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Investimentos

Como aproveitar o Natal para dar o presente perfeito para os filhos

Tesouro Direto oferece títulos públicos a taxas atrativas. Confira as simulações e escolha o presente das crianças

Por Jenne Andrade

23/12/2023 | 7:50 Atualização: 21/12/2023 | 20:26

(Imagem: Envato Elements)
(Imagem: Envato Elements)

Um título do Tesouro Direto, programa da Secretaria do Tesouro Nacional do Brasil, não é exatamente um presente de Natal convencional para uma criança ou um adolescente. Além disso, em um primeiro momento, pode também não parecer tão interessante quanto ganhar um videogame ou uma bicicleta.

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Entretanto, investir no futuro de quem você mais ama certamente se provará o melhor presente quando os pequenos atingirem a idade adulta. Por meio do Tesouro Direto, os pais podem iniciar uma poupança para oferecer aos filhos após a maioridade.

O primeiro passo consiste em definir o objetivo desta poupança e o prazo do investimento, para depois escolher o título mais adequado para alcançar a meta financeira. “A depender da idade da criança hoje, o prazo pode ser mais longo, em que o montante a ser investido pode ser menor. Ou contar com um prazo mais apertado, quando o montante a ser investido precisa ser substancialmente maior”, afirma Carol Stange, educadora em finanças pessoais.

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Hoje, por exemplo, existem cinco títulos públicos no Tesouro Direto. Contudo, os três considerados tradicionais para fazer acúmulo de capital são o Tesouro Selic (segue a variação da taxa básica de juros da economia), o Tesouro Prefixado (remunera a uma taxa fixa anual, mas possui volatilidade para resgates antes do vencimento) e Tesouro IPCA+ (remunera a inflação do período mais uma taxa prefixada anual e também possui volatilidade para resgates antecipados).

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Fora estes, ainda há dois títulos novos: o Tesouro RendA+, para aposentadoria, e o Tesouro EducA+, para financiamento de estudos. Esses dois títulos oferecem uma remuneração mensal após um período de acúmulo de capital. No caso do primeiro, o rendimento mensal será pago por 20 anos a partir do vencimento, enquanto no segundo, por cinco anos.

Stange vê os títulos Tesouro Selic e Prefixado sem juros semestrais como as principais opções para os pais com filhos adolescentes e que, portanto, têm menos tempo para fazer o acúmulo de capital. Já para prazos maiores, de pelo menos dez anos, os títulos IPCA+ também são boas opções para os que podem segurar o dinheiro até o vencimento. “Esses títulos oferecem rentabilidade atrelada à inflação, o que protege o seu dinheiro da perda de valor”, afirma a educadora financeira.

Essa também é a visão de Ricardo Jorge, especialista em mercado de capitais e sócio da Quantzed. “Os títulos IPCA+ são os que garantem retorno real (acima da inflação). Então, esse seria o investimento de longo prazo que protege da desvalorização da moeda”, afirma. “Se a taxa de juros estiver alta, pode valer a pena ter também um título prefixado.”

Poupando com o Tesouro Direto

Com a ajuda do simulador de investimentos do Tesouro Direto, o E-Investidor calculou quanto os pais deveriam economizar ao mês para chegar a um capital de R$ 50 mil, nos três títulos tradicionais. Isto é, o Tesouro Selic, Prefixado e IPCA+.

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A reportagem também calculou quanto e por quanto tempo os pais deveriam realizar aportes mensais no Tesouro RendA+ e no Tesouro EducA+ para garantir um rendimento futuro de R$ 1 mil ao mês ao filho. No caso do RendA+, por 20 anos, e do EducA+, por cinco anos.

Simone Albertoni, especialista em renda fixa na Ágora Investimentos, vê esta nova categoria de títulos como um caminho interessante para ajudar os filhos na maioridade. "O EducA+ tem um prazo mais curto, para pagar uma faculdade e etc. Claro, se os pais podem esperar um prazo mais longo, o RendA+ não deixa de fazer sentido", diz.

A especialista ressalta uma característica importante desses novos papéis, que é a isenção da taxa de custódia nos pagamentos mensais futuros de até 6 salários mínimos, para o RendA+, e 4 salários mínimos, para o EducA+. Contudo, se o resgate for feito antes do vencimento, a taxa de custódia poderá ser de até 0,5% ao ano, maior em comparação a dos títulos tradicionais, de 0,2% ao ano.

"O investimento nos novos títulos só fica viável se o investidor ficar aplicado um bom tempo no ativo. Se for resgatar antes, acaba não compensando. Aí seria melhor aplicar em outra opção, com liquidez diária", afirma Albertoni.

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Tesouro Direto em dezembro

No geral, as taxas dos títulos públicos do Tesouro Direto apresentaram uma tendência de queda em dezembro, na esteira dos cortes promovidos na taxa básica de juros Selic pelo Banco Central (BC). A Selic iniciou 2023 em 13,75% ao ano e deve terminar em 11,75% ao ano. As projeções dos juros e inflação para o futuro, expressas na curva de juros, também entraram em baixa.

