• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

Como chegar ao topo? As dicas de três executivas do mercado financeiro

Saiba quais são os conselhos de mulheres líderes na Wright Capital, Quasar Asset e Itaú

Por Jenne Andrade

11/03/2023 | 6:50 Atualização: 10/03/2023 | 17:47

Fernanda Franco (Quasar Asset), Roberta Anchieta (Itaú) e Fernanda Camargo (Wright Capital e Anbima). Foto: Moose Mídia
Fernanda Franco (Quasar Asset), Roberta Anchieta (Itaú) e Fernanda Camargo (Wright Capital e Anbima). Foto: Moose Mídia

Fernanda Camargo, diretora da Anbima, sócia-fundadora da Wright Capital e colunista do E-Investidor, iniciou a carreira no mercado financeiro quando a B3 não existia. Eram os anos 1990, época em que o país tinha duas bolsas: a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

Leia mais:
  • As três mulheres pretas na sala da Anbima
  • Mercado financeiro: mulheres em altos cargos ainda são minoria
  • B3 vai exigir mais diversidade em empresas listadas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • Leia aqui a história da primeira corretora da Bolsa de Valores

Nesse mesmo período, Fernanda Franco, CEO da Quasar Asset, deu seus primeiros passos na carreira – caminho que a levaria longe, para o cargo mais alto de uma gestora de investimentos. Pouco tempo depois, nos anos 2000, seria a vez de Roberta Anchieta, diretora de Administração Fiduciária do Itaú Unibanco, iniciar a trilha que futuramente desembocaria em uma posição de liderança em um dos maiores bancos privados do país.

As três executivas começaram no mercado financeiro em um tempo em que a presença de mulheres era rara no ambiente corporativo. Para entender essa situação, basta lembrar que mulheres representam 51,1% da população brasileira, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) referentes a 2021.

Ainda assim, esse público representa apenas 25% dos cargos de liderança em empresas, segundo a consultoria especializada em diversidade Gestão Kairós. Mulheres pretas, como Anchieta, do Itaú, são somente 3% dos líderes.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Não seria exagero dizer que Camargo, Frango e Anchieta abriram portas para outras profissionais ascenderem no mercado financeiro, quando não havia nenhum incentivo nesse âmbito. Da mesma forma, elas contribuíram para o amadurecimento cenário de investimentos brasileiro.

Essas líderes participaram do encontro promovido pelo E-Investidor, Fin4She e Anbima na quarta-feira (1) com mais de 50 executivas de mercado, no âmbito das ações do mês da mulher. Também foram as convidadas principais do painel “Novos caminhos para a equidade de gênero no mercado financeiro”.

A seguir, essas especialistas dão dicas para iniciantes no mercado financeiro chegarem ao topo.

O que falta para termos um mercado financeiro com mais diversidade racial e de gênero?

Publicidade

Fernanda Camargo (Wright Capital ) – Falta levar esse olhar de empatia, de entender o outro, das pessoas saírem do seu mundinho e ir para outras realidades. Ninguém se perde no Itaim e vai parar na periferia:  a pessoa tem que querer i, e a gente precisa fazer isso. Senão, não conseguiremos entender porque há falta de oportunidades.

Fernanda Franco (Quasar Asset) – Falta tanta coisa. O que eu defendo é a gente educar as pessoas que já estão no mercado financeiro para que elas entendam o que é, de fato, diversidade, e o que eu ganho com ela. O ganho de diversidade de pensamento, de pessoas, é algo que agrego no meu negócio e consigo contribuir para a sociedade de uma forma melhor.

O mercado financeiro tem um papel fenomenal na sociedade porque gera riqueza e pode gerar muito mais se ele for diverso. Só que nesse atual modelo, repleto de homens machistas, héteros e etc., fica difícil promover essa diversidade.

Aí voltamos para o ponto inicial: precisamos educar os homens machistas, também precisa ser uma pauta. Alguém tem que pegar na mão deles e falar “esse seu modelo não funciona mais no mundo de hoje, você está perdendo dinheiro”.

Publicidade

Roberta Anchieta (Itaú) – De quando comecei no mercado de trabalho, há 23 anos, a evolução é nítida, mas ainda há uma longa jornada pela frente. As questões relacionadas à diversidade e inclusão passam por aspectos culturais e estruturais da sociedade e das empresas nela inserida. Para que sigamos avançando nessa transformação são necessárias ações de conscientização, muito diálogo, escuta ativa dos grupos subrepresentados e ações intencionais voltadas para seleção e encarreiramento desses grupos.

Quais são seus conselhos para mulheres que estão iniciando uma carreira no mercado financeiro?

Camargo (Wright Capital) – Eu comecei na década de 90, realmente não tinha mulher. O que deu certo para o meu caso foi ser “cara de pau” e ter muita persistência. Eu mandava meu currículo 50 vezes, mandava mensagens, ficava ligando…a gente tem que acreditar. Quando fui trabalhar nos EUA não tinha dinheiro, muito menos falava inglês. Me mudei para lá porque consegui a vaga depois de muita “encheção” de paciência e fui aprender inglês porque eu precisava comer, mais ou menos por sobrevivência (risos). Temos que fazer as coisas mesmo com medo, temos que ir para frente com medo mesmo.

