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Educação Financeira

Dia dos Namorados: Como se planejar financeiramente para morar junto

Passo importante no relacionamento envolve assumir responsabilidades e tocar em assuntos evitados, como finanças

Por Lara Castelo

12/06/2023 | 8:01 Atualização: 22/06/2023 | 14:56

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Juntar as escovas de dentes com o companheiro ou companheira é um sonho de diversos casais, mas que pode se transformar em pesadelo se não houver planejamento. Morar junto envolve assumir responsabilidades e tocar em assuntos comumente evitados, como finanças e renda pessoal.

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A situação fica ainda mais desafiadora para o casal que anteriormente morava com os pais, o que, muitas vezes, pressupõe menos encargos e responsabilidades. “Estamos falando de novos compromissos como aluguel ou financiamento de um imóvel, todos os gastos de moradia, alimentação, entre outros custos. É o momento em que as pessoas assumem grandes responsabilidades”, explica Florence Corrêa, planejadora financeira da Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar).

  • Veja também: Quanto custa morar sozinho no Brasil?

De qualquer maneira, antes de dar esse passo é preciso se organizar para que essas questões sejam tratadas de forma harmônica e não gerem conflitos para o casal. Para te ajudar nesse processo, o E-Investidor pediu dicas para alguns especialistas sobre o assunto. Confira:

1. Definir o orçamento do casal

O primeiro passo para morar junto com o seu parceiro envolve arregaçar as mangas e calcular quais serão os principais gastos, as despesas da casa, como aluguel, contas de água e luz, alimentação e os itens de bem-estar e lazer do casal. Assim, o casal consegue chegar a um valor de orçamento necessário para ambos.

2. Estabelecer regras

Nessa etapa a chave está na comunicação, já que em conjunto o casal irá discutir como serão administradas as despesas nessa nova fase do relacionamento. O casal vai juntar os salários, pagar todas as despesas, investir e depois dividir o que sobrar? Cada um vai contribuir com um valor independente da sua renda?

A planejadora financeira da Planejar e sócia do HCI Invest, Nayra Sombra, explica que não existe certo ou errado nesse momento, mas a responsabilidade de planejamento financeiro deve ser dividida entre o casal para que não haja sobrecarga de nenhuma das partes. “Deixar essas decisões nas costas de apenas um companheiro pode ser muito pesado e desgastar a relação”, explica.

3. Contribuir conforme a renda

Para Henrique Garcia, assessor de investimento com certificação CFP, a melhor opção consiste em dividir o orçamento do casal de forma proporcional à renda de cada um. “Assim, cada parte consegue contribuir de acordo com as suas capacidades e de forma que as suas particularidades sejam atendidas”.

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O especialista dá um exemplo de um casal em que um ganha R$ 3 mil e o outro R$ 5 mil por mês e cujo o orçamento familiar foi estipulado em R$4 mil. Neste caso, segundo ele, o ideal seria que aquele que ganha menos pague R$1.600 (40%) do total das despesas e aquele ganha mais, R$ 2.400 (60%).

4. Separar as contas individuais do casal

Garcia sugere também que seja criada uma conta do casal. Segundo ele, dessa forma, as finanças ficarão mais organizadas e haverá menos dúvidas sobre quais despesas pertencem a cada um individualmente e o que é do casal.

5. Pensar no patrimônio familiar

Por fim, a mesma lógica de poupar para o futuro deve ser usada nas finanças do casal. “Incluir 5% da renda, por exemplo, na economia do patrimônio do casal poderá ser útil em situações futuras que envolvem ambos, como a compra de um carro, um investimento em conjunto ou uma mudança”, explica.

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