em meu chapéu de alocador (lembrando que passei mais de 15 anos como portfólio manager de fundo multimercado/hedge fund), entendo que temos que focar no longo prazo, mas sem ignorar os potenciais riscos de curto prazo.

Leia mais:
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Costumo dizer que pilotar portfólios de famílias e clientes institucionais é como pilotar um grande transatlântico. Gerir um portfólio de um fundo multimercado é como pilotar um jet-ski, em termos de agilidade, velocidade e quantidade de curvas e mudanças de rota que você é capaz de fazer e que o seu mandato lhe permite.

Acredito que nos próximos meses será impossível prever os movimentos de curto prazo (1 dia até 1 mês) dos mercados. Diria até que será difícil explicar muitos dos movimentos “ex-post”. O longo prazo (3 anos para frente) está permeado de incertezas que inviabilizam conclusões mais firmes. Assim, acho que precisamos focar no médio prazo (1 a 3 anos). Mas como?

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Primeiro, é necessário termos a consciência e a humildade de que cometeremos erros de avaliação de cenário. Além disso, novas variáveis podem (e devem) surgir no horizonte. Para reduzir o impacto disso nos portfólios, será importante buscar ativos cujos preços, valuations e posição técnica parecem mais saudáveis. Em outras palavras, buscar alocações cujo nível de preço já apresenta prêmio de risco suficiente para “aguentar” deteriorações adicionais de cenário.

Segundo, não podemos nos perder na volatilidade de curto prazo. Não devemos reagir a cada nova notícia. Nestes momentos, “menos é mais”. Fazer poucas movimentações no portfólio é uma decisão importante de investimentos e pode ser, inclusive, mais rentável e menos custosa.

Finalmente, mas não menos importante, por mais difícil que seja, tentar separar os ruídos dos sinais.

Dito tudo isso, acredito que estamos em um ambiente onde a inflação será mais elevada estruturalmente no mundo. A liquidez será menos abundante e os bancos centrais terão que atuar de maneira mais proativa e agressiva. Este deve ser o pano de fundo de médio prazo, a grande tese econômica que deve permear a estruturação de qualquer portfólio ou carteira.

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A guerra na Ucrânia acelera e acentua este movimento, além de trazer enorme volatilidade de curto prazo a diversas classes de ativos, mas não muda seu pano de fundo central.

A intensificação da pandemia (Ômicron) na China deve durar de 2 a 6 semanas, assim como no resto do mundo, e trazer embaraço relevante a cadeia produtiva global. Todavia, tende a ser pontual e endereçável, assim como vimos nos demais países nos últimos meses.

Diante disso, vejo ativos de renda fixa no mundo desenvolvido como pouco atrativos em termos de valuations e posição técnica. A despeito da queda recente, ainda não vejo um bom risco versus retorno nas bolsas dos EUA e nos mercados de crédito do país.

Na Europa, o mercado de ações já começa a apresentar um nível de preço mais atrativo, mas em um cenário bastante desafiador e com riscos de cauda relevantes e crescentes.

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Continuo vendo enormes oportunidades nos mercados da China, mas com a humildade de reconhecer que a volatilidade de curto-prazo está gigantesca. Será praticamente impossível acertar o ponto de inflexão deste mercado. Alocações nesta classe precisam ser consideradas, mas apenas para aqueles com visão de longo prazo e capacidade de administrar psicologicamente altos níveis de volatilidade de curto prazo.

No Brasil, a despeito dos desafios econômicos (negativos) de longo prazo e dos fluxos (positivos) de curto prazo, os ativos locais encontram-se em nível de preços atrativos e posição técnica saudável. Destaque para o mercado de ações neste sentido, mas há prêmios não desprezíveis no mercado de renda fixa. No câmbio, já tenho dúvidas maiores em relação a posição técnica e preço, mas vejo fluxos ainda favoráveis de curto prazo para nossa moeda.

No geral, continuo vendo um ambiente desafiador, com muita incerteza e volatilidade ao longo do ano. Reconheço que temos que monitorar e entender os vetores de curto prazo, mas tomando o cuidado de evitar reagir a todos eles.

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