Franco (Quasar Asset) – O primeiro ponto é escolher alguma mulher que já trabalhe no mercado e divida suas angústias com ela, peça uma mentoria, vá tomar um café, porque você vai enfrentar muitos desafios. Isto porque estamos em um mercado predominantemente masculino, branco, hétero, então a mulher tem a tendência de se achar sempre menos. A velha síndrome da impostora, se sentir insegura, medrosa.

Publicidade

Se ela não estiver muito firme na decisão de trilhar aquela carreira, consciente de que serão muito os obstáculos e que o ambiente nem sempre será acolhedor, vai acabar desistindo. Por isso é importante trocar experiência com alguém que já está “lá” e que possa te guiar ou, muitas vezes, apenas ouvir seu desabafo, seu choro. A mentoria e a troca com outras mulheres que já estão no mercado é muito importante.

Anchieta (Itaú) – Vou dizer três coisas que gostaria de ter ouvido no início da minha carreira: estude muito e seja profunda nos temas em que atua; prepare-se bastante, mas não tente ser perfeita, saiba que você vai errar. O erro é humano e o que vai te definir é como você lida com ele; conecte-se com diferentes pessoas, de diversos níveis, mercados e empresas – isso certamente fará uma profissional mais completa e conectada.

Quais os três livros de finanças e negócios que foram importantes na sua trajetória?

Camargo (Wright Capital) – O que me marcou pelo que eu faço é o livro do David F. Swensen, do modelo Yale, sobre alocação de patrimônio (Pioneering Portfolio Management ou Desbravando a Gestão de Portfólios, em português). Os outros eu diria que não são tão de mercado, mas recomendo muito Let My People Go Surfing. Este livro, do Yvon Chouinard, fundador da varejista Patagonia, fala sobre como é possível fazer uma empresa de bilhões e ser 100% sustentável e inclusivo. Foi ele também que fez a lei de licença maternidade dos EUA, o olhar dele é super incrível. Sempre gostei também dos livros do Warren Buffett, que falam de longo prazo, que é algo que os investidores precisam aprender também.

Publicidade

Franco (Quasar Asset) – Eu não indicaria livros de finanças e negócios porque acho que isso é técnico, até porque tem um monte e vou esquecer de algum que é importante. Diria que para você sobreviver e se destacar hoje no mercado, você deveria desenvolver muito mais as soft skills (habilidades comportamentais), que são raras no mercado.

As pessoas são muito técnicas, muito inteligentes, sabem muito de números, e sabem pouco de empatia, autoconhecimento, psicologia.

Anchieta (Itaú) – Gosto destes três: “Inspirado: Como criar produtos de tecnologia que os clientes amam” (de Marty Cagan), “Empoderado: Pessoas comuns, produtos extraordinários” (de Marty Cagan e Chris Jones) e “Rápido e devagar: Duas formas de pensar” (de Daniel Kahneman).

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Diversidade
  • Environmental Social and Governance (ESG)
  • Mercado financeiro
Cotações
10/02/2026 0h49 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 0h49 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os melhores cartões de crédito de 2026 para milhas, cashback e mais vantagens

  • 2

    O luxo do isolamento total: por que investidores estão comprando vilas inteiras na Europa

  • 3

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 4

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 5

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Imagem principal sobre o Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Logo E-Investidor
Calendário 2026 do Abono Salarial PIS/PASEP
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: veja o calendário de pagamento do mês de fevereiro
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: veja calendário de fevereiro 2026 para quem recebe acima do salário mínimo
Imagem principal sobre o FGTS Digital: o que é e para que serve?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: o que é e para que serve?
Últimas: Comportamento
Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos
Comportamento
Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

Peter Buffett conta como cresceu longe do luxo e por que a fortuna do pai nunca definiu sua vida

08/02/2026 | 06h30 | Por Sydney Lake, da Fortune
O luxo do isolamento total: por que investidores estão comprando vilas inteiras na Europa
Comportamento
O luxo do isolamento total: por que investidores estão comprando vilas inteiras na Europa

De Espanha a Portugal, aldeias esquecidas ganham segunda vida ao atrair empresários, fundos e empresas em busca de autenticidade, silêncio e desconexão

07/02/2026 | 07h30 | Por Brent Crane, da Fortune
Os melhores cartões de crédito de 2026 para milhas, cashback e mais vantagens
Comportamento
Os melhores cartões de crédito de 2026 para milhas, cashback e mais vantagens

Veja as opções para diferentes perfis de clientes: os que preferem cartões para investback até aqueles que buscam isenção de anuidade

07/02/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza
Filho de Warren Buffett sinaliza mudança na filantropia com doação de US$ 150 bilhões
Comportamento
Filho de Warren Buffett sinaliza mudança na filantropia com doação de US$ 150 bilhões

Fundação filantrópica de Howard, a Howard G. Buffett Foundation já desembolsou mais de US$ 1 bilhão em ajuda à Ucrânia

06/02/2026 | 18h29 | Por Jake Angelo, da Fortune

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador