• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Os ativos indicados para manter uma rentabilidade de 1% ao mês em 2024

LCI, LCA e debêntures incentivadas estão entre as alternativas, mas investidor deve prestar atenção aos riscos

Por Stephanie Tondo

26/12/2023 | 3:00 Atualização: 26/12/2023 | 7:18

Cenário de queda de juros exigirá maior planejamento. (Foto: Envato Elements)
Cenário de queda de juros exigirá maior planejamento. (Foto: Envato Elements)

A renda fixa deu aos investidores a oportunidade de obter bons retornos com baixo risco em 2023. Com o início do corte dos juros, porém, a perspectiva é de que, em 2024, quem quiser mais rentabilidade terá que traçar algumas estratégias. Isso não significa, necessariamente, recorrer à renda variável, mas buscar, entre os próprios títulos de renda fixa, opções que ofereçam ganhos mais altos.

Leia mais:
  • Com queda da Selic, corretoras ofertam 150% do CDI. Veja opções
  • Os melhores FIIs para uma carteira vencedora em 2024
  • As ações campeãs em rendimento e dividendos em 2023. Confira
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Uma das apostas do mercado são os títulos isentos de imposto de renda, que podem ter uma remuneração líquida mais alta do que os tradicionais Tesouro Direto e Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Entre os papéis de renda fixa isentos de IR estão as Letras de Crédito Imobiliárias e do Agronegócio (LCI e LCA), os Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio (CRI e CRA), e as debêntures incentivadas.

O sócio e gerente educacional da Órama Gilvan Bueno conta que, quando a Selic estava na casa de 13,75% ao mês, o investidor conseguia sem dificuldades obter um retorno de mais de 1% ao mês. Agora, essa rentabilidade terá que ser conquistada de outra forma. A Selic encerra 2023 no patamar de 11,75% e a projeção do mercado é que chegue a 9,25% até o fim de 2024.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Os isentos serão as principais alternativas em meio ao cenário de queda de juros para manter o retorno da carteira na média de 1% ao mês. A diversificação será importante nesse momento. Além disso, é importante ter as garantias do FGC como principal fundamento, mas uma parte pequena da alocação pode estar em ativos de maior risco, como as debêntures”, aconselha.

No grupo de investimentos isentos de IR, os únicos que possuem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) são as LCI e LCA. Nesse caso, se houver inadimplência do emissor do título, o investidor é ressarcido com até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira. Por terem essa garantia, as LCI e LCA são consideradas as opções mais seguras.

Os CRI, CRA e debêntures incentivadas, por sua vez, são garantidos pelas próprias empresas. Esses títulos nada mais são que dívidas. Ou seja, o investidor “empresta” dinheiro para as companhias e recebe juros por isso. A empresa devedora pode oferecer bens, como imóveis, como garantia, mas ainda assim o risco de inadimplência é mais alto que nas aplicações cobertas pelo FGC.

Via de regra, quanto maior o risco, maiores serão as taxas oferecidas ao investidor, explica Simone Albertoni, especialista em renda fixa na Ágora Investimentos. “As debêntures incentivadas são atrativas devido ao maior risco atrelado a taxas mais atrativas. Em um cenário de queda de juros, o investidor passa a buscar outras alternativas para diversificar a carteira e fugir de investimentos mais tradicionais e atrelados ao CDI”, afirma.

Publicidade

Uma das formas de mitigar o risco das debêntures incentivadas é optando por fundos, nos quais uma gestora irá selecionar as empresas e, por conhecer o mercado, fará uma análise das companhias mais seguras. No entanto, os fundos cobram taxas de administração e de performance, que podem reduzir os ganhos líquidos no final.

Bueno, da Órama, ressalta que o investidor deve fazer as contas para verificar se a aplicação vale a pena. Para quem decide por conta própria uma debênture incentivada, o especialista aconselha limitar o percentual a um nível que não prejudique a carteira. “Mesmo com os fundos é preciso ter cuidado e investir no máximo entre 2% a 5% do patrimônio. E, ainda assim, observando o histórico do fundo e das empresas onde se está aplicando o dinheiro”, diz.

Como funciona o imposto de renda sobre os investimentos

Investimentos de renda fixa como os títulos do Tesouro, os CDBs e as debêntures estão sujeitos à cobrança de imposto de renda sobre os rendimentos da aplicação. As alíquotas seguem uma tabela progressiva, de acordo com o tempo que o dinheiro ficou investido.

Prazo da aplicação Alíquota
Até 180 dias 22,50%
De 181 a 360 dias 20%
De 361 a 720 dias 17,50%
Mais de 720 dias 15%

Isso significa que, se uma pessoa investiu R$ 1 mil durante um ano a uma rentabilidade de 100% do CDI, considerando a Selic a 11,75% ao ano, ela teria um rendimento bruto de R$ 117,50 no fim desse período. Para 365 dias, porém, ela pagará um imposto de 17,5% sobre esse rendimento, que cairá para R$ 96,94.

Caso esse investidor conseguisse uma aplicação isenta de IR que também oferecesse um retorno de 100% do CDI, ele teria, no final, um ganho líquido maior. Simone ressalta, porém, que na maioria das vezes esses títulos isentos oferecem retornos brutos mais baixos, justamente porque não pagam IR.

“Vale ressaltar que a dinâmica do mercado financeiro é complexa, e outros fatores, como oferta e demanda por esses títulos, também podem influenciar suas taxas. Por isso, é importante monitorar o cenário econômico e as condições de mercado ao tomar decisões de investimento. Em alguns momentos, por exemplo, vale comparar o rendimento líquido de um CDB também, que pode estar maior do que a taxa de um isento. Ou seja, nem sempre as LCA e LCI serão mais atrativas”, destaca a especialista.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA)
  • Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
  • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI)
  • Renda fixa
Cotações
11/02/2026 4h04 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 4h04 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

  • 3

    Resultados de Suzano e Klabin no 4T25 devem decepcionar no curto prazo, mas analistas veem forte valorização

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Últimas: Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?
Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?

Números confirmam novo ciclo da ex-CCR, com avanço de margens, foco em rodovias e leitura positiva de XP e BTG

10/02/2026 | 14h05 | Por Isabela Ortiz
IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos
Investimentos
IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

Inflação mais comportada reforça apostas em corte de 0,50 ponto pelo Banco Central e redefine estratégias de investimento em renda fixa, ações e câmbio

10/02/2026 | 09h38 | Por Isabela Ortiz
O perigo invisível dos fundos de ações considerados “seguros”
Investimentos
O perigo invisível dos fundos de ações considerados “seguros”

A alta das big techs concentrou o mercado e reduziu a diversificação real dos fundos de índice, elevando os riscos para investidores

10/02/2026 | 08h54 | Por Jeff Sommer, da Fortune
Logo do E-Investidor com background verde
Investimentos
Gestor da Oi (OIBR3) rebate credores sobre venda de ativo por valor irrisório

Os credores, representados pela UMB Bank, enviaram nesta segunda-feira uma petição à Justiça, contestando o curto prazo para a venda

10/02/2026 | 08h00 | Por Circe Bonatelli

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador