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Investimentos

Com eleições no radar, o investidor deve ter ativos internacionais?

Para quem já tem parte da carteira no exterior, o melhor a fazer é aguardar a volatilidade baixar

Por Luíza Lanza

06/10/2022 | 10:06 Atualização: 06/10/2022 | 10:06

Mercado dos EUA vive uma onda de aversão a risco causada pela alta de juros. (Foto: Envato)
Mercado dos EUA vive uma onda de aversão a risco causada pela alta de juros. (Foto: Envato)

O mercado de investimentos no Brasil, mesmo no centro de uma das eleições presidenciais mais polarizadas dos últimos tempos, está conseguindo entregar um desempenho positivo no ano. A bolsa brasileira se descolou das incertezas do exterior, com os mercados dos Estados Unidos e Europa amargando quedas e uma iminente recessão – um, pressionado por inflação e alta nos juros; outro, por guerra e crise energética. Cenário que pode estar preocupando brasileiros que têm parte das carteiras fora do País.

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Se você é um desses investidores, a recomendação do momento é uma das tarefas mais difíceis no mercado: manter a calma.

De acordo com especialistas ouvidos pelo E-Investidor, a diversificação internacional se justifica no longo prazo, independentemente do cenário. Por mais que essa parte de sua carteira tenha perdido valor nos últimos meses, o histórico dos mercados no exterior ainda é mais positivo em relação ao Brasil.

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“No período de 12 meses, o Brasil tem um desempenho bastante superior a outros mercados. Mas, se olharmos para uma janela de 3 a 5 anos, já deixa muito a desejar. Em 10 anos, o Brasil foi o pior mercado do mundo”, pontua Marcelo Cabral, gestor de investimentos internacionais da Stratton Capital.

Além disso, se desistir das posições no exterior, o investidor brasileiro vai acabar tendo prejuízo, saindo do mercado americano em uma das maiores baixas dos últimos tempos. O caminho então é esperar os ânimos se acalmarem.

Até lá, alguns movimentos podem ajudar a proteger o portfólio, explica Cabral. “Para quem já internacionalizou o portfólio, uma maneira de se proteger é fazendo uma gestão ativa que reflita as oportunidades e riscos do momento”, diz.

A recomendação do gestor, para aqueles mais avessos a risco, é ir migrando parte das alocações em renda variável para a renda fixa, que agora oferecem taxas mais atrativas por causa da subida nos juros. “Estamos recomendando reduzir ou até mesmo zerar a exposição ao mercado de renda variável e fazer uma seleção de ativos de renda fixa de emissores com bom perfil de risco e solidez financeira do ponto de vista de crédito, mas que estejam pagando taxas atrativas”, afirma Cabral.

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Nesta reportagem, os especialistas explicam como aproveitar as quedas no mercado americano para investir por lá.

Esperar parte da volatilidade passar, especialmente depois das quedas acentuadas registradas nos EUA em setembro, também pode ser uma boa opção. Essa é a estratégia que William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue Securities, tem passado aos clientes da corretora. “Depois de quedas assim, não sou muito favorável a buscar uma proteção, porque isso tem um custo. Especialmente depois da baixa vista em setembro, com os mercados nas mínimas do ano, é precipitado se movimentar agora”, diz.

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