No acumulado do mês, o Ibovespa conquistou uma alta de 6,16%.
“O Ibov hoje abriu muito forte para cima, subindo bem, influenciado pelo indicador de taxa de desemprego no Brasil que foi muito positivo. Foi a menor taxa de desemprego dos últimos 15 anos. Isso trouxe um alento positivo para o Brasil e mostra que estamos conseguindo gerar emprego”, afirma Rodrigo Cohen, analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos, empresa de educação financeira.
Veja nessa reportagem as ações que tiveram as maiores altas em agosto e, nesta outra, as que apresentaram o pior desempenho no mês.
“Mas depois tivemos uma divulgação de relatório de criação de vagas de emprego nos Estados Unidos que veio muito abaixo do esperado. A expectativa eram 300 mil vagas criadas e vieram 132 mil. Com isso, tivemos volatilidade muito grande. A Bolsa no Brasil segue as bolsas do mundo. Tudo em queda pelos temores”, completa Cohen.
Em Nova York, Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 fecharam o dia em queda de 0,88%, 0,56% e 0,78%, respectivamente.
Os três papéis que mais desvalorizaram no dia foram Alpargatas (ALPA4), Magazine Luiza (MGLU3) e Braskem (BRKM5).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
Alpargatas (ALPA4): -5,54%, R$ 20,64
Liderando as quedas do dia na B3, as ações da Alpargatas fecharam o pregão com queda de 5,54%, a R$ 20,64.
A ALPA4 encerrou o mês com queda de 6,14%. No ano, cai 44,04%.
Magazine Luiza (MGLU3): -5,32%, R$ 4,27
Depois de um mês bastante positivo, as ações da Magalu fecharam o último pregão de agosto no negativo. Os papéis caíram 5,32%, cotados a R$ 4,27.
A MGLU3 subiu 65,50% em agosto. No ano, cai 40,86%.
Braskem (BRKM5): -4,84%, R$ 30,45
As ações da Braskem cederam 4,84% no dia, cotadas a R$ 30,45.
A BRKM5 caiu 17,01% no mês. No ano, acumula desempenho negativo de 45,03%.
*Com Estadão Conteúdo