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Mercado

Bolsa deve fechar primeiro janeiro sem oferta de ações desde 2019; entenda

Para especialistas, cenário é prejudicado com a renda fixa mais atrativa no momento

Por Artur Nicoceli

27/01/2023 | 4:53 Atualização: 27/01/2023 | 17:18

Boletim Focus da última segunda-feira (24) apontou que a taxa Selic deve terminar este ano a 12,50% - fonte: Pixabay
Boletim Focus da última segunda-feira (24) apontou que a taxa Selic deve terminar este ano a 12,50% - fonte: Pixabay

O mercado de renda variável sofre solavancos desde que a taxa de juros estagnou em 13,75%, fato que se somou à eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência da República, os atos golpistas em Brasília promovidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a crise na Americanas (AMER3).

Leia mais:
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Diante desse cenário, os investidores optaram por migrar seus investimentos para renda fixa e, consequentemente, dificultaram para as companhias a realização de oferta de ações na Bolsa.

Segundo dados da B3 e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Bolsa de Valores caminha para fechar o primeiro janeiro desde 2019 sem uma oferta de ações, seja ela um IPO (oferta primária) ou  follow-on (secundária).

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Esse empecilho se dá principalmente no processo de bookbuilding (registro de demanda). Para começar uma oferta de ações, as companhias contratam bancos para entrarem em contato com investidores apresentando a empresa e mostrando por que é interessante comprar aquela ação. Assim, o preço do papel na oferta é definido a depender do interesse e demanda dos investidores.

Como não há apetite do mercado por renda variável hoje, o valor da ação acaba não sendo atrativo e as companhias suspendem o processo de abertura de capital.

Vale lembrar que as empresas realizam ofertas de ações porque uma porcentagem do que é vendido ao mercado fica no caixa da companhia. Mas com a perspectiva da cotação ser menor, a captação de recursos também fica reduzida.

Veja abaixo as cinco empresas que realizaram oferta de ações em janeiro dos últimos três anos:

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Motivos

Os primeiros dias do governo Lula foram vistos com ressalvas pelo mercado principalmente por conta de propostas que se chocam com o teto de gastos. Com isso, a Bolsa sentiu reflexos do aumento da sensação de risco fiscal no País.

Além disso, segundo especialistas, o governo também mostra alguns desencontros nos discursos do presidente e de sua equipe. “Enquanto ele diz uma coisa, seus ministros afirmam outra”, declara Josilmar Cordenonssi, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Isso gera muitas dúvidas sobre como será as questões econômicas no novo governo”, diz.

Um dos casos mais famosos ocorreu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que no ano passado pediu para que a equipe econômica do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não prorrogasse a desoneração dos tributos dos combustíveis. Porém, assim que assumiu, o presidente Lula acabou estendendo a medida.

Tais episódios se somaram às últimas decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em manter os juros no patamar de dois dígitos. Quando a taxa Selic está alta, os investidores tendem a ficar mais avessos a risco, optando por desmontar suas posições em ativos de renda variável. E, segundo entrevistados pelo E-Investidor, a expectativa é que somente nas últimas quatro reuniões deste ano – que devem ocorrer em agosto, setembro, novembro e dezembro – haverá uma redução na faixa de dois pontos porcentuais.

Deve haver oferta neste ano?

Os especialistas não enxergam com bons olhos o cenário das ofertas de ações para 2023. Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial, diz que é preciso abrir espaço para uma redução na taxa de juros, o que só vai acontecer “se o governo adotar uma política de responsabilidade fiscal”.

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Sendo assim, na visão do especialista, enquanto o Ibovespa não chegar perto das máximas históricas, não haverá um apetite por risco, consequentemente reduzindo a possibilidade de novas ofertas. O maior patamar alcançado pelo índice ocorreu em meados de maio e junho de 2021, quando rondou os 128 mil pontos – à época, a taxa Selic era de 3,50% ao ano.

Luis Novaes, analista da Terra Investimentos, por sua vez, declarou que os próximos meses serão importantes para que se torne possível traçar uma projeção de retorno das ofertas, pois haverá sinais “mais claros” de quando ocorrerão os cortes de juros e o novo governo deve apresentar medidas econômicas importantes, como o novo arcabouço fiscal. “Com a redução de juros no horizonte e perspectiva mais clara sobre a economia brasileira e internacional, as empresas podem se preparar para retornar ao mercado de capitais”, afirma.

Em Davos, o ministro da Fazenda declarou que deve apresentar o arcabouço no primeiro semestre de 2023; a expectativa é que seja em abril. Quanto aos juros, o boletim Focus da última segunda-feira (23) apontou que a taxa Selic deve terminar este ano a 12,50%, uma queda de 1,15 ponto porcentual (p.p.) em relação ao atual patamar.

O professor do Mackenzie lembra ainda que a descoberta dívida da Americanas  foi outro empecilho recente que pode afetar as ofertas nos próximos meses. “O rombo contábil de R$ 43 bilhões coloca em dúvida todo o aparato de regulação do mercado de capitais, o que pode afastar ainda mais os investidores”, diz.

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