“A expectativa de uma menor taxa de juros e inflação futura influencia diretamente na precificação das taxas oferecidas pelo Tesouro e demais ativos de renda fixa para novos investimentos”, afirma Wanessa Guimarães, sócia da HCI Invest e planejadora financeira CFP pela Planejar.

Os títulos mais curtos foram os mais afetados, já que são mais sensíveis à variação da Selic do que aqueles de longo prazo. A taxa oferecida pelo Tesouro Prefixado 2024, por exemplo, caiu de 10,05% ao ano, no início de dezembro, para 9,64%, nesta quinta-feira (21). O mesmo ocorreu com o Tesouro IPCA+ 2029, cujo rendimento prefixado caiu de 5,44% para 5,21% no período.

“O rendimento do título do Tesouro acompanha a dinâmica da curva de juros. Então se a curva de juros está caindo, as taxas dos títulos vão cair também”, ressalta Jorge, especialista em mercado de capitais e sócio da Quantzed.

  • Veja também: Como ficam os investimentos com a Selic a 11,75% ao ano?

Contudo, mesmo com a diminuição geral das taxas, os rendimentos ainda são considerados atrativos. “Ainda temos uma projeção de taxa de juros muito alta, entre 9,5% e 10% para o final do ano que vem ”, afirma Jorge. Hoje, o cenário base é de que os cortes na Selic continuem em 2024, mas o especialista da Quantzed alerta que ainda existem incertezas fiscais no radar, que podem pressionar os juros futuros. “Logo, 2024 deve ser um ano em que provavelmente observaremos volatilidade e oportunidades na renda fixa”, diz.

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Guimarães, sócia da HCI Invest, também vê oportunidades mesmo em meio à queda das taxas. Para ela, por exemplo, o Tesouro IPCA+ segue como uma boa opção para quem quer acumular capital pensando no longo prazo. “Esse título oferece uma rentabilidade acima da inflação, que é o principal risco que os investidores enfrentam”, diz a especialista. “No entanto, é importante considerar que a taxa do Tesouro IPCA+ pode sofrer variações ao longo do tempo.”

Entenda cada título

Cada título público do Tesouro Direto possui características distintas. Entender cada uma delas é essencial para a tomada de decisão de investimento. A seguir, veja as particularidades dos papéis de dívida do governo.

  • Tesouro Selic

Este é um dos títulos mais conhecidos do Tesouro Direto. O Tesouro Selic remunera a variação da taxa básica de juros da economia, a Selic. Esse papel não está sujeito à volatilidade e possui liquidez diária, ou seja, o investidor pode resgatar os valores a qualquer momento, sem temer prejuízos.

  • Tesouro Prefixado

Este título oferece uma rentabilidade “fixa” ao ano, se levado até o vencimento acordado. Contudo, caso o investidor precise resgatar o capital antes do prazo estabelecido, pode ter prejuízos pelo efeito da “marcação a mercado” – ajuste diário no valor do ativo, em função da demanda por aquele papel.

Geralmente, quando as taxas de juros estão em tendência de alta, quem já tem um prefixado na carteira pode ver o título se desvalorizar. Isto porque os rendimentos oferecidos por esses prefixados serão menores do que a projeção para os juros.

O contrário também acontece, ou seja, quando a expectativa é de cortes nos juros, os prefixados tendem a se valorizar para resgates antes do vencimento. Este é o caso atual e o movimento de marcação a mercado pode ser observado no Tesouro Prefixado 2024. O título viu seu preço para resgates subir de R$ 824,85 para R$ 948,51 em 12 meses.

  • Tesouro IPCA+

Esse título paga a variação da inflação mais uma taxa prefixada ao ano. Apesar de garantir rendimentos reais ao investidor, também sofre com os efeitos de marcação a mercado, como os prefixados. Logo, se o investidor optar por resgatar o título antes do vencimento, poderá ter prejuízos ou ganhos, dependendo da demanda por aquele papel no momento da solicitação de resgate.

  • Tesouro RendA+

Este título foi criado para auxiliar na aposentadoria dos investidores. Após uma fase de acúmulo de capital, este papel remunerará mensalmente o aportador por um período de 20 anos. Contudo, para resgates antecipados, este título também fica sujeito à marcação a mercado. Vale lembrar também que os resgates só podem ser solicitados após um período de carência de 60 dias. Os rendimentos são atrelados à inflação mais uma taxa prefixada.

  • Tesouro EducA+

Criado para facilitar a organização financeira para cursos e faculdades, este título também possui uma fase de acumulação de capital seguida de uma fase de remuneração mensal por um período de cinco anos. A liquidez também acontece após 60 dias e o título está sujeito a marcação a mercado para resgates antecipados. Os rendimentos são atrelados à inflação mais uma taxa prefixada.

  • Saiba mais: Quanto rende R$ 1 mil nos melhores CDBs com a Selic em 11,75% ao ano